domingo, 17 de fevereiro de 2013

Mais partidos políticos?!!!


O Brasil precisa de tantos partidos políticos?

Dos 30 partidos políticos reconhecidos pelo TSE (Tribunal Superior Eleitoral) no Brasil, 28 têm representação em Araçatuba. No entanto, a cidade deve ganhar pelo menos mais sete legendas nos próximos meses: duas em condições de disputar eleição e outras cinco em processo de formação nacional.

 PEN (Partido Ecológico Nacional) e PPL (Partido Pátria Livre) já possuem representações na cidade. Em fase de articulações, estão PLC (Partido Liberal Cristão), PS (Partido da Solidariedade), PTS (Partido da Transformação Social), PSPB (Partido dos Servidores Públicos e da Iniciativa Privada do Brasil) e o Rede Sustentabilidade, lançado esta semana pela ex-senadora Marina Silva. 

Responsável pela organização do PEN em Araçatuba, o líder comunitário Nilson Marques da Silva diz que o objetivo do partido não é apenas se preocupar com cargos eletivos. “É um partido que tem por obrigação cuidar da natureza, que está se acabando. Com certeza teremos representantes nas próximas eleições, mas esse não é nosso principal objetivo”, afirma.

A verdade é uma só — esses partidozinhos de uma só pessoa só tem um objetivo: garantir uma moeda de troca, de barganha, um verdadeiro escambo durante o período eleitoral em que os “donos” destas siglas anunciam um apoio (meia dúzia de votos) para este ou aquele candidato em troca de cargos na administração, em troca de favores e outras coisas não publicáveis e nada republicanas.

Afinal de contas, por quê essa imbecil da Marina Silva saiu do seu P.V. ? Com certeza a saída da ex-senadora sem deu em função de que muitos membros da alta cúpula do partido ensaiavam aceitar favores, préstimos do governo. Não é à toa que o PV hoje encontra-se coligado e dando sustentação política à vários outros partidos cuja atuação e fins estatutários nem sempre coincidem com aqueles defendidos pelos “verdes”.

E quantos partidos como o nome de “cristão?” Se vivemos legalmente num Estado laico, ou seja, sem ligação com religião, por quê esse mundo de partidos que se arvoram em vozes  de Deus, em defensores da fé, etc. Na verdade, são partidos criados à sombra dessas vergonhosas seitas religiosas que hoje infestam o cenário religioso do país, cuja finalidade apenas e tão somente é de enriquecer e dar mais poder e visibilidade às esses “pastores”, apóstolos”, bispos” e outras designações que esses abutres da fé, esses safados mentirosos, esses vendilhões do templo costumam se apresentar publicamente.  

Em Araçatuba, um exemplo clássico disso é o caso do senhor José Victor Botelho, que preside um desses inúmeros partidos nanicos, cuja representatividade deixa a desejar. Ele sempre teve um emprego político na administração municipal de Araçatuba. Entra prefeito, sai prefeito, lá está ele num cargo. Agora, está aguardando “ansiosamente” e irritado com o prefeito pelo fato de não tê-lo nomeado nessa fornada quentinha que saiu no jornal “Liberal Regional”. E concurso público ? O senhor Rivaldo Casagrande também está na mesma situação e agora afirma que vai fundar o partido criado pela Marina Silva.

Líderes comunitários, presidentes de associações de moradores, pastores dessa infinidade de igrejinhas de ponta de rua, são expoentes potenciais interessados na criação desses partidos de fachada, esses partidos que não tem nenhuma vocação doutrinária para defender esta ou aquela causa e sim, defender interesses escusos, interesses pessoais dessa gente desqualificada profissionalmente, dessa gente incapaz de ser aprovada num concurso público, dessa gente acostumada a viver na sombra do poder e estar sempre em busca de uma “têta” para mamar eternamente na administração pública. O secretário de Governo, o 1º Ministro do Gabinete Cido Sério, Valdevino Bittencourt já advertiu esta semana que esses cargos comissionados, sem concurso ”não são eternos”. Na verdade, estas pessoas que vivem lá nos corredores da prefeitura tentando conseguir um cargo ou outro, deveriam ter vergonha na cara e não se submeterem a esta humilhação.

Infelizmente, a legislação caolha, feita sob encomenda pelos nossos deputados e senadores que sempre legislam em causa própria, contempla esta imoralidade, essa indecência de facilitar a criação de novos partidos. Basta juntar aí meia dúzia e compadres, de vizinhos, num boteco qualquer, pronto! Está criado um partido, cuja maioria desses fundadores sequer leram os estatutos e a doutrina partidária. Estão aptos à negociarem apoio para este ou aquele candidato. Basta relembrar que o prefeito Cido Sério elegeu-se numa coligação constituída por 17 partidos, que na maioria foram apenas e tão somente usados, manipulados como massa de manobra e cederam seus horários no rádio e TV. Uma prática vergonhosa e imoral.
(sobre o texto da FOLHA DA REGIÃO de 17/2/13) 



domingo, 10 de fevereiro de 2013

O lixão:


Araçatuba inteira contra o aterro sanitário!

Alguem em sã consciência pode imaginar esta região, este manto sempre verde transformado num lixão, num aterro sanitário? (foto: FOLHA DA REGIÃO)

Mesmo sem querer, o Grupo Estre (CGR-Guatapará) conseguiu algo improvável — uniu Araçatuba inteira contra esta infeliz iniciativa de instalar no bairro rural da Água Limpa, um centro de reaproveitamento de resíduos sólidos, ou em outras palavras, um aterro sanitário que, segundo a empresa irá trazer inúmeros benefícios para a cidade e região, benefícios estes que o diretor da empresa Pedro Stech e o grupo de assessores técnicos e advogados não conseguiram provar, mostrar e convencer a população presente à audiência pública realizada na semana passada na Câmara Municipal, atendendo a pedido do vereador Rosaldo de Oliveira (PV). A cidade de Araçatuba está fortemente unida e disposta a lutar contra a intenção desse grupo que adquiriu sem que ninguém soubesse, uma área de 73 hectares numa região nitidamente voltada para a agricultura familiar, tradicionalmente produtora de banana, café, frutas e verduras, inclusive adquiridas pela própria prefeitura para compor a merenda escolar da rede pública de educação.  Setores ligados à sociedade civil, sindicatos, grupos organizados, a Associação Comercial, o Siran, a Cobrac, a OAB, professores, estudantes, gente do povo, principalmente as tradicionais famílias que vivem naquela região há quase cem anos, na Prata Pratinha, Jacutinga, Água Limpa e Córrego do Roberto, da noite para o dia perderam o sono e estão se mobilizando de todas as formas para impedir que este fato se concretize. Temem a contaminação de uma nascente no próprio local do aterro, os córregos, riachos, o lençol freático, a preocupação com a movimentação diária de centenas de caminhões de lixo vindos de 31 cidades da região e, até de outros estados bem como o perigo representado pelo  chorume.

O interessante deste lamentável episódio é que o então candidato tucano à prefeitura municipal, Dilador Borges, no debate realizado por iniciativa do jornal LIBERAL REGIONAL e o SBT/TVI, chegou a mencionar, denunciar que um grupo de Ribeirão Preto estaria envolvido na compra desse terreno. Dilador Borges acabou se perdendo no debate, com uma péssima assessoria  de marcketing político não soube aprofundar uma investigação num fato tão relevante que ameaçava o povo de Araçatuba. Caso o então candidato tucano tivesse efetuado um levantamento do perigo que batia à porta dos araçatubenses, tivesse esclarecido, trazido para o debate político um tema tão crucial, certamente teria mudado os rumos da campanha e, poderia até quem sabe hoje, ser o prefeito eleito.  O pessoal incompetente que produzia os programas de rádio e TV do PSDB estavam mais preocupados com uma tal “Kombi do Dila” que cochilaram, esqueceram este tema tão caro e também esqueceram de explorar mais a concessão do DAEA. É bom lembrar que os tucanos esqueceram isto, que na campanha de 2008, os petistas usaram uma candidata de fachada para atacar Dilador afirmando inclusive através de um folheto espalhado por toda a cidade de que caso eleito, Dilador é que venderia o DAEA. E o que aconteceu?  Caso os tucanos tivessem aprofundado o debate nesta direção abordando estes dois temas, fatalmente a população mudaria o rumo de seu voto. Mas...
A audiência pública na edilidade contou coma presença dos vereadores, Jaime José da Silva, Beatriz Nogueira, Gilberto Batata, Rosaldo Oliveira, Carlinhos do 3º DP, Edna Flor, Arlindo Araújo, Cido Saraiva, Cláudio Henrique. A vereadora Tieza esteve presente apenas na abertura e logo saiu. O vereador Cláudio Henrique,  que presidiu a audiência, também saiu alegando compromissos pessoais. Ausentes, o Dr. Nava e Papinha. O vereador Rosaldo Oliveira, do PV que pediu a reunião, apertou com toda força o diretor da Estre e seus assessores levando Pedro Stech à uma situação de desconforto e desconfiança. Mas, como sempre, o vereador Arlindo Araujo, opositor permanente execrou publicamente os representantes da empresa chamando inclusive Pedro Stech de mentiroso e que ele não sabia absolutamente nada sobre o projeto ao negar informações sobre  o total do lixo a ser processado, a quantidade que virá de outras cidades, preço por tonelagem, destinação específica, etc. Em dado momento, Pedro Stech suava frio e seu assessor principal, de nome Alex não escondia a irritação diante de tanta pressão e questionamentos. Os vereadores Batata, Cido Saraiva, Carlinhos do 3º DP também pressionaram intensamente os representantes da Estre. A vereadora Edna Flor fez um discurso apaixonado, agressivo e atacou de forma violenta a iniciativa desses empresários em querer trazer para Araçatuba um aterro sanitário, instalado uma área essencialmente agrícola onde moram famílias descendentes dos primeiros imigrantes que aportaram em Araçatuba no começo do século passado, atraídos pela cultura cafeeira. Estranhamente, mesmo os vereadores da bancada situacionista não pouparam críticas ao projeto. A vereadora Beatriz Nogueira, de quem se esperava uma participação mais intensa nos debates, permaneceu o tempo todo calada e suas duas únicas intervenções foram muito tímidas. Há que se destacar que mesmo para os vereadores que defendem o Executivo, o projeto se apresenta de forma muito perigosa que pode vir inclusive ameaçar a própria reeleição de cada um, visto ser um tema indigesto, inaceitável e que no futuro pode trazer muita dor-de-cabeça aos edis. Isso foi uma demonstração inequívoca de que o prefeito Cido Sério não terá mesmo vida fácil como teve na legislatura passada quando os vereadores da base de sustentação governista agiam de forma submissa e diziam amém a tudo que vinha do Palácio da Rodoviária.
Temos que destacar, enaltecer a presença maciça dos líderes comunitários da zona rural, o Gelsino Augusto da Silva, o José Antonio Ribeiro, o Leandro Fernandes que conduzem um grupo organizado, promovendo reuniões, debates. Por outro lado, a cidade atua de forma a fortalecer o pessoal da Água Limpa. A jornalista Salomé Macedo lidera um outro grupo que conta com centenas de adesões, distribuem camisetas, adesivos, colhem assinaturas contra a iniciativa e até uma grande carreata está programada para o próximo dia 23. Interessante  destacar que esse grupo se preparou intensamente com perguntas que deixaram desconcertados os representantes da Estre-Guatapará. O jovem advogado Leonardo Sartori da Silva, levou Pedro Stech ao desespero quando questionou o Reima do projeto onde aponta que a temperatura média máxima de Araçatuba está na casa dos 27º. O fato arrancou risos pois todos sabem que Araçatuba é a própria antecâmara do inferno em matéria de temperatura, demonstrando um furo inaceitável no projeto em mãos da CETESB que dará a palavra final sobre o assunto.  Salomé Macedo, demonstrando profundo conhecimento de quem estudou bem o relatório, deixou Pedro Stech “nú” diante de todos. Os moradores da Água Limpa e região, os vereadores e o povo presente na audiência saíram desta com uma única certeza — Pedro Stech é um aventureiro, não respondeu de forma clara e precisa muitas questões ali apresentadas e, pior — demonstra não ter um controle efetivo sobre o projeto, em vários momentos respondeu não saber isto, aquilo, valores, medidas, preços, distancias, etc. Ficou devendo muitas e muitas explicações que a sociedade organizada, unida quer saber.   

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013


Renan Calheiros, um calhorda é eleito 

presidente do Senado com apoio do PT e 

PMDB.



Em mais uma cena que contribui para sujar ainda mais o nome do Senado, enlamear a já imunda e podre imagem da classe política brasileira que aguardou ansiosamente o momento para defenestrar uma figura patética, uma figura horrorosa e apavorante, o senador José Sarney, 56 senadores voltaram suas costas ao povo, ao eleitor, desprezaram os mais de 300 mil cidadãos que assinaram um documento pedindo um nome limpo para presidir a Casa de Rui Barbosa. Nada sensibilizou esses homens desprezíveis, esses covardes e cretinos que aplaudiram a saída dessa verdadeira múmia maranhense para, em ato contínuo votarem no nome de Renan Calheiros para presidir o Congresso Nacional. Figura pequena, nanica, um verdadeiro cão sabujo e submisso ao seu líder maior, Sarney, assim como Edison Lobão e outros senadores que se dobram às vontades e caprichos do “todo poderoso”. Renan Calheiros, já presidiu o Senado, tendo que renunciar ao cargo há 5 anos, pressionado por gravíssimas acusações de que um lobista de uma empresa pagava suas despesas pessoais, de sua amante, uma jornalista com quem ele tem um filho. Igualmente sobre sua cabeça pesavam acusações à época de desvio de dinheiro público, falsidade ideológica e uso de documentos falsos. Tangido por essas vergonhosas situações, não teve outro caminho senão o de renunciar. Mesmo assim, candidatou-se há 4 anos e foi novamente eleito pelo povo alagoano. Diga-se de passagem, com o devido respeito à uma parcela dos alagoanos, mas não posso deixar de escrever que em Alagoas, um dos estados mais pobres deste país, estão os piores eleitores também. Os mais ignorantes, os mais estúpidos, os mais imbecis, que parecem ter uma vocação masoquista para serem pisados, humilhados e, mesmo assim, apanhando, vivendo na miséria, debaixo do tacão dos coronéis, acabam enviando para Brasília, essas figuras detestáveis e repugnantes como Renan Calheiros e Fernando Collor de Mello, de triste  memória. Quando o povo de São Paulo, o povo do Sul e das regiões mais ricas da federação demonstram desprezo e preconceito contra os nordestinos, a razão está bem centrada nisto — só votam em safados, em bandidos, em quadrilheiros. Com raras exceções, votam nos poucos honestos. Posso falar com toda a autoridade de quem viveu 14 anos no Rio Grande do Norte que, como os demais estados, não passam de verdadeiras “capitanias hereditárias”, dominadas por feudos, por clãs, famílias que há séculos mandam e desmandam nessas regiões. Bahia, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Maranhão, Pará e o Rio Grande do Norte são dominados por famílias que se sucedem invariavelmente sempre trocando  o poder por gente da mesma estirpe.
O triste de tudo isso e que infelizmente repercute em Brasília, repercute em nossas  vidas que esses políticos canalhas, vilões, nordestinos de há muito mandam e desmandam na política. Pior – com um número reduzido de votos. Enquanto um Aloisio Nunes Ferreira Filho (PSDB), um Eduardo Suplicy (PT), uma Marta Suplicy (PT), os três senadores por São Paulo, precisam conseguir mais de 10 milhões de votos, um Jader Barbalho, um Sarney, um Renan, Um Collor, esses vigaristas se elegem com menos de 100 mil votos, até 30 mil votos, como é o caso do Sarney, eleito e reeleito pelo Amapá sem nunca pisado lá! Uma vergonha inominável !!! E o povo trabalhador, o povo honesto de São Paulo, que todos os dias tem que derramar suor, sangue e até lágrimas, é obrigado a engolir um cretino deste em Brasília ditando leis e ordens. É uma vergonha!!!!
O PMDB, nas palavras ditas pelo ex-governador  do Ceará, Ciro Gomes, na madrugada do dia 26 de abril de 2010, em entrevista concedida à RedeTV, afirmou que “o  PMDB é um ajuntamento de assaltantes” e que ele achava que “Michel Temer era chefe dessa turma”. Nunca se soube que Ciro Gomes tenha sido processado ou que o PMDB tenha exigido uma retratação ou que apresentasse provas de sua grave acusação. Ciro Gomes não estava errado. O PMDB de hoje em nada lembra aquele PMDB do grande paulista Ulisses Guimarães, figura reta, ética e honesta e que lá nas profundezas do reino de Netuno, deve estar se contorcendo diante do que hoje é o seu PMDB. É um partido que reúne o que de pior existe na política nacional: Jader Barbalho que infelicitou esta nação ao presidir o Senado. Foi algemado e levado preso ao Tocantins por ordem de um corajoso e valente juiz federal. Voltou à Câmara Federal com os votos de um bando de otários, de cretinos do Pará. O PMDB tem entre seus “capos” maiores, Renan Calheiros e José Sarney que é uma vergonha para o país. Há séculos Sarney e seu clã – filhos, netos, cachorros, gatos e papagaios mandam e desmandam na Capitania do Maranhão, onde sua vontade é lei. É, ao lado de Alagoas, outro estado paupérrimo onde a fome campeia, mas esses cretinos, votam sempre nestas tristes figuras.
O PMDB é um partido fisiológico, um partido sem doutrina, sem rumo que, para atingir o poder, faz acordos, conchavos, barganhas e escambos com qualquer outro partido. Da mais extrema esquerda até a extrema direita, o PMDB se une à sapos e lagartos, cobras e qualquer outro interessado em trocar apoio por cargos, etc.    O PMDB  tem toda responsabilidade na construção desse verdadeiro desastre que foi  o apoio à eleição de Renan Calheiros, escolha esta combatida  pelos poucos políticos sérios do partido, Pedro Simon e Jarbas Vasconcelos. A união entre o PMDB e o PT é a ruína moral para o Brasil. Nas últimas eleições, o PMDB teve 16% de seus candidatos com ficha suja, no entanto, continua sendo o maior partido do Brasil, o que angaria mais votos, tendo assim, o maior número de prefeitos, deputados, senadores, etc. Isso mostra o quanto o brasileiro não sabe votar, escolhendo candidatos de um partido com uma longa história de envolvimento na bandalheira. Mas tudo isso tem sentido e objetivo — Renan Calheiros terá em suas mãos a chave de um cofre orçamentário de mais de R$ 4 Bilhões, quase 10 mil servidores, outros tantos nomeados sem concurso e ainda, para nossa tristeza será Renan Calheiros, o terceiro na linha sucessória da presidência da República e  presidirá o Congresso Nacional, um verdadeiro tsunami!
Nunca é demais lembrar que pesam contra  Renan Calheiros, acusações gravíssimas apuradas e agora encaminhadas ao STF – Supremo Tribunal Federal, leia-se Joaquim Barbosa, de Peculato (art. 312 do Código Penal), Falsidade Ideológica (art. 299 do Código Penal), Uso de Documentos Falsos (Art. 296 do Código Penal), que juntas lhe garante uma condenação que vai de 5 a 23 anos de cadeia! Há ainda a acusação de Renan ter desviado dos cofres do Senado mais de R$ 44 mil e apresentado notas fiscais frias para comprovar gastos. O Procurador Geral da República, Roberto Gurgel é um homem sério, honrado, confiável. Está no mesmo nível de um Joaquim Barbosa e sua acusação contra Renan Calheiros é legítima. Caberá agora o Supremo acatá-la ou não. Ver Fernando Collor de Mello agredindo o chefe do Ministério Público Federal, foi dantesco, foi triste. Um  verme alagoano de triste memória que arruinou a vida de milhões de brasileiros com seu desastrado confisco do dinheiro do povo, é lamentável. E pensar que este canalha está em Brasília graças o voto de um bando de imbecis que ainda são dominados pelas nefastas oligarquias nordestinas.



sábado, 26 de janeiro de 2013

FÉRIAS!

PEÇO MIL DESCULPAS AOS MEUS QUERIDOS SEGUIDORES, AMIGOS E LEITORES. ESTOU DE FÉRIAS MAS NA PRÓXIMA SEMANA, DIA 3 VOLTO A ESCREVER. FUI...!!!

quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

Falsos Pastores:

Governo concede passaportes diplomáticos para pilantras e trambiqueiros !


O ilustre Barão  do Rio Branco, fundador da moderna política exterior brasileira, deve estar se contorcendo no túmulo por conta das burradas estúpidas cometidas pelo Itamaraty. Desde que Lula chegou ao poder em 2003, a política  externa brasileira deu uma guinada de 180 graus contrariando aquilo que sempre marcou a ação da diplomacia brasileira, insculpida no texto constitucional  − autodeterminação dos povos, não-ingerência, respeito à soberania dos povos, etc. O Itamaraty sempre postou-se de forma amplamente conservadora, contemplando os interesses brasileiros marcantemente no chamado “Circuito Elizabeth Harden” (Londres, Paris, Washington e Berlim). Desde o início do século passado, o Brasil sempre se manteve de costas para a África, tratava com certo desprezo os países latino-americanos e ignorava completamente o Chile. Com o advento da Nova República, no governo José Sarney, foram lançadas as bases do Mercosul e o Brasil então voltou-se para a própria América do Sul. Com sua mania de grandeza e estupidez latente, Lula passou a sonhar com um assento numa cadeira no falido Conselho de Segurança da ONU e para isso, o Itamaraty redirecionou sua política rumo  à África e Lula então abriu uma nova etapa nas relações com os países pobres e subdesenvolvidos do continente negro, para isso empreendeu muitas viagens, perdoou as inúmeras dívidas externas desses países para com o Brasil e distribuiu sacos e sacos de dinheiro para essas nações na sua maioria governado por ditadores perversos, tudo isso com vistas a obter o apoio desses miseráveis para que o Brasil conseguisse a malsinada cadeira na ONU. Nada disso deu certo porque simplesmente que decide essas coisas na ONU  são os grandes e poderosos. Equivocadamente Lula se aproximou perigosamente do Irã, Cuba, Coréia do Norte, Venezuela, países em sua maioria governados por ditadores sanguinários. Essa política parece ter sido adotada para provocar o governo de Washington.
Lula também autorizou a distribuição de passaportes diplomáticos para seus filhos, parentes e aderentes, gatos, cachorros e papagaios. Um documento da maior relevância que à priori deveria ter  destinação específica para atender  “os superiores interesses nacionais”, virou  uma febre e desde o mafioso safado do Ricardo Teixeira, ex-presidente da CBF, passando por políticos, assessores e todo tipo de pilantras e quadrilheiros, despudoradamente passaram a receber este valioso salvo conduto. A ex-secretária de Lula em São Paulo, a Rosemary Noronha, mensaleiros e outros bandidos desta República foram presenteados com este mimo. O passaporte diplomático isenta seu portador de fazer “checkin” numa fila normal de aeroportos, pode embarcar e desembarcar de forma privativa, às escondidas do público, não precisa submeter-se ao crivo da polícia federal e tem entrada livre e desembaraçada em todos os países com os quais o Brasil mantém relações diplomáticas, ou seja, com praticamente todos. Pode levar em sua bagagem aquilo que bem entender, especialmente documentos e dinheiro de origem criminosa, sem ser molestado por nenhuma autoridade. Pressupõe-se que o portador de tal documento esteja representando o país e mereça toda credibilidade.
Agora, o Brasil foi surpreendido com a indigesta notícia estampada nos jornais e TVs, de que o Itamaraty acaba de conceder o passaporte diplomático para o “missionário” R.R. Soares e o “apóstolo” Valdemiro, ambos chefiam duas conhecidas denominações religiosas, campeãs do uso de horários no rádio e TV, com seus horríveis  programas religiosos, considerados e agora elevados à categoria de “autoridades Vips” deste país. É uma vergonha inominável, inaceitável com que este governo trata os assuntos sérios impondo à maioria de gente honrada e trabalhadora, atitudes que denigrem, deploram as ações do governo. Esse R.R. Soares esse Valdemiro, assim como Edir Macedo,Silas Malafaia e tantos outros pseudos-líderes religiosos, não passam de autênticos “vendilhões do templo”, figuras caricatas, canhestras, enganadores da fé que vivem da verdadeira extorsão dos incautos. Todos os dias aparecem inúmeras denúncias e acusações do péssimo comportamento desses patifes que enriqueceram de forma meteórica cujo dinheiro a origem é duvidosa, assim como sua movimentação. Constroem imensos templos, atraem multidões com suas pregações  que não passam de um teatro mambembe. Não passam de falso profetas, falsos moralistas e agora elevados à categoria de figuras importantes desta República, exatamente no mesmo patamar dos políticos demagogos, falsos, enganadores e bandidos que infelizmente infestam e entristecem esta nação. É sempre bom lembrar aquele casal pilantra e quadrilheiro, os tais “bispos”, Sônia e Estevam Hernandez, da famigerada Igreja Renascer, que foram presos pela imigração norte-americana  contrabandeando dólares na cueca, no meio da Bíblia. Essa pistoleira que se auto-proclama “bispa” Sônia acaba inclusive de lançar uma linha de perfume com o cheiro de Jesus Cristo. Isto é ou não um comportamento criminoso, um autêntico estelionato contra esses imbecis que acreditam nesses bandidos. Este é o tipo de gente perigosa, perniciosa que o Itamaraty está transformando em “autoridades” representativas de alto nível. É uma vergonha esta política adotada pelo Ministro Antonio Patriota, que, tangido pelo Palácio do Planalto, deve estar distribuindo esses documentos, da mesma forma que antigamente era praticada a “simonia”, quando religiosos vendiam falsos restos do Cristo. Para um país laico, esta incestuosa relação  entre este governo e esses pseudos-líderes demonstram o quanto existe de podre em Brasília, nesse troca-troca vergonhoso entre os políticos e esses falsos pastores. 

sábado, 12 de janeiro de 2013

Crise na Venezuela:


O chavismo de toga 

O que o mundo assistiu estupefato esta semana olhando para a Venezuela, beira a incredulidade, o surrealismo, onde, em poucas palavras, a presidente do Tribunal Supremo de Justiça, semelhante ao nosso STF, sacramentou um golpe branco nas instituições democráticas daquele país, se é que se pode chamar esse arremedo de regime, como uma democracia. Hugo Chávez agoniza, se é que já não esteja morto, num hospital em Cuba e o país agora entregue às mãos inexperientes de Nícolas Maduro, um capacho, um cão sabujo, um ser indigno que o ditador venezuelano colocou e indicou como seu sucessor. Impedido de tomar posse no dia aprazado, conforme manda a constituição, Chávez joga o país à beira de um descontrole institucional e mostra que ele controla a tudo e a todos, até mesmo os ministros da mais alta corte de justiça do país. O cúmulo disso tudo é que a maioria dos líderes sul-americanos, apoiam este golpe - Argentina, Uruguai, Peru, Equador, Bolívia, Cuba, não só os presidentes destes países foram à Caracas apoiar Maduro, como até mesmo a falida OEA  endossa o gesto. A presidente Dilma não chegou a manifestar-se publicamente, mas nos bastidores apoia e enviou Marco Aurélio Garcia à Havana para inteirar-se da situação. Não muda mesmo, continuamos sendo eternamente um amontoado de republiquetas de bananas dos trópicos, uma vergonha para as instituições democráticas sérias. O que se viu na Venezuela foi rasgar-se e pisar a constituição.  
Quando se noticiou, dias atrás, que setores da oposição venezuelana pediram que o mais alto tribunal do país se pronunciasse sobre a alegação chavista de que a presença do caudilho na Assembleia Nacional em 10 de janeiro para assumir o seu quarto mandato não passava de uma "formalidade dispensável", mais de um perplexo observador há de ter perguntado se os proponentes da manifestação do Tribunal Supremo de Justiça (TSJ) tinham perdido por completo a noção do que o autocrata Hugo Chávez fizera com as instituições do Estado na Venezuela, a começar do Judiciário, desde que chegou ao poder, há 14 anos.
Nesse período, ciente dos passos estratégicos que devia dar para assenhorear-se plenamente das instâncias estatais, ele aparelhou o TSJ, escolhendo a dedo 32 de seus integrantes, enquanto afastava os juízes que ousassem dar provas de independência diante do Palácio Miraflores, sem falar nas perseguições que levaram um deles à prisão e outro ao exílio. Pois essa corte de cartolina fez anteontem tudo que o chavismo queria - e mais. Torturou até que se amoldassem aos desígnios oficiais os artigos da Constituição que tratam do exercício da presidência e acrescentou uma barbaridade jurídica que seria hilária se não fosse uma pedra a mais na construção da "ditadura perfeita", como se dizia do arremedo de democracia no México de tempos idos, agora na sua encarnação bolivariana.
A Carta ordena que os presidentes venezuelanos tomem posse no décimo dia de janeiro do primeiro ano de seus mandatos, mediante juramento perante a Assembleia Nacional ou, se não puderem fazê-lo na Casa, no TSJ - na mesma data. No entanto, para acomodar os interesses do regime, a presidente do tribunal, Luisa Estella Morales, mansamente seguida por seus pares, preferiu entender que não há prazo nem local preestabelecido para o cumprimento do rito, quando obstado de início por um "motivo imprevisto", como se o câncer que obrigou o caudilho a voltar a Havana em dezembro para uma quarta cirurgia - e possíveis complicações pós-operatórias - fosse o proverbial raio em céu azul.
Além disso, decidiu o TSJ, tendo sido Chávez reeleito, nada muda na condução do governo, com o primeiro escalão respondendo ao vice Nicolás Maduro - uma razão a menos para Luisa Estella levar em conta o que considera filigranas constitucionais. Por fim, apenas o próprio presidente poderia pedir ao Legislativo que declarasse a sua "ausência temporária" - abrindo caminho para uma licença de 90 dias prorrogáveis por outro tanto. Só então, caso não reassumisse, seria decretada a sua "ausência absoluta", com a convocação de novas eleições (ou a investidura definitiva do vice, se o problema ocorresse nos dois anos finais do mandato). A exigência surrealista de que a solicitação seja feita de próprio punho induziu o oposicionista Cipriano Heredia, a imaginar, ironicamente, como o presidente faria isso se tivesse sido sequestrado.
Outro opositor, Julio Borges, foi ao fundo da farsa. "O que o TSJ acabou de dizer é que o presidente pode permanecer indefinidamente em Cuba, quando está claro que, ao menos neste momento, ele não está capacitado a governar", resumiu. Ou seja, enquanto estiver vivo, em qualquer condição clínica, Chávez continuará titular do governo. "É uma sentença típica de um Judiciário sequestrado por um partido político", diz o constitucionalista Pablo Álvarez. Ou seja, o TSJ deu ao Partido Socialista Unificado Venezuelano o tempo de que necessita diante de uma conjuntura cujo desfecho mais provável não se sabe quando virá.
O tempo é essencial também para que o vice Nicolás Maduro consolide, no aparato chavista de poder, a posição para a qual foi ungido pelo líder enfermo na sua fala de despedida de Caracas, e ainda para mobilizar os venezuelanos em torno da figura do eventual sucessor que não prima pelo carisma nem teve, sob Chávez, oportunidade de se achegar às massas. No país cujo Numero Uno falava pelos cotovelos e se esparramava pelas redes sociais, ele nem sequer tem conta no twitter.
(Adaptado sobre o texto do Editorial d'O ESTADÃO de SÃO PAULO de 11/jan/13)

sábado, 5 de janeiro de 2013

Deputado Dilador:


Dilador Borges assume vaga como deputado na ALESP


O empresário Dilador Borges Damasceno (PSDB), assumiu finalmente uma vaga como deputado estadual na Assembléia Legislativa do Estado de São Paulo, ainda na condição de suplente do titular Bruno Covas, que é secretário estadual do Meio Ambiente. É, de qualquer forma uma situação efêmera, precária e curta pois já em março de 2014, Dilador forçosamente terá que devolver a titularidade à Bruno Covas, eventual candidato para deputado federal pelo PSDB e que deverá nesta ocasião se desincompatibilizar de seu cargo no governo Alckmin. É mais um dos reflexos dessa forma equivocada de realizarmos eleições a cada dois anos (ver tema anterior deste blog). Assim, Dilador terá contra si várias frentes de pressão – o pouco tempo para mostrar ao eleitor que valeu a pena ter votado nele, sua capacidade de gestionar junto a governador Alckmin e seus secretários no sentido de trazer recursos e altos investimentos na cidade e região e, a enorme expectativa do eleitorado tucano de Araçatuba e região que teve que engolir derrotas seguidas frente ao PT. Certamente, Dilador terá quer mover rios e montanhas para assegurar que essas expectativas não se transformem em frustrações. O apoio do governador Geraldo Alckmin terá que ser cirurgicamente equacionado para fazer frente às enormes demandas. A burocracia não tem ajudado. Um exemplo é o problema do centro de radioterapia, a casamata já construída, pronta para ser utilizada e que, infelizmente só é lembrada quando o governador vem à cidade. Setores do Ministério da Saúde, da Secretaria estadual da Saúde não se entendem e continuam atrasando sobremaneiras o início da prestação desse importante serviço por parte da Santa Casa de Araçatuba.

No plano político, Dilador terá que convencer o eleitor de Araçatuba e região a lhe dar uma nova chance de melhor servir à cidade, conseguindo eleger-se na plenitude da titularidade da deputação estadual em 2014. A tarefa não será das mais fáceis. Dilador Borges terá pela frente que enfrentar grandes nomes da política local e regional que com certeza também se lançarão candidatos a uma vaga na ALESP.  Deverá ter como concorrente eventual, a própria vereadora Edna Flor (PPS), que  é de seu próprio grupo político e, nessa condição disputará voto a voto com o Dilador no mesmo espaço. Depois, teremos ainda como postulante, o vice-prefeito Carlos Hernandes (PMDB) ou o próprio prefeito Cido Sério (PT) ou talvez a 1ª Dama, Cidinha Lacerda, dependendo das negociações e entendimentos à partir do inicio do próximo ano. E tem mais – o ex-prefeito de Birigui, Wilson Borini (sem partido), o atual deputado Roque Barbieri, também de Birigui, mas que abocanha muitos votos em Araçatuba e região. Malgrado esses nomes, um sem-número de candidatos paraquedistas que, infelizmente graças à irresponsabilidade de milhares de eleitores de Araçatuba, arrancam muitos votos aqui e desaparecem. A vida de Dilador Borges não terá facilidade.   Normalmente representantes desses partidos nanicos e, vereadores sem a menor chance de se elegerem, se lançam candidatos mediante “negociatas e barganhas  espúrias” com esses eventuais paraquedistas com a finalidade de venderem apoio e alguns votinhos.

Um outro aspecto relevante dessa novel caminhada política de Dilador Borges, será sua difícil relação com o prefeito Cido Sério. Ambos, Dilador e Cido ainda não desceram de seus respectivos palanques e se tratam de forma agressiva e dispensável, violando o respeito e princípios republicanos de uma boa convivência entre os desiguais. Dilador anunciou em dezembro que pediria à vereadora Tieza para marcar uma audiência, um encontro com o prefeito, para, pelo menos ambos tomarem um café (tema anterior deste blog). Setores políticos avaliam uma enorme barreira. O prefeito Cido Sério anunciou paralelamente que não procuraria o eventual deputado por Araçatuba e diz contar com seus meios próprios junto ao governo tucano do estado (leia-se Deputado Roquinho Barbieri-PTB). Tanto Barbieri como Dilador estão na base de sustentação ao governo Alckmin. Será necessária a intervenção de fortes articuladores políticos acreditados junto ao governo Cido Sério e ao deputado Dilador para que esse cafezinho não fique frio pela demora em ser servido. Interlocutores de ambos os lados precisam desarmar não só o PT como o PSDB numa tentativa de mostrar que o que importa é o interesse público, é a união de forças independente de cores partidárias. Esta não será uma tarefa fácil. Dilador desde a eleição em momento algum reconheceu a derrota ou cumprimentou o prefeito como manda qualquer manual de etiqueta e boas maneiras. Por outro lado, o prefeito igualmente nunca cumprimentou Dilador por sua assunção à ALESP como representante de Araçatuba e região. Retornando à cidade neste final de semana já como deputado empossado, Dilador foi homenageado por seus próceres e amigos com um café na sede do partido onde falou aos presentes e à imprensa sobre suas pretensões como parlamentar. E, parece já querer pavimentar uma nova estrada buscando sua reeleição em 2014 ao tentar juntar os cacos do partido que saiu muito desgastado diante da derrota frente ao PT recentemente. Até mesmo este “escrevinhador” que abandonou a campanha tucana à prefeitura de Araçatuba por discordar dos rumos tomados e da escolha equivocada da vice-prefeita, recebeu gentil convite da assessoria de imprensa do novo deputado para este café. Esta certamente é uma demonstração de que Dilador tentará rearticular, reorganizar suas forças para enfrentar as batalhas acima descritas. Já  escolheu o ex-prefeito de Bilac, José Roberto Rebelatto para ser assessor na ALESP  pelo seu bom trânsito junto aos prefeitos e lideranças tucanas e aliados na região.