sexta-feira, 23 de janeiro de 2015

Eleições: Dilador foi traído!

Mais uma vez, Araçatuba sem representantes políticos!


Os prefeitos de Guararapes e Valparaíso, "tucanos" apunhalaram Dilador Borges pelas costas. 

Fevereiro marca o início dos trabalhos nas diversas casas legislativas do país – câmaras municipais, assembléias estaduais e no congresso nacional. Araçatuba, como que sendo uma triste sina, mais uma vez passará os próximos quatro anos sem ter representante quer em S. Paulo ou em Brasília. Novamente, os eleitores araçatubenses jogaram no lixo o importante instrumento de escolha, o voto, deixando de votar nos candidatos da terra, preferindo apoiar nomes de outras regiões em detrimento dos interesses da cidade. Desde há muito, os eleitores de Araçatuba apostam  milhares e milhares de votos em nomes de fora, em candidatos descompromissados com a cidade, ou mesmo candidatos que sequer vieram aqui pedir votos, como foi o caso do Tiririca que em 2010 obteve aqui mais de 6 mil votos e agora em 2014, uns 3 mil. Em 2008, Clodovil recebeu uns 2 mil votos sem sequer ter vindo à cidade. Isso sem contar o “caminhão” de candidatos da região e aqueles pseudos-candidatos da cidade que não reúnem nenhuma condição de se eleger, acabam atrapalhando aqueles com alguma potencialidade eleitoral. Neste diapasão, o empresário Dilador Borges (PSDB), acaba pela segunda vez pagando o pato ao não conseguir eleger-se à Assembléia Legislativa de S. Paulo, ficando como segundo suplente.

O grupo político que apóia Dilador Borges aguardava que o governador Alckmin chamasse alguns deputados estaduais eleitos para comporem o secretariado, contudo, isso acabou não ocorrendo, frustrando não só o próprio Dilador como também os mais chegados. Alguns mais radicais querem creditar ao governador paulista, uma falta de interesse na cidade, na região, em não ter prestigiado o candidato tucano. Mas, serenados os ânimos, é preciso avaliar se realmente o governador Geraldo Alckmin tem alguma responsabilidade neste caso ou se o eleitor araçatubense e regional não teria feito sua parte. Mais uma vez Dilador bate na trave e a bola não entrou. Com isso, quem foi grandemente prejudicada foi a própria cidade e região, pois vamos continua nessa situação humilhante de sempre correr atrás de deputados de outras comunas. Cidades com menor potencial eleitoral que Araçatuba, graças à união de sua gente, conseguem eleger deputados estaduais e federais.


Há que se destacar que o candidato Dilador Borges, até teve uma boa votação em Araçatuba onde já tem uma posição solidificada, mas eram necessários votos de outros municípios e o candidato tucano literalmente recebeu uma punhalada nas costas por parte dos prefeitos também tucanos, de Guararapes, o Dedê de Almeida e o Marcos Higuchi, de Valparaíso, de quem se esperavam um empenho maior. Em Guararapes, Dedê, chegado ao Dilador, estranhamente na última hora apoiou Marcos Zerbini (PSDB) que obteve 4.658 votos enquanto Dilador apenas 1.456. Alguém conhece ou ouviu falar desse Zerbini? Em Valparaíso, João Caramez, outro tucano, um paraquedista recebeu 3.223 votos e Dilador apenas 779. Em Penápolis, onde Dilador mantém uma empresa, gera empregos e paga impostos, recebeu míseros 900 votos. Tanto Dedê como Higuchi precisam explicar esses números e por que apoiaram outros candidatos, estranhos à região. 

sábado, 17 de janeiro de 2015

Fuzilamento do traficante merece aplausos!

Fuzilamento do traficante merece aplausos do Brasil !

Praticamente todos os dias são presas as tais “mulas”, pessoas que se sujeitam, por algum dinheiro a traficar drogas de todos os matizes principalmente proveniente da Bolívia e Paraguai. Quase que diariamente vemos mulheres e homens sendo presos nas rodovias de nossa região, muitos até com o entorpecente dentro do estômago. A polícia cumpre seu papel, mas isso não intimida nem diminui o tráfico pois essas pessoas e os traficantes sabem da certeza da quase impunidade, muitos usam menores o que dificulta a aplicação da lei, etc. Araçatuba, como a maioria das cidades brasileiras, está tomada, “ocupada” pelas drogas. Circulando por diversos bairros da cidade, à luz do meio-dia pessoas fumam livre e descansadamente maconha, crack etc. A polícia não dá conta. Prende menores, estes levados à delegacia, prestam depoimento e são liberados. Lares são destruídos, pessoas, carreiras massacradas. Famílias inteiras destroçadas pela ação nefasta da droga. Pais se desentendem, expulsam filhos que andam pela noite e dia tal quais zumbis insepultos. Vejam o drama da cracolândia em S. Paulo e a verdadeira carnificina nos morros cariocas em função da ação de traficantes e da venda de drogas. É um inferno sem sim!

O país acompanhou este episódio do fuzilamento do traficante brasileiro Marcio Archer, que foi preso ao tentar entrar na Indonésia com cerca de 13 kgs. de cocaína. País com uma das mais rígidas legislações sobre o tema e de orientação mulçumana, não concedeu clemência nem atendeu pedidos pela suspensão da pena feita por autoridades brasileiras. A presidentE se mostrou “indignada”, mas esta mesma presidente não se indigna com os milhares de fuzilamentos que ocorrem extra-oficialmente no Brasil por conta da “guerra” entre gangues de traficantes onde crianças, mães, estudantes, trabalhadores são mortos diariamente. Essa presidente não se indigna e não endurece as penas e as leis para coibir o tráfico e o consumo, mas usa de demagogia, de hipocrisia para aparecer nas mídias pedindo em favor de um criminoso, um bandido, alguém que ganhava dinheiro levando drogas e contribuindo para destruir lares pelo mundo. Mesmo ciente da grave e dura lei indonésia esse traficante desalmado não hesitou em entrar num país desrespeitando suas leis.

Pior são as pessoas tomadas por um espírito de compaixão, piedade, dó e amor ao próximo, defendem esse bandido condenando a penalidade imposta pelo governo de Jacarta. Bando de gente hipócrita, falsa, alienada e travestida de falsas virtudes peregrinas, sentimentos de religiosidade e pura cretinice em defender esta inversão de valores por simplesmente defender valores menores da sociedade brasileira que de há muito peca ao elevar a corrupção, a bandalheira, os desmandos, ao altar das virtudes éticas e morais. Gente desqualificada, gente baixa e imoral que prega um falso amor ao próximo ao criticar e defender um traficante como este, corretamente fuzilado e enviado para o inferno em boa hora! Esses pseudos-defensores dos tais famigerados direitos humanos, essa hipócrita e desmoralizada Anistia Internacional, colaboram de vez para rebaixar ainda mais o conceito do Brasil perante o mundo. Aqui é a terra do “jeitinho”, a terra onde não acontece nada com os bandidos e criminosos. Paraíso retratado nas telas do cinema mostrando vergonhosamente esse país do samba, do futebol, do carnaval, como paraíso acolhedor de bandidos e facínoras de todo mundo, onde um governo imoral, sujo acolhe um terrorista assassino, o Battisti, elevando-o a categoria de herói desse famigerado PT. Mas a Indonésia não é a “terra brasilis”. Lá a lei pesa e pesa muito. Não adianta esta cínica presidente telefonar pedindo clemência, que não será ouvida. O fuzilamento desse traficante merece reflexão, merece os aplausos do povo sério, honesto e trabalhador que não agüenta mais a violência, os desmandos e a corrupção neste país onde criminosos mensaleiros, ladrões do povo, são elevados ao altar de gloriosos heróis!  

domingo, 4 de janeiro de 2015

Uma Constituição imoral:

Uma Constituição legal, mas imoral!



Os defensores da ampliação do número de cadeiras nas câmaras municipais se valem daquilo que está estabelecido na Constituição Federal em seu art. 29, IV como se isso fosse algo sagrado, divino, oriundo de um colégio cardinalício composto de indivíduos inspirados pelo Espírito Santo cujas decisões devam ser cumpridas tal qual a lei mosaica. Como se tudo que está escrito no texto da Lei Maior fosse resultado da vontade de homens imbuídos de elevadas virtudes peregrinas. Mas sabemos que não é bem assim. O texto constitucional foi escrito por políticos eleitos pelo povo, muitos desses, com certeza a maioria buscando interesses meramente pessoais, setoriais e das camadas com maior força representativa. Nem sempre interessados na defesa do bem comum, ou daquilo que resulte em melhorias para o maior interessado no tema – o povo.

A Constituição em seu art. 5º, “caput” diz claramente que “Todos são iguais perante a lei”. Já começa por aqui o desvirtuar do texto. Sabemos que no Brasil existem castas sociais e alguns são “mais iguais” que outros. Há excessos de direitos e poderes para alguns privilegiados e outros, a maioria, carentes e desprovidos desta proteção legal. Abusos e exorbitâncias de poder são cometidos todos os dias, como ficou evidente no episódio dos juízes que mandaram prender agentes públicos, que, no exercício legal de suas funções encontraram estas autoridades praticando desvios de conduta. Até um simples Tenente da FAB, dias atrás “determinou” a prisão de um funcionário de uma empresa aérea por ter chegado atrasado para o vôo.

No art. 7º, a Lei Maior, no inciso IV diz que o “salário mínimo, fixado em lei, nacionalmente unificado, capaz de atender às suas necessidades vitais básicas e às de sua família com moradia, alimentação, educação, saúde, lazer, vestuário, higiene, transporte e previdência social...” Quer imoralidade maior que esta? Alguém em sã consciência pode reconhecer que um trabalhador brasileiro possa viver dignamente o salário mínimo?! É um ultraje, uma vergonha que até hoje, desde que foi criado por Vargas, o salário mínimo não tenha atingido um patamar compatível com estas tais reais necessidades vitais para uma vida digna do povo brasileiro.

Uma das maiores imoralidades insculpidas no texto da Carta Constitucional, é o art. 46º, § 3º que trata da eleição do senador com mais dois suplentes. É uma vergonha, uma aberração esta imoralidade cravada na Constituição Federal. Isto sim tem endereço certo e visa atender a interesses escusos, inconfessáveis. O eleitor vota num candidato a senador que arrasta mais dois suplentes totalmente desconhecidos. Vejam agora o caso do senador Eduardo Braga (PMDB), que será ministro das Minas e Energia e sua mulher o substituirá em, sua vaga no Senado Federal. Quantos votos ela teve? Nenhum!!! E a farra se espalha pelo Brasil. Em todos os estados, os senadores indicam em suas chapas, empresários desconhecidos que financiam a campanha, a mulher, filho, nora, sogra, gato, cachorro e papagaio. É a farra, a imoralidade desta vergonhosa Constituição. 

sábado, 27 de dezembro de 2014

Vereadores apunhalam os eleitores

Vereadores apunhalam os eleitores



Numa iniciativa pérfida, demagógica e totalmente desprovida de bom senso, o presidente da Câmara de Araçatuba, Jaime José da Silva, marca o triste final de seu período como presidente da Casa de leis, ao convocar para esta semana, uma sessão extraordinária com a finalidade de aprovar o aumento do número de cadeiras no legislativo araçatubense. Um gesto traiçoeiro, um gesto condenável pelo fato da população estar envolvida com os festejos natalinos, num período de festas, viagens, oportunidade em que o tema não poderia ser amplamente discutido. A população de Araçatuba, em pesquisas realizadas e manifestações, já deixou claro ser contra essa infeliz iniciativa, mas vereadores da base de sustentação do prefeito, como de regra, insistem em aprovar algo contrário ao interesse da maioria do povo.

A quem interessa essa impopular e inconveniente medida? Para quê se ampliar o número de vereadores? No quê isso irá melhorar ou trazer benefícios para o povo? Em nada! O vereador, especialmente esses de Araçatuba esquecem que estão lá eleitos pelo povo a quem juraram defender e representar, no entanto, mal tomam posse, esses vereadores apunhalam o eleitor, traem os votos recebidos e passam a agir apenas em função de seus interesses pessoais, fazendo acordos espúrios com o Executivo, no afã de obter cargos e espaços na administração, num troca-troca, numa relação incestuosa com o prefeito que, exige em troca desses favores imorais, a aprovação de suas iniciativas no plenário do legislativo.

Em nada melhorará ou trará benefícios para a população esse aumento do número de cadeiras, exceto o inchaço e o aumento do poder desse jogo sujo que busca acomodar parentes, compadres e apaniguados em geral em cargos comissionados sem concurso público, muitos dos quais sequer comparecem ao local de trabalho. Além de gerar enormes despesas com a reforma e ampliação do prédio para acomodar esses novos eleitos, sem contar a compra de equipamentos como computadores, mesas, impressoras, cadeiras e outros bens. É uma iniciativa que merece o repúdio da cidadania, a condenação daqueles que tentam à sorrelfa aprovar um projeto amplamente recusado pelo eleitor.

Registro veemente repúdio à posição da vereadora Tieza Marques, que sempre pautou sua conduta no legislativo, pela ética, pela moralidade pública e na defesa intransigente do interesse público. No entanto, afirma a vereadora ter discutido no seio do PSDB o assunto e decidiu votar a favor dessa repugnante iniciativa que visa apenas e tão somente atender a interesses escusos, inconfessáveis. Esse discurso inócuo, vazio de que se ampliará a representatividade, não passa de uma cortina de fumaça  esconder a verdadeira e lesiva iniciativa contra o interesse público.

Na contramão, Birigui que foi o município onde houve a maior ampliação do número de cadeiras, hoje luta para aprovar um novo projeto visando diminuir. Foi um erro político, uma infeliz iniciativa que apenas gerou transtornos e despesas, pois o prédio sequer tinha condições de abrigar mais vereadores. Agora Birigui deve com certeza aprovar uma medida reduzindo os representantes do povo. É um absurdo, um abuso que vereadores de Araçatuba ainda insistam nessa tramóia contra o eleitor e merece de todos nós uma veemente manifestação contrária a este gesto com único intuito de atender a interesses inconfessáveis daqueles que deveriam de fato defender a cidadania. 

domingo, 21 de dezembro de 2014

Nuvens Negras !

Nuvens negras no horizonte de Araçatuba!


Araçatuba termina o ano de 2014, em meio às grandes incertezas e instabilidades que prenunciam tempos difíceis para a política e para a administração municipal. De um lado, o prefeito Cido Sério (PT) inicia a segunda metade de seu mandato em meio a inúmeros processos e denúncias de irregularidades que vão desde desvios de verbas públicas à improbidade administrativa. De outro, a Câmara Municipal mergulhou-se num impasse com a eleição do vereador Cido Saraiva (PMDB), acusado por um banqueiro do jogo do bicho que está preso, de controlar esta atividade em Araçatuba. O vereador araçatubense já foi alvo de processo e até preso no passado por esta mesma razão e agora se encontra sob investigação da polícia civil. Mesmo assim, foi eleito como presidente do Poder Legislativo de Araçatuba, correndo-se o risco de amanhã ter que deixar o cargo em função desse problema.

A grande preocupação da população de Araçatuba, é que se advenha um profundo clima de instabilidade político-administrativa tendo em vista o constante troca-troca de autoridades diante dos costumeiros recursos por medidas judiciais tomadas a exemplo do que aconteceu em Birigui, onde o prefeito e o vice  foram cassados, substituídos pelo presidente da Câmara, que também fora cassado e isso gerou um vai-e-vem na porta o fórum causando danos irremediáveis aos trâmites normais da administração, demissões de  secretários municipais, gerando evidentemente prejuízos enormes à cidade. Teme-se que no aflorar de 2015, a justiça tome alguma medida que resulte no afastamento do prefeito Cido Sério e seu vice, Carlos Hernandes, a conseqüente posse de Cido Saraiva à frente do Executivo, para em seguida, por meio dos inconvenientes recursos, Cido Sério retorne o cargo e aí por diante.

Nesse quadro dantesco, o vereador Rivael Papinha (PSB) assume a presidência da Câmara e convoca um suplente para o lugar de Cido Saraiva, que, como Cido Sério, também corre riscos eventuais com a polícia e a justiça. A pergunta que não quer calar: “E aí?!” Vai virar uma confusão generalizada, institucionalizada num troca-troca desenfreado de cargos, demissões de secretários, novas nomeações, pondo em risco a governabilidade e ameaçando todo o quadro sucessório de 2016. Afinal, caso isso ocorra, esse prefeito-tampão ficará apenas 90 dias, pois a justiça eleitoral terá que convocar novas eleições para se completar o período deixado vazio por Cido Sério. Se este fato ocorrer logo no início de 2015, pode ser que ainda atraia bons nomes para a disputa, mas e se demorar? Quem vai querer ser candidato a prefeito por um período bem inferior a dois anos?

Vai ser uma situação ambígua, danosa para uma cidade como Araçatuba, que apesar dos problemas, passa por um enorme processo de crescimento e desenvolvimento econômico, atraindo muitos investimentos mesmo diante de uma crise que se avizinha. Empresários, investidores, comerciantes em geral, mostram-se apreensivos com as inúmeras denúncias que explodem contra o prefeito Cido Sério e esta situação confusa na Casa de leis. Toda essa instabilidade pode trazer prejuízos enormes e espantar novos investimentos na cidade. Tudo que a população almeja é que o barco navegue em águas tranqüilas, que as chuvas sejam abundantes, mas calmas, que molhem a terra onde o homem possa plantar e colher sem maiores percalços, afinal, vivemos na cidade, vivemos no município e todos desejam atravessar esse período sem maiores turbulências, nem tempestades. 

domingo, 14 de dezembro de 2014

A Comissão da Mentira do PT

A Comissão da Mentira do  PT apresenta relatório



Em mais uma palhaçada grotesca protagonizada por petistas ensandecidos, desequilibrados, a famigerada “Comissão da Mentira”, apresentou seu relatório depois de quase três anos de investigações pueris, direcionadas que visam apenas e tão somente, oficializar nomes de terroristas, de bandidos qualificados, tornando-os falsos heróis com direito à pensão vitalícia paga pelos cofres públicos. Afinal de contas, um partido que transformou em verdadeiros heróis, os ladrões condenados pela mais alta corte de justiça, o STF, o quê esperar? A apresentação teve lugar na presença da terrorista-mor, a presidente que derramou lágrimas da falsidade, lágrimas da mentira, tentando passar ao povo brasileiro, a idéia, a imagem de ter sido vítima de torturas e violências.

Na verdade, essa comissão constituída por um bando de petistas, uns paus-mandados, orientados e liderados por Pedro Dallari, petista xiita radical, busca imputar ao regime militar que governou o Brasil entre 1964 a 1985, crimes prescritos que já esquecidos pela Anistia promovida pelo general Ernesto Geisel. Ora  pressupõe-se que a anistia concedida aos políticos até então cassados e punidos pela Revolução Redentora de 1964, atingiu os dois lados não podendo agora ser questionada como querem setores radicais do PT. Tentam de todas as formas sepultar da memória do povo brasileiro, o período em que cinco generais presidiram este país. Quer esta famigerada comissão, entre outras coisas absurdas, que seja proibido comemorar a data de 31 de março de 1964.

É preciso não esquecer de que pelo menos 166 militares e civis foram mortos por atos praticados pelos diversos grupos terroristas da esquerda subversiventa, nos quais teve participação ativa inequívoca, José Dirceu, José Genoíno e a própria presidente atual da República, que cometeram inúmeros crimes à luz do Direito na época, entre os quais se destaca atos de terrorismo armado e assassinato de policiais, de militares e cidadãos civis, como assalto a bancos para fomentar o terrorismo. Esta maldita comissão apresenta um número de 377 pessoas que alegam terem sido assassinadas, presas, desaparecidas pelos militares e órgãos de repressão, mas em momento algum faz qualquer alusão aos militares mortos em combate. Estávamos numa guerra contra esses grupos terroristas hoje travestidos de heróis nacionais, uma luta contra o comunismo cubano e sua má influência. A comissão ignora os soldados assassinados pela esquerda.

Quer esta comissão mentirosa, que os atuais comandantes militares, do Exército, da Marinha e da Aeronáutica, reconheçam esses crimes a eles imputados. Isso é uma aberração jurídica sem precedentes! Como alguém, nos dias de hoje pode reconhecer crimes cometidos há 50 anos?!! O nosso Código Penal não permite essa insensatez, mas o PT, na ânsia de mostrar sua face de poder, quer pisar no ordenamento jurídico. O PT hoje mais se assemelha a uma verdadeira organização criminosa, abrigando entre seus pares, ladrões, corruptos condenados e envolvidos nos maiores escândalos de desvios e assaltos aos cofres públicos. Querendo abafar esses crimes, o PT tenta impingir ao passado, fatos inexistentes e cobrar punições a agentes públicos a maioria já morta.

terça-feira, 9 de dezembro de 2014

Papa argentino, Deus brasileiro!

O Papa é argentino, mas Deus é brasileiro!



Abuso de autoridade, carteiras, furar filas, exibir hierarquia e a célebre frase – “Você sabe com quem está falando?!”, são atitudes, gestos mal vistos e condenados por toda a sociedade, mormente num país que se diz democrático, onde deve prevalecer o Estado de Direito, onde aquela máxima constitucional deve ser a tônica – “todos são iguais perante a lei”. O problema é que alguns são mais iguais! Sintomas de uma sociedade capenga, doente, impregnada de desvios de condutas impertinentes, inoportunas e acima de tudo condenáveis, execráveis. Atitudes próprias de regimes fechados, sociedades provincianas, arcaicas, dominadas por um espírito de poder inexistente e exacerbado.

Dois episódios recentes no país trazem à luz essa discussão que se pensava estar sepultada, mas o ranço imperialista, o desejo de mostrar-se superior, acima dos demais, mostrou que pessoas que deviam servir de exemplos de conduta, exemplos de como se proceder publicamente, jogou na lama a imagem de toda uma categoria de servidores públicos, afinal, o juiz, o magistrado é, como qualquer outro, um servidor público, alguém que, por meio de um concurso público, ascendeu-se a uma posição de destaque, de realce, mas isso não lhe deu o poder, o direito de tripudiar sobre os humildes e exercer seu múnus público com exagero e abuso.

Tivemos o caso do juiz João Carlos de Souza Correia, do Rio de Janeiro, que, parado numa bliz policial, dirigia um veículo sem documentação e ele próprio também não portava documentos de identificação. Advertido por uma agente de trânsito, que cumpria seu mister, sentiu seus brios serem ofendidos e, deu voz de prisão à pessoa que, da mesma forma que ele, é servidora pública e cumpria seu dever. Este juiz processou a servidora que foi condenada a pagar-lhe uma multa de R$ 5 mil. O caso continua nos tribunais do Rio de Janeiro.

Agora, mais um caso de abuso de poder e autoridade, quando outro juiz, Marcelo Baldochi, de uma vilazinha do interior maranhense, chegou atrasado para o embarque, no momento em que a aeronave já fechada, se preparava para a decolagem. Procedimento técnico de segurança e rotina de qualquer aeroporto. Os funcionários jamais poderiam suspender o taxiamento, mandar abrir a porta do avião para que este “deus” brasileiro pudesse embarcar. Irritado, o juiz mandou prender três funcionários da companhia aérea.

Num país onde violar, desrespeitar a lei é algo corriqueiro, onde dar carteiradas nas portas de boates, bares, furarem filas nos mais variados lugares, virou uma rotina. O que surpreende que sendo dois juízes, dos magistrados que deviam sob todos os aspectos serem exemplos de caráter, de retidão pessoal e funcional, agem de forma a denegrir a imagem de uma das categorias funcionais que a cidadania confia. Esses dois magistrados, já estão sendo investigados e o CNJ precisa aplicar-lhes uma punição exemplar, afinal de contas, abusaram, extrapolaram de suas funções num lugar e num momento completamente inadequado, violando a lei e expondo humildes servidores públicos à execração, à humilhação.