quinta-feira, 14 de maio de 2015

Cadê a Pátria Educadora?!!!

Cadê a Pátria Educadora?!!!


Uma das maiores mentiras dentre tantas apregoadas pela presidentE Dilma Rousseff durante a campanha eleitoral, quando essa mentirosa, essa leviana irresponsável, quis passar a idéia, infelizmente aceita por uma grande parcela do eleitorado, de que seu adversário tucano iria promover sérias mudanças que prejudicariam os estudantes de uma forma geral, foi o “Pronatec”. Na verdade, tudo que Dilma falou, ela sim, praticou. Já se sabe que nos dias da campanha eleitoral, o governo não repassava verbas devidas às instituições que ofereciam os cursos do propalado e decantado “Pronatec”. O governo irresponsável do PT fez de tudo para abafar, encobrir essas mazelas. Virou o ano e o programa assim como o “Fies”, “Enem”, “Ensino Sem Fronteira”, foram todos levados por água abaixo.

Agora estão ai, centenas de instituições de ensino sem receber um só tostão atrasado, dispensaram outras centenas de professores contratados e, milhares de estudantes tiveram o curso interrompido no meio do caminho, frustrando sonhos e expectativas. O “Fies” foi outra enganação do PT. Depois de meses iniciais de incertezas entre idas e vindas, milhares que não conseguiram se cadastrar isto por que o site do governo, estranhamente, como que propositalmente ficou à deriva, impedindo que o estudante completasse sua renovação ou sua inscrição. Agora estão aí quase 200 mil jovens perdidos, sem rumo, sem condições de custearem as altas mensalidades dos cursos universitários e esse governo irresponsável, omisso, simplesmente diz que o dinheiro acabou!

Outras centenas de estudantes brasileiros que estão no exterior, vivem momentos de pânico, de angústia, deixados, abandonados à própria sorte, muitos destes perdendo até a moradia, o direito à alimentação tendo em vista que este governo hoje liderado por uma verdadeira quadrilha, não faz os repasses necessários para garantir a subsistência dos nossos jovens que estão noutros países sendo objeto de pressões e humilhações por falta de pagamentos. É uma situação vergonhosa, uma situação dramática. Além de estudantes, servidores do Itamaraty passam por privações por causa dos cortes feitos no orçamento e que atingiram em cheio aqueles que trabalham nas representações consulares e diplomáticas por este mundo afora. É sabido também que há tempos o governo irresponsável desses facínoras petistas não faz pagamentos devidos à ONU. É um calote generalizado por aí, pelo mundo.

Este governo mentiu descaradamente durante a campanha eleitoral, omitiu dados reais e oficiais com intuito de proteger a então candidata. O PT é um partido hoje desmoralizado, desacreditado tanto que muitos de seus quadros estão abandonando a sigla por causa da leviandade cometida, as mentiras perpetradas por Dilma Rousseff. O partido está atolado em inúmeras denúncias de corrupção, com vários de seus líderes presos. O presidente nacional do PT, um boçal, um calhorda da pior espécie, achando que o povo brasileiro é idiota, disse recentemente que o partido não iria mais aceitar doações de empresas e que qualquer membro pego praticando atos de corrupção seria expulso. Seria cômico se não fosse verdade! Só esqueceu o mequetrefe Rui Falcão de dizer que expulsaria Zé Dirceu, Genoíno, Delúbio Soares e outros gatunos do alto escalão petista, presos, condenados no escândalo do “Mensalão”. O PT definha, está podre, fede tal qual um cão imundo morto à beira da estrada servindo de banquete para as larvas putrefas! Dá nojo esse famigerado partido que tanta desgraça causa ao Brasil!


quinta-feira, 7 de maio de 2015

Eleições: Olhando para 2016

Eleições: Um olhar no horizonte de 2016

                                                                                        Faltando cerca de um ano e meio para o pleito municipal de 2016, os partidos políticos de Araçatuba se movimentam nos bastidores, nas conversas de “pé de orelha”, nos bares e pontos de discussão da vida da cidade. Alguns nomes já conhecidos e calejados noutras eleições, reaparecem repaginados num verdadeiro balão de ensaio daquilo que poderá ocorrer em definitivo dentro de um ano, após as convenções municipais sacramentarem seus candidatos, as eventuais coligações, a briga por espaços no rádio e TV, e o apoio deste ou daquele grupo político.

Hoje, os nomes mais em evidências principalmente nas colunas políticas dos jornais da cidade, são: Domingos M. Andorfato (PSD), Dilador Borges (PSDB), Luiz Fernando A. Ramos (PTB), Cido Saraiva (PMDB), além do eventual candidato indicado pelo PT (Cidinha Lacerda, Beatriz Nogueira, Carlos Gabas, Fernando Zar), ainda Rodrigo Andolfato (sem partido), Sidney Cinti (PTC). Os demais partidos nanicos não se manifestam. O PSB e o PPS ensaiam se fundir num só, mas tudo leva a crer que indicariam um vice, possivelmente de Dilador Borges. Ou seja, a eleição municipal poderá ser disputada entre cinco até sete candidatos.

A situação do PT é difícil em razão do partido estar mergulhado em inúmeros escândalos em nível nacional, somado a isto a precária situação do próprio prefeito Cido Sério, que nem tem certeza de seu destino, mesmo diante da decisão da Justiça Eleitoral em mantê-lo no cargo, ainda existem outros processos pesando sobre a cabeça do prefeito. Esta fragilidade gera uma situação de total indecisão sobre o futuro do partido não só em nível de Araçatuba como no país. O grande beneficiado com este “imbróglio” é o presidente da Câmara, Cido Saraiva (PMDB), que assumiria, teria aí pela frente um ano e meio para mostrar serviço e seria o candidato a ser batido pelos demais. Cido Saraiva foi o vereador mais votado da história política de Araçatuba (mais de cinco mil votos), mesmo não se elegendo teve respeitável votação para deputado estadual e tem ampla penetração junto às classes mais pobres, além de patrocinar inúmeros serviços na área da promoção social. Diante das incertezas no PT, poderia haver até uma situação inversa, ou seja, o PT indicaria o vice na chapa de Cido Saraiva, já que o PMDB apoiou o PT nas duas eleições de Cido Sério.

Dilador Borges (PSDB) marcha para sua terceira tentativa de chegar ao Palácio da Rodoviária, contudo, este desgaste petista em nada o beneficia. O candidato tucano desde 2008 vem colecionando seguidas derrotas e em 2016, o surgimento de nomes como Rodrigo Andolfato e Luiz Fernando A. Ramos, vão tirar o sono dos tucanos. Andolfato é jovem, bem articulado, está investindo pesado em publicidade sobre seus negócios imobiliários, no rádio, TV e jornais. É bom com as palavras, sabe portar-se diante das câmeras de TV e é um nome novo. Luiz Fernando A. Ramos, como Andolfato, é engenheiro, transita na mesma área da construção civil e está “aparecendo” bastante na mídia. Tanto um como outro, vão disputar e tirar votos da classe média para cima, exatamente os votos de Dilador Borges. Ou seja, Andorfato, Cinti, Luiz Fernando e Rodrigo Andolfato, vão disputar com Dilador, os mesmos espaços, os mesmos votos, as mesmas preferências. Esta particularidade também contribui para fortalecer a candidatura de Cido Saraiva, do PMDB.


Sidney Cinti e Domingos Andorfato, foram prefeitos, deixaram história, mas passados tantos anos sem mandato eletivo, são desconhecidos de grande parcela da população, também tiram votos de Dilador Borges. O eventual candidato tucano padece também em conseguir promover uma coligação, com bons nomes puxadores de votos. É bom lembrar que em 2012, Cido Sério conseguiu agregar junto ao seu PT, mais 16 partidos, ao passo que Dilador Borges, apenas três. Isso tem conseqüências desastrosas no horário de TV e rádio. O PSDB, além da vereadora Tieza, não dispõe de fortes candidatos à vereança, além disso, falta ao partido um nome forte e experiente para coordenar a campanha. Os nomes mais próximos e da confiança de Dilador Borges, não são da cidade e obviamente estarão preocupados e envolvidos com campanhas em seus municípios, como Laerte Rocha, ex-prefeito de Nova Luzitânia, Beto Rebelatto, ex-prefeito de Bilac e Lucas Canga, ex-vereador em Sud Menucci. Possivelmente não poderão somar esforços na campanha tucana em 2016. 

quinta-feira, 30 de abril de 2015

Estamos sob o Parlamentarismo

Golpe branco: Estamos sob um governo parlamentarista!



O Brasil não é mesmo um país sério como bem destacou nos anos 60, o então presidente francês, o General Charles De Gaulle quando em visita oficial. Esta máxima se reflete naquilo que ocorre no dia a dia na nação e suas conseqüências não só para os brasileiros em si como um todo, assim como nas relações internacionais, o país é alvo de chacotas, deboches e gozações de toda sorte, mercê dos episódios desabonadores que entre nós ocorrem com regular freqüência. Sem que se desse um só tiro, sem que se reunisse alguma assembléia constituinte ou que fosse dado um golpe militar ou algo semelhante, pacificamente, como é próprio dos brasileiros, sem derramamento de sangue, estamos na verdade vivendo sob a égide de um governo parlamentarista, ou seja, “revogou-se” o art. 76 da Constituição Federal que estabelece que “o Poder Executivo será exercido pelo Presidente da República, auxiliado pelos Ministros de Estado”.

Jornais britânicos já tratam a presidente Dilma Rousseff como a “fantasma no palácio”. E isto não está longe da realidade. Eleita sob o maior estelionato político dos últimos anos, a presidente que passou toda a campanha mentindo descaradamente, mal assumiu em janeiro, as verdades vieram à tona. Na campanha ela encontrava solução para desempregados, até de meia idade, no então badalado programa “Pronatec”. Era a “jóia da coroa” petista. E hoje? Suspensos por falta de pagamento desde outubro, ou seja, poucos dias das eleições, o “Pronatec” faz água e enterrou-se o sonho daqueles que foram na conversa fácil do governo. E o FIES?  Está ai todo enrolado, as faculdades cobrando as caríssimas mensalidades dos acadêmicos que sequer conseguem acessar o site do MEC para a renovação das matrículas.

E as promessas de que “nem que a vaca tussa”, não se fará nada com os direitos trabalhistas? Ficou lá atrás apenas para enganar o eleitor. O governo hoje está sitiado, dominado pelo “parceiro” de confiança, o PMDB, que, através de Eduardo Cunha (Câmara) e Renan Calheiros (Senado), de fato governam. Mandam e desmandam, destituem ministros antes escolhidos e indicados por Dilma. Até o novo ministro do Supremo, a presidente só indicou depois de receber o sinal verde de Calheiros, mas ainda vai depender do humor dos senadores para obter sua aprovação. Dilma Rousseff se viu cercada e nem seu próprio partido, o PT pode fazer nada. Desmoralizado, chafurdando no lamaçal de intermináveis denúncias de corrupção e desvios de dinheiro público, o partido está fragilizado com suas principais lideranças envolvido no escândalo da Petrobrás e não demonstra forças para reagir diante da ganância por cargos do PMDB. Antes alijado, mantido ao largo, Michel Temer, hoje dá as cartas. O débil, fraco e ineficiente governo petista parece um doente terminal na UTI.

A presidente vem sofrendo sucessivas derrotas nas votações de seus projetos no Congresso Nacional, hoje controlado pelo PMDB e auxiliado pela oposição. Renan Calheiros e Eduardo Cunha, apesar de serem do mesmo partido não se entendem, dada a forte ambição pelo poder, pela barganha de cargos e a influência no governo em si. Dilma não tem como reagir, não conta com respaldo de seu próprio partido e hoje na verdade está mais prá “rainha da Inglaterra”, reina, mas não governa. \está trancada em palácio e foge das ruas por contas das grandes manifestações que pedem seu afastamento. Vê o relógio à parede andar contra seus interesses e antes de completar seis meses de sua posse, sente-se isolada, abandonada, refém de Cunha e Renan, os novos “Pro-Cônsules” da República. O medo do povo, das reações das ruas fez com que a presidente até desistisse de fazer o tradicional pronunciamento por rádio e TV no dia 1º de maio, como acontece desde o governo Vargas. Com medo de um “panelaço” Dilma Rousseff preferiu emudecer, mas também dizer o quê ao trabalhador? Mentir mais uma vez?! O débil governo petista agoniza, sangra. É o sistema parlamentarista de governo adotado hoje no Brasil. Uma presidente sem forças, sem poder, dominada pelo Parlamento. Este era o sonho inatingido por Ulysses Guimarães em 1988. 

quinta-feira, 23 de abril de 2015

A jovem orquestra de Lins:

A maravilhosa Orquestra Sinfônica Jovem de Lins!


A Orquestra Sinfônica Jovem de Lins (OSJL) realizou no último dia 21, espetacular concerto em comemoração aos 95 anos de fundação desta importante cidade do Oeste paulista. O evento aconteceu na Casa da Cultura e contou com a presença do prefeito Edgar de Souza e alguns vereadores além de autoridades convidadas e numeroso público que prestigiou esta que já é considerada a “menina dos olhos” dos linenses que falam com intenso orgulho desta jóia rara que eleva e enobrece o nome da cidade.


Criada a cerca de quase quatro anos por cidadãos sonhadores, hoje é uma realidade contando com aproximadamente 70 componentes entre músicos e cantores do coral que acompanha algumas apresentações da orquestra dirigida de forma brilhante pelo maestro João Fernando Paluan (foto), consagrado e respeitado com inúmeros títulos superiores em música, além de inúmeros outros cursos de aprimoramento e especialização em música no Brasil e no exterior. Conta com a assessoria e colaboração direta do Everson Zattoni, excelente arranjador e o Spalla é o Valdemir Garcia, o “Tatinho”.


Ainda jovem este grupo sinfônico vem demonstrando, através de seus concertos, crescimento não só quantitativo, mas qualitativo, visto que entre um concerto e outro, apresenta obras e arranjos diferentes tanto do repertório internacional, como nacional da música clássica e popular. Entre os integrantes, instrumentistas e coralistas, muitos jovens de cidades da região de Lins, como Promissão, Penápolis, Duartina, Bauru e Araçatuba, que se dedicam entusiásticamente de forma voluntária por intenso amor à arte, à música.

A OSJL  vem merecendo impecável atenção e apoio do prefeito Edgar de Souza, além do patrocínio cultural de empresas como o Bradesco e a CPFL, além disso, teve aprovado pelo MEC, seu projeto cultural para a obtenção de incentivos fiscais através da Lei Rouanet. Paralelo a isto, desenvolve atividades musicais e educacionais com  isto busca beneficiar um número maior de estudantes de música proporcionando assim entretenimento de qualidade às pessoas dos mais variados gostos.
                           DIRETORIA
Presidente: Ronaldo Tozzi Meneguello
Gerente Executivo: Rubens Meneguello Jr.
Diretor de Cultura: Francisco Di Mauro Jr.
Assessor de Comunicação: Lamartine Cabral






sábado, 28 de fevereiro de 2015

Lula quer uma guerra civil:

Lula quer provocar uma guerra civil no Brasil!


O ex-presidente Lula ao discursar esta semana numa manifestação no Rio de Janeiro, segundo os organizadores, “em defesa da Petrobrás”, soltou como sempre suas verborragias, incitando os petistas a reagirem de forma física e violenta às provocações de manifestantes que pediam a saída da presidente Dilma. Lula lembrou que os petistas possuem um “exército” comandado pelo arruaceiro-mór João Pedro Stédile, líder dos “sem-terras”, que na verdade ninguém sabe ao certo sua profissão, do que vive, onde trabalha. Stédile não passa de um marginal, um desocupado arruaceiro pago com dinheiro sujo do  PT, muito desse dinheiro é público e entra nesses movimentos por meio de ONGs de fachada, criadas para acobertar as atividades subversiventas desses vagabundos invasores de terras alheias. Tudo sob o olhar criminoso e conivente do PT e do governo.

Ora, vivemos num país que se diz democrático, onde as manifestações político-partidárias são permitidas dentro daquilo que a própria lei estabelece. O artigo 17 da Constituição Federal em seu parágrafo 4º. diz que “ é vedada a utilização pelos partidos políticos de organização paramilitar”. Lula deve achar que está em Cuba, Venezuela, Coréia do Norte, Bolívia onde governantes ditatoriais usam costumeiramente de braços armados entre a população civil para coagir, intimidar, perseguir opositores políticos, imprensa, etc. O presidente regional do PT no Rio, também fez coro o discurso de ódio de Lula e incitou os militontos do partido a agredirem, darem porradas e socos nos manifestantes contrários.

É um absurdo os tempos em que estamos passando. Um governo eleito sob a dúvida de manipulação eleitoral, que usou de toda sorte de mentira e engodo, um verdadeiro estelionato eleitoral praticado de forma leviana e irresponsável pelo PT e sua candidata. Agora, a realidade nua e crua está aí batendo às portas do povo que se vê diante da elevação dos preços de combustíveis, energia elétrica, impostos, taxas e tributos para cobrir os erros, os desmandos de um governo ignóbil, um governo mentiroso que enganou a todos, um governo envolvido, atolado num mar de lama da corrupção, do assalto aos cofres da Petrobrás.

Para conter a insatisfação popular, a ira dos eleitores, o governo tenta comprar por meio da corrupção desenfreada os parlamentares para conseguir apoio e aprovação de suas medidas impopulares e desgastantes. Inúmeras marchas e bloqueios de caminhoneiros estão ocorrendo por todo o país anunciando para o dia 15 próximo, gigantesca mobilização popular nas grandes e pequenas cidades, quando a população sufocada pela elevação galopante dos preços e do custo de vida, vai protestar e pedir o “Impeachment” da presidente por absoluta incapacidade de gerir a administração pública. O governo petista de há muito se perdeu no comando da economia, ao distribuir de maneira farta e irresponsável dinheiro público para comprar votos e a consciência de eleitores. Agora a fonte secou e as medidas antipáticas que o ministro da Fazenda está tomando, provoca na população, uma enorme indignação e descontentamento geral. 

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2015

Dilma: Leviana e irresponsavel!

Dilma é leviana, irresponsável e mentirosa!


Após cerca de dois meses se escondendo do povo e da imprensa, por causa de suas burradas e mentiras logo no início deste segundo mandato, a presidentE Dilma Rousseff deu declarações aos jornalistas e, como sempre, metendo os pés pelas mãos, disse verborragias, falácias e estupidez, suas marcas registradas. Entre os absurdos, afirmou que “os escândalos na Petrobrás deveriam ter sido investigados lá por 1996,97... Evitaria que um funcionário ficasse aí uns 10 anos cometendo ilícitos...”. Os tucanos reagiram imediatamente. Fernando Henrique Cardoso afirmou que “Dilma age como alguém que bate a carteira e grita pega ladrão!”  A presidente não podia ter sido mais infeliz nessas declarações. Até mesmo setores petistas concluíram que ela se perdeu nas palavras. Ora, se de fato, os crimes dentro da Petrobrás começaram alhures, no governo tucano de FHC, onde estavam os zelosos deputados e senadores petistas que não fiscalizaram? Naquela época, um simples espirro do então presidente era motivo de um CPI.

Na verdade, orientada por Lula e pelos marqueteiros petistas, ela saiu da defesa para o ataque, mas começou mal. E mesmo que o fato não tenha sido investigado há tanto tempo, como, dois mandatos de Lula e mais um da própria Dilma, deixaram que a roubalheira corresse frouxa na estatal mais importante do governo? É inexplicável esta omissão, esta irresponsabilidade que Dilma agora tenta tirar das costas de seu governo e quem sabe jogar a responsabilidade lá para os governos gerais, no Século XVI. Quem sabe, Mem de Sá, Tomé de Souza ou Duarte Coelho sejam indiciados. Ter a humildade, reconhecer um erro e admitir a prevaricação, a conivência de Graça Foster, do PT, o seu partido, está fora de cogitação. É preciso um bode expiatório para levar a culpa que é apenas dos petistas e seus asseclas do PMDB e PP.

O governo mal começou o segundo mandato e já tem as mãos sujas de lama, metidas nessa roubalheira, nesse assalto aos cofres da Petrobrás, outrora o diamante principal da coroa brasileira, dilapidado, assaltado por esses ladrões protegidos e mancomunados com o mais alto escalão do PT. Não bastou o “ Mensalão” cortar a cabeça do ex-tesoureiro Delúbio Soares, para em seguida, seu sucessor, João Vacari Neto assumir e já envolver-se de corpo e alma no seio da quadrilha. Mas Vacari Neto tem “pedigree” e dos bons. Assaltou os cofres da falida cooperativa dos bancários do ABC, desviando dinheiro para campanhas petistas. Experiência no fino trato da ladroagem é que não lhe faltou. Esse PT não tem conserto, não tem remédio. Acostumaram aos desvios de conduta e mesmo após o “tsunami” que varreu muitos petistas com o “Mensalão”, essa máquina de roubar continuou intensamente funcionando mesmo durante todo o período do famoso julgamento.

Agora, vem a presidentE, com um cinismo crônico,  uma cara-de-pau deslavada, mentirosa contumaz, desavergonhada como que rindo da inteligência do povo, gozando de nossa paciência ilimitada e lança uma grave e irresponsável afirmação, de forma leviana contra o governo de FHC, um estadista que honra o Brasil, um homem com as mãos limpas, com a consciência de que realizou um governo limpo e honesto e vem essa descompromissada com a ética, com o respeito à “res pública”  , querem tentar se limpar sujando os outros. O governo de Dilma Rousseff chafurda na lama, não tem autoridade moral e histórica pelo elevado envolvimento de membros de seu gabinete, seu partido, nesta sujeira toda que envolve a Petrobrás. Agora inclusive mais comprometida por essa infeliz e inoportuna audiência em que seu ministro da Justiça recebeu os advogados dos acusados e envolvidos neste escândalo. Qual seria o teor, o a$$unto que o ministro teria a tratar com tais advogados, já que ele não é parte no processo? Isto a presidente, leviana como o é não responderá. 

sábado, 7 de fevereiro de 2015

Precisamos de novos partidos políticos?

Precisamos de mais partidos políticos?



Vários políticos de Araçatuba, estão se movimentando, colhendo assinaturas com vistas a dar condições para a criação de mais partidos políticos no Brasil. Edna Flor, Gilberto Batata, Rivael Papinha e o ex-vice-prefeito Antonio Barreto dos Santos, apesar de estarem filiados a partidos querem criar outros.  No país já existem registrados no TSE, 32 partidos e segundo se sabe, há movimentos tentando a fundação de pelo menos mais 41 novas siglas. O mais curioso disso tudo é que as pessoas que lideram tais movimentos, já são filiadas em partidos existentes, o que, em tese se poderia considerar como um gesto de infidelidade partidária, afinal, que interesse ou interesses existem para quem já estando regularmente filiado a um partido, deseje a criação de outros?

É uma vergonha, um acinte contra a cidadania tais movimentos, pois sabemos que a maioria dos políticos e filiados a partidos, com certeza sequer leram ou conhecem o estatuto partidário a que pertencem. Há um conflito ideológico imprevisível, misturando-se propostas e idéias totalmente contrárias, conflitantes. Como explicar que em diversos pontos do país, partidos diametralmente opostos, por meros interesses e caprichos locais se uniram como PT e PSDB, por exemplo, que, teoricamente, ideologicamente são opostos.  Mas nesse país desorganizado estruturalmente, politicamente, tudo é possível. Políticos pertencentes à siglas adversárias, de repente esquecem suas diferenças e se unem.

Nas fortes democracias européias e nos Estados Unidos, os partidos são organizações sólidas, firmes. Não se misturam não se juntam. Uma criança nos EUA quando nasce numa família tradicionalmente republicana ou democrata, segue essa tendência, como se torce por um time, são fiéis, leais indefinidamente e se identificam se confundem como é o caso da tradicional família Kennedy e outros ligados por laços indestrutíveis com o partido. Não se vê os políticos mudando de partidos todos os dias como acontece no Brasil. Tem político que a cada eleição aparece num partido diferente, o que contribui ainda mais para a total desagregação e desmoralização do sistema eleitoral brasileiro.

Hoje, o congresso brasileiro abarca 28 partidos. Claro, os mais expressivos, PT, PMDB, PSDB, PTB, PDT, PSB dominam, controlam a cena política. Os demais são meros coadjuvantes, são estepes, servem como suporte, como moeda de troca por cargos, por espaços no governo em todas as instâncias nacionais. Há casos de partidos que em nível federal apóiam o governo do PT, e nos estados e municípios, desobedecendo à hierarquia partidária, apóiam, se unem ao PSDB, etc. É uma total balbúrdia, uma desorganização político-ideológica que confunde o eleitor, misturam princípios, propósitos e idéias e destrói o principio da fidelidade partidária.

É necessária a criação de mais partidos no Brasil? Cremos que não! Esses movimentos que buscam estabelecer novas agremiações prestam um desserviço ao povo, à cidadania. No fundo, tais iniciativas são condenáveis, pois escondem a verdadeira intenção desses pseudo-donos de partidos. Ganhar espaços, barganhar cargos na administração, “vender” o tempo (segundos) no horário de rádio e TV, extorquirem dinheiro, benesses do poder, corromper, praticar o nefasto escambo numa relação incestuosa entre partidos e governantes. Enfim, o Brasil precisa de ação, de trabalho de empenho desses políticos na busca de soluções frente aos graves problemas nacionais. Criar novos partidos, aumentar o número de cadeiras para vereadores, é apenas uma cortina de fumaça a esconder os condenáveis e levianos propósitos de gente mal intencionada.