quinta-feira, 2 de julho de 2015

LDO: Oposição derrota Cido Sério!

LDO: Oposição impõe derrota a Cido Sério!


O prefeito Cido Sério (PT) de Araçatuba experimentou esta semana a maior derrota diante da oposição na Câmara Municipal, ao ter seu projeto da LDO – Lei de Diretrizes Orçamentárias rejeitado por seis vereadores, fato, ao que tudo indica nunca antes ocorrido no legislativo e criou-se um impasse jurídico-institucional levando o próprio prefeito a declarar que sua equipe de assessores técnicos e jurídicos não sabia que rumo tomar diante desse “imbróglio” provocado exatamente com o voto do vereador Rosaldo de Oliveira (PROS), outrora participante da bancada de sustentação de Cido Sério e que agora, depois de ter seu mandato cassado, ser desprezado pelo grupo político do prefeito, por força judicial reassumiu sua cadeira, mesmo que incerta, mas tem imposto seguidas derrotas aos interesses do executivo.

Em tese, os vereadores da oposição não deveriam rejeitar a LDO. Deveriam efetuar emendas, alterar dados e valores, mas, desaprovar, não é comum nos legislativos mesmo em termos da votação do orçamento da União. A rejeição da LDO é uma verdadeira anomalia jurídica. Para o Conselheiro Sebastião Helvécio, do Tribunal de Contas de Minas Gerais, “... Quanto à LDO, tamanha a sua relevância programática, o ordenamento jurídico não cogita a possibilidade de sua não aprovação. Com efeito, a Carta Maior chega a vedar a interrupção da sessão legislativa sem que a aprovação do projeto ocorra: “a sessão legislativa não será interrompida sem a aprovação do projeto de lei de diretrizes orçamentárias” (CR/88, art. 57, § 2º). O Poder Legislativo tem a prerrogativa de emendar o projeto da LDO nos limites previstos na Constituição e interpretados pelo STF na ADI-1050-MC, Ministro Celso de Mello, DJ de 23/04/2004. A não aprovação da LDO, portanto, consiste em anomalia jurídica, configurando grave omissão do Poder Legislativo e inaceitável renúncia de seu poder-dever de representar a sociedade na formulação de políticas públicas, bem como de exercer o controle externo do Executivo.

Embora, represente inquestionável aberração jurídica o eventual insucesso na aprovação da LDO, configura a hipótese inarredável óbice à tramitação e aprovação da LOA, em respeito ao encadeamento das leis orçamentárias traçado pela Constituição Federal, devendo, nesses casos, a execução orçamentária seguir o rito do art. 166, § 8º, da CR/88 citado. O respeitável constitucionalista José Afonso da Silva afirma que “Essa possibilidade restitui ao Poder Legislativo uma de suas prerrogativas mais importantes — qual seja a de apreciar, discutir, votar, aprovar ou rejeitar qualquer tipo de projeto de lei. Não se nega — antes, se reconhece e se afirma — que é sumamente inconveniente a rejeição da proposta orçamentária”.  É preciso lamentar o que acontece com freqüência no âmbito municipal, em que vereadores, por puro capricho ou espírito de “vindita”, rejeitam propostas de orçamento do prefeito. A rejeição assim não é exercício de prerrogativa: é irresponsabilidade de quem não tem espírito público, e jamais será estadista. A rejeição só deve ser praticada em situação extrema de proposta distorcida, incongruente e impossível de ser consertadas por via de emendas, dadas as limitações para estas. [...] A Constituição dá a solução possível e plausível dentro da técnica do direito orçamentário: as despesas, que não podem efetivar-se senão devidamente autorizadas pelo Legislativo, terão que ser autorizadas prévia e especificadamente, caso a caso, mediante leis de abertura de créditos especiais. A não aprovação da LDO e a consequente inviabilização da aprovação da LOA, portanto,  consiste em anomalia, configurando grave omissão do Poder Legislativo, especialmente quando se pressupõe que haja a existência de um plano estratégico instrumentalizado no PPA.

De prático, a saída será o prefeito aplicar o orçamento de 2015, e na medida das necessidades pedir à Câmara a abertura de créditos suplementares. O fato da LDO não ter sido aprovada em nada altera nos repasses constitucionalmente obrigatórios que o Executivo deve fazer ao Legislativo. O Líder do prefeito, vereador Batata Mantovani questionou sobre esses repasses. O prefeito Cido Sério terá se submeter aos vereadores para conseguir promover alterações no orçamento, repasses, redirecionamento de verbas, etc. Acostumado a ter todas as suas proposituras aprovadas por sua bancada de vereadores comprometidos com a Municipalidade, Cido Sério, além dos inúmeros processos judiciais que responde, incluindo pelo menos 5 que pedem sua cassação do mandato, terá que se adequar a esta nova realidade diante desses meses que ainda restam de sua administração. Em suma, a situação já era difícil, ficou pior ainda.

quinta-feira, 25 de junho de 2015

Perseguição do PM na TV: O país da hipocrisia!

PM atira em marginais e sofre punição!


As redes de TV Band e Record mostraram ao vivo esta semana, perseguição feita por um policial militar de moto, no encalço de dois ladrões que teriam roubado uma moto. Em dado momento, o carona dos fugitivos atira seu capacete tentando derrubar o policial, isto fez com que o piloto perdesse o controle e caísse. No chão, ambos foram alvejados pelo PM provocando apenas ferimentos. Um tem 16 e outro 17 anos. Imediatamente o policial foi afastado de suas funções e uma enxurrada de críticas e elogios ocorreu na mídia em geral. O secretário da Segurança Pública disse que houve exageros, equívocos e que os meliantes estavam já rendidos. Rendidos?! Estavam caídos no chão, mas poderiam imediatamente se recompor e atirarem no agente da lei. Aí teríamos mais um policial morto, uma estatística, sua família sofrendo e os bandidos soltos, livres para agir.

Vivemos num país da total hipocrisia, da completa inversão de valores, onde os tais “di menor” contam com enorme cobertura de parte da mídia irresponsável, dos famigerados representantes dos “direitos humanos’, dos defensores de bandidos, além de uma lei omissa, canalha como é o Estatuto da Criança e do Adolescente e esta pérfida Constituição Federal. O agente público de segurança não conta com nada, além da sorte de voltar para casa no fim de mais um dia de árduo, penoso trabalho em defesa de uma sociedade hipócrita, uma sociedade leviana e irresponsável e grupos que fazem apologia a direitos corrompidos. Quando morre um policial civil ou militar, não se vê essa grita geral, essa preocupação de defensores dos direitos humanos nem de políticos, nem do governo e das autoridades. É apenas mais um que deu a vida pela sociedade. Não se vê preocupações com os familiares, mulher, mãe, filhos, irmãos desses valorosos heróis tombados em combate. Muitas vezes, graças à enorme burocracia, a família leva até anos para receber algum tipo de seguro, de proteção. Ficando na maioria dos casos ao desamparo.

É uma vergonha este comportamento do secretário Alexandre de Moraes, que se apressou em fazer juízo de valores, condenando o policial antecipadamente, sendo regido, empurrado pela mídia, pela opinião pública. Alguém já disse e é a pura verdade – bandido bom é bandido morto! Estamos vivendo dias difíceis com a violência sempre crescente, onde um policial ganha um mísero salário que o obriga a fazer bicos, já autorizados pelo governo, numa demonstração da total falência das autoridades em coibir a violência. Vemos ai, ações violentíssimas contra cidadãos deste país, sendo queimados vivos, esganados, esfolados, estuprados por menores que, por força do disposto legal vão para a Fundação Casa onde ficam no máximo 3 anos, sendo postos em liberdade, graduados na universidade do crime e voltam a delinqüir. E o governo, preocupado com opiniões de ONGs, da ONU etc. se posta ao lado do bandido, passa a mão na cabeça dos meliantes. Ao policial, não resta alternativa, se não a resignação de dobrar-se diante de seus superiores sendo alvo da chacota e do riso fácil dos bandidos que amanhã estarão nas ruas cometendo mais violências.

Defendemos que a idade criminal seja de fato reduzida para os 16 anos como parece ser este o caminho a ser trilhado pelo Congresso na apreciação desta medida. Quando um adolescente, um jovem sai para delinqüir, para matar, roubar, estuprar ele deixa de ser menor e simplesmente se transforma num bandido qualquer. A sociedade não pode mais ser condescendente, tolerante com esta situação. Aqueles que defendem os bandidos alegam que as cadeias vão lotar ainda mais. Contudo, é preferível ver os presídios lotados até a tampa por bandidos, sejam adolescentes ou não, que os cemitérios lotados de inocentes. Quem escolhe trilhar o caminho do mal, do crime, faz uma opção e deve responder por ela. Não há mais espaços para esses “coitadinhos”, vítimas da sociedade perversa. No Canadá, no Reino Unido, Alemanha, Estados Unidos, os policiais em geral são tratados por um profundo respeito da sociedade e, muitas vezes condecorados por atos, gestos de bravura em defesa da sociedade que juraram defender. E se hoje estivéssemos lamentando a morte desse valoroso policial? Não! O erro deste policial foi de apenas “ferir” esses dois vagabundos, precisa treinar mais sua pontaria para acertar no meio das fuças desses marginais. 

sexta-feira, 19 de junho de 2015

Venezuela: Dilma deve explicações!

Senadores são atacados na Venezuela!

Da mesma forma que seus irmãos siameses do Brasil, os petistas, grupos chavistas pagos, cercam o carro da comitiva de senadores brasileiros em Caracas. 

Uma comissão de senadores brasileiros – Aécio Neves, Aloysio Nunes Ferreira Filho, Cássio Cunha Lima (PSDB); José Agripino Maia, Ronaldo Caiado (DEM); Romero Jucá, Ricardo Ferraço (PMDB) e Sérgio Petecão (PSD), viajaram à Venezuela na última 5ª. Feira com a finalidade de averiguar “in loco” a situação de presos políticos e ouvir representantes da oposição daquele país que vive um momento de grande conturbação política, com graves denúncias de violações aos direitos humanos, cidadãos encarcerados sem sequer julgados e intensa perseguição aos meios de imprensa e à lideres de partidos contrários ao governo do ditador chavista Nícolas Maduro que tem claro apoio do governo petista do Brasil. Estranhamente na semana anterior, esteve no Brasil, o presidente da Assembléia Nacional, Diosdado Cabello, o Nº. 2 na hierarquia de poder daquele país que está violando a democracia, adiando “ad infinitum” eleições. Cabello que é acusado pelo governo dos EUA de estar envolvido com o narcotráfico internacional, encontrou-se com Lula e foi recebido pela presidentE Dilma Rousseff.

A comissão de senadores, antes de viajar já tinha recebido sinal negativo de que o governo de Caracas não autorizaria o avião da FAB a pousar em território venezuelano. Depois o governo voltou em sua posição e autorizou, mas tudo indica que a autorização fora apenas para “amaciar” as críticas. O pior estava por vir. Tão logo chegaram os senadores brasileiros foram recebidos pelo embaixador brasileiro, que apenas os cumprimentou e se retirou, levando a crer que o mesmo teria sido orientado pelo Itamaraty à abandonar os políticos brasileiros, que posteriormente, já dentro de uma van foram hostilizados por grupos sectários do chavismo, que agem da mesma forma ostensiva e agressiva que seus irmãos siameses brasileiros, os petistas. Criou-se um enorme tumulto na estrada que dá acesso à cidade impedindo que a visita prosseguisse. Sem condições mínimas de segurança voltaram ao aeroporto, que, estranhamente estava fechado! Seguiram-se mais agressões e violência que os senadores voltaram ao avião. Eles estavam acompanhados das esposas de Leopoldo Lopes e de Ledesma,  o prefeito de Caracas, preso em sua residência. A visita teve um fim inesperado com a volta dos senadores ao Brasil.

A questão agora é esta: Lula e Dilma sabiam e foram coniventes com esta recepção nada amistosa contra senadores de oposição no Brasil, foram covardes, irresponsáveis em concordar com uma viagem que sabiam, colocaria em risco a vida dos políticos brasileiros. O Itamaraty desempenhou um papel vergonhoso ao abandonar os representantes do Congresso brasileiro. O governo irresponsável, leviano de Dilma Rousseff precisa esclarecer as dúvidas. A presidentE, que como o PT apóia o governo Maduro, chegou a criticar os senadores brasileiros. O vice-presidente da Venezuela debochou no twitter da “recepção” o calhorda, o canalha, figura patética desprezível, o deputado petista Sibá Machado, igualmente riu, debochou da situação. Agora imaginemos se um dos paus-mandados do chavismo agredisse fisicamente, matasse um senador do Brasil?! Esse mequetrefe, esse dublê de presidente, esse projeto de ditador, Nícolas Maduro, vem ao Brasil e é recebido com tapete vermelho. Como pode dispensar um tratamento humilhante, agressivo, criminoso contra políticos que representam o povo brasileiro?!!!

O Senado Federal tem que tomar medidas duras e exigir do governo explicações sobre a omissão, a irresponsabilidade do Itamaraty, bem como exigir cobranças de explicações do governo de Caracas além de tomar medidas para levar o caso à UNASUL, ao MERCOSUL, OEA e até a ONU, pois foi-se o tempo em que o Brasil rugia grosso  e todos respeitavam. Assim como a Seleção de futebol do Brasil perdeu a vergonha, o poder e a glória, este governo irresponsável está levando a diplomacia brasileira para o esgoto. Uma hora vem esse índio cocaleiro boliviano e invade as instalações da Petrobrás, jogando a nossa bandeira no chão e o canalha do Lula nada fez, fechou os olhos. Outra hora a cretina da presidente argentina, pisa em acordos assinados e prejudica os interesses comerciais brasileiros. Nada acontece. Agora esse safado, esse canalha, esse gangster da Venezuela agride, ofende nossos senadores e tudo fica como está?!!! É um absurdo o que aconteceu e o povo brasileiro exige que o governo do PT preste explicações. Alguma punição, alguma medida precisa ser tomada contra este bandido que infelicita a vida do povo da Venezuela! 

quinta-feira, 11 de junho de 2015

PT quer sair da lama!

PT  tenta reerguer-se do lamaçal!

Vivendo o pior momento de sua conturbada história, o PT que realiza neste final de semana em Salvador, o seu 5º. Congresso Nacional, tenta reerguer-se, sair do atoleiro, do mar de lama que se encontra desde que estourou o escândalo do “Mensalão”, há 10 anos. De lá prá cá, o partido e o governo não conseguem deixar o noticiário policial, tendo seus principais líderes históricos, envolvidos, denunciados, julgados, condenados e presos pelas mais variadas razões. É bem verdade, que por conta de nosso frágil arcabouço jurídico, um festival de recursos e mais recursos, praticamente a maioria daqueles condenados pelo Supremo, já estão nas ruas e já envolvidos em novos escândalos, novas falcatruas. O governo da presidente Dilma Rousseff distanciou-se consideravelmente das linhas básicas e doutrinárias sempre defendidas pelo partido, provocando uma crise no relacionamento entre a presidente e os parlamentares, que inclusive esta semana assinaram, em sua maioria um manifesto com críticas ao governo, e às medidas tomadas na área econômica por um ministro nomeado pelo governo, que nada tem a ver com o petismo. Joaquim Levy, da mesma escola de Armínio Fraga (PSDB), ex-diretor do Bradesco, aplica remédios amargos e derruba teses, antes sagradas pelos petistas no que diz respeito aos direitos dos trabalhadores.

O PT vive um momento difícil. Perdeu o controle das duas Casas congressuais o que deixou a presidente refém dos caprichos de Eduardo Cunha e Renan Calheiros, ambos do PMDB, que fazem de tudo para dificultar e aprovar votações de interesse do Planalto. Graves acusações pesam sobre inúmeros petistas, muitos deles ligados diretamente à Lula, especialmente no escândalo de desvio de recursos públicos da Petrobrás. A situação agravou-se ainda mais esta semana com a denúncia de que a Camargo Corrêa fez doações de mais de R$ 4 Milhões de Reais ao Instituto Lula. Até agora, a lama desses escândalos não tinham respingado diretamente no ex-presidente. A CPI da Petrobrás aprovou a convocação de Paulo Okamoto, presidente da ong que promove eventos e palestras com o ex-presidente Lula. Vaccari, ex-tesoureiro do PT está preso por envolvimento na “Operação Lava-Jato”. Zé Dirceu, em prisão domiciliar vê a cada dia que passa a possibilidade de ser novamente preso e recentemente reclamou de Lula e Dilma pelo abandono que vem sofrendo.

Enfim, reunido em Salvador, o PT tenta sair do lamaçal da corrupção em que está metido, e sofre intenso bombardeio dos partidos de oposição, da mídia. O partido se faz de vítima, se julga alvo de uma campanha orquestrada para destruir a agremiação. Mas, o partido que, deveria promover uma “mea culpa”, tenta passar a imagem de que se outros partidos cometeram crimes, o PT também poderia fazê-los. Usam da máxima – se eles (os partidos) roubaram, nós também podemos! Rui Falcão e Jaques Wagner querem passar a imagem de que o PT não tem porque se sentir desonrado. O PT, ao longo desses 12 anos de governo entre Lula e Dilma, usou e abusou do direito de indicar seus apaniguados, protegidos em cargos de relevância em todas as instâncias de governo para assaltar os cofres públicos. O escândalo do “Mensalão” mostrou que a máquina pública foi intensamente usada para se extorquir, desviar dinheiro para o “caixa 2” de campanhas do PT e seus partidos aliados, notadamente o PMDB e PP. O partido aparelhou desde o mais simples cargo da República, chegando até a mais alta corte de justiça, o Supremo Tribunal Federal, com indicações de nomes de origem  duvidosa, comprometida com os interesses partidários.

Agora, o partido tenta sair do atoleiro, do lamaçal da corrupção jogando lama nos demais partidos. Está mais que provado o envolvimento de cabeças coroadas da agremiação nos mais variados escândalos inclusive até nesse tsunami que se abateu sobre a FIFA. Nem a construção do estádio corintiano de Itaquera escapa das manchas, da lama, pois claro está que houve favorecimento ilegal, isenções inconstitucionais envolvendo a construção do estádio que agora tem uma dívida bilionária impagável. O Senado Federal, por iniciativa do ex-jogador Romário, hoje senador, instalou uma CPI para investigar a atuação da CBF, FIFA e pessoas ligadas ao PT, como o agora deputado federal petista Andrés Sanchez, eleito na rasteira da festa corintiana, mas que, logo, com os primeiros depoimentos, poderão trazer luzes sobre este esgoto, em mais uma podridão envolvendo o PT e petistas. 


quinta-feira, 4 de junho de 2015

PT: O desemprego chegou!

PT: O terrível fantasma do desemprego chegou! 


Junho começa com números extremamente preocupantes: A taxa selic atingiu a estratosfera, quase 14%; Os juros do cartão de crédito passam de 600%; Se for usar saque do cartão de crédito, os juros passam e 2.300% (ao ano); a inadimplência dos moradores das casinhas do “Minha Casa, Minha Vida”, cresceu por causa do desemprego e este, o desemprego atingiu a casa dos quase 1 milhão de pessoas jogadas na rua da amargura. E este desgoverno corrupto, irresponsável quer que a população tenha paciência com as medidas amargas tomadas pelo ministro da Fazenda. Lula e Michel Temer dizem que temos, nós o povo que ter paciência. Mas de quem é a responsabilidade por esta dramática situação que estamos enfrentando?! Como o povo pode ter paciência com o desemprego batendo à porta, com os boletos chegando, as contas de água, Luz, telefone, etc. Deixando a maioria da população mais pobre, em polvorosa?! Certamente, só há uma pessoa responsável por esta trágica situação em que o país se encontra e todos sabem quem é – a mentirosa, a leviana e irresponsável Presidente da República, que, por conta de estar no ano passado numa campanha eleitoral, não tomou providências no sentido de mudar o curso maligno de sua política econômica e pior, mentiu escancaradamente, descaradamente ocultando dados, ocultando informações para tirar proveito político de uma situação enganosa.

Seu ex-ministro da Fazenda Guido Mantega, engrossando as fileiras da mentira, da enganação política, chegou a afirmar no ano passado, apesar de já estar sendo “fritado em óleo brando”, que “quebraria a cara quem apostasse no Dólar a R$ 3,00! Dilma Rousseff que, para evitar transtornos e especulações sobre a política econômica, deveria já no ano passado ter exonerado Mantega, preferiu deixar o Erário sangrar, o mantendo no cargo. Mas, o barco petista já fazia água. Hoje estão aí os terríveis resultados da omissão irresponsável, da mentira adotada pela então candidata que, levada pelo voto do povo cego, conseguiu a duras penas se reeleger. O governo, contrariando tudo que pregara em campanha, mudou regras e direitos dos trabalhadores e tomou medidas graves na economia, provocando um arrocho, um clima de incertezas e acima de tudo, desarticulou a cadeia produtiva. Hoje, graças à incompetência desse péssimo governo, temos os menores índices da poupança interna e o desemprego ronda as cidades brasileiras.

Não há pior cenário para um pai de família ou mesmo um jovem, que o fantasma do desemprego. Segundo dados divulgados agora, perto de 1 milhão de brasileiros foram dispensados. As elevadas taxas de juros, a alta nas contas de energia elétrica, água, etc. tornaram ainda mais fora da competitividade, os produtos brasileiros. Patrões receosos com o aumento de suas contas ao final de cada vez, como sempre optam por demitir. No rastro da demissão, vem um velho circulo vicioso já conhecido dos brasileiros: inadimplência, perda do poder de compra, perda de status social, dívidas e outros aspectos que acabam resultando até mesmo na deteriorização das relações familiares, com pais tendo que trocar filhos de escolas particulares por públicas, desarranjo nas contas que muitas vezes terminam em rompimento das relações familiares.


O PT, que dizia ser o partido que defendia os trabalhadores, é réu, é conivente com estas medidas austeras e contrárias ao interesse dos trabalhadores. A então candidata Dilma Rousseff afirmou em debates eleitorais que “não mexeria em direitos dos trabalhadores nem se a vaca tossisse”! E a vaca tossiu! Dilma e o PT, o PMDB e demais partidos que apoiaram esta candidata, mentiram, enganaram o povo, o eleitor. Para ganhar eleição, valeu ludibriar, maquiar os números que agora estão aí saltando diante de nossos olhos. Esses números elevadíssimos já vinham corroendo a economia como um todo, mas o PT optou por negligenciar, mentir, enganar o eleitor que, também irresponsavelmente preferiu ser levado pelo canto das sereias vermelhas e agora está aí o resultado disso tudo – desemprego em massa! Ninguém, nem mesmo o próprio governo sabem que rumo o barco desgovernado vai tomar. A corrupção, a roubalheira, os escândalos se sucedem todos os dias. A presidente sem moral perdeu poder, autoridade e está refém dos bandidos do PMDB que fazem e desfazem. E num cenário terrível como este, o cafajeste maior, o pilantra chefe, Lula ameaça com sua volta. E tem gente que acredita que deus é brasileiro! Creio diferentemente. Creio que o diabo se apossou do poder político no Brasil e vamos pagar caro esta travessia até 2018.

quinta-feira, 28 de maio de 2015

Angélica & Luciano Hulk: Somos todos iguais?

Angélica & Luciano Hulk: Somos todos iguais?

Bem nascidos, ricos, famosos e vitoriosos. Podem ser tratados como pessoas comuns?

A semana foi sacudida pela notícia de um pouso forçado de um avião de pequeno porte, próximo a Campo Grande (MS), que levava a bordo, os globais Angélica e Luciano Hulk, além dos três filhos pequenos, duas babás, piloto e co-piloto. Por perícia do condutor da aeronave que aterrissou de barriga sobre a vegetação e sem baixar o trem de pouso, nada de grave ocorreu, exceto susto, muita gritaria e leves escoriações. O fato em si, não traz nenhuma novidade, claro, a diferença é que se tratava de dois conhecidos nomes do mundo da televisão, que formam um dos casais mais admirados pelos fãs país a fora. Foi uma intensa movimentação de polícia, bombeiros, SAMU, o governador do Estado de Mato Grosso do Sul em pessoa, curiosos e imprensa.

Em Campo Grande, ao que parece, foram atendidos pelo SUS e tiveram alguns privilégios em detrimento do povão lá esperando. O próprio chefe do SAMU se ofendeu por terem favorecido o casal global. Enfim, aconteceu aquilo que parece óbvio – vivemos numa sociedade onde somos avaliados por aquilo que temos ou não no bolso, pelo sobrenome, status social, etc. É assim e não vai mudar. Sempre foi assim desde o início do mundo e por que seria diferente agora. Não vamos jogar pedras na Angélica e seu marido Luciano Hulk, ambos não furaram a fila nem pediram muito menos fizeram pressão para serem atendidos, muito menos, creio, não tentaram corromper funcionários do hospital. É a vida que é assim. Somos regidos por convenções estabelecidas lá no começo da humanidade. Seria hipocrisia, leviandade querer que o casal famoso ficasse sentado no meio do povão, daquela pobreza para serem atendidos! Muitos até criticam o fato das babás não terem nem seu nomes citados na imprensa, e que o piloto foi atendido num posto de saúde de bairro, etc. É assim e não vai mudar. Status é status, ponto final. Nome, nobreza tem quem pode quem tem uma gorda conta bancária! É assim que funciona nossa sociedade cuja Carta Magna diz que “todos são iguais...”, mas alguns “são mais iguais que outros”.

Imaginem o Sr. Barack Obama viajando sentadinho numa poltrona de um avião de carreira, ou mesmo a presidente Dilma Rousseff. Primeiro não teriam sossego porque o povo ficaria infernizando a vida deles pedindo autógrafo e querendo tirar fotos. Depois dessa praga de “selfie”. Pobre é inconveniente, mal educado, grosso. Não respeita limites, momentos, privacidade. Então, estes fatores é que determinam a posição de cada um aonde vai se sentar no avião, no teatro, no estádio. É pelo limite do cartão de crédito que essas situações se processam. Não adianta ninguém criticar, agredir é assim.  Pobre é pobre, rico é rico. Simples. Vivemos numa sociedade de castas, estamentos, tribos, grupos. É assim e não tem como mudar, exceto se você se tornar rico, famoso, vip, global, político. Não há outro caminho.

Antigamente até coisa dos anos 80, quem tinha po$$e$ comprava um título de “comendador”. Conheci um tão arrogante que exigiu no talão de cheque antes de seu nome, a palavra “comendador”. Hoje isso não existe mais e no Brasil os títulos de nobreza foram extintos com a República, mas alguns soberbos insistem em manter o status. Tem aquela figura ridícula em São Paulo, o tal Conde Chiquinho Scarpa, que diz ter herdado de seus ancestrais italianos. Ele vive no puro formol e leva a vida no botox. Perdeu o senso do ridículo indo nesses programas de quinta categoria da TV, participando de quadros dantescos e vexatórios. Mas... É o Conde Scarpa! Em Araçatuba, tivemos aqui uma figura admirada e respeitada na sociedade e no mundo empresarial, Elisio Gomes de Carvalho, que dizia ser um “comendador”. Imagine Elisio Gomes de Carvalho numa fila da madrugada na frente do AME ou NGA. Ele tinha pedigree e uma gorda conta bancária digna de um nobre! 

sexta-feira, 22 de maio de 2015

A abominável reforma política:

É possível crer numa reforma política séria?


Os congressistas estão debruçados sobre um novo projeto de lei que visa reformar o modelo político hoje vigente no Brasil. Temos uma enorme preocupação, pois pelo que se tem lido na mídia em geral, a tal reforma a ser proposta poderá ficar pior que esta em vigor. O presidente da Câmara Federal, deputado Eduardo Cunha (PMDB) age como um verdadeiro trator, derrubando tudo em sua frente e impondo com a maioria, sua vontade, que nem sempre é a vontade expressa da maioria do povo e sim visa acomodar interesses muitas vezes escusos dos próprios parlamentares.

Uma das maiores aberrações legais existentes hoje no modelo, é a figura do suplente de senador da República. Normalmente ninguém conhece ou sabe quem é o suplente deste ou daquele senador. Uma figura sombria, eleita sem um voto sequer, assume o posto de senador geralmente na ausência ou morte do titular. Na maioria das vezes, o candidato ao Senado, coloca como suplentes, a própria esposa, filhos, parentes e, via de regra, um empresário rico que certamente financiou a campanha.

Defendemos que a reforma em curso, contemple a figura do senador sem a necessidade de suplência. Na falta ou morte do titular, deveria assumir o candidato imediatamente mais votado, seja de qualquer partido. Isto sim representaria a vontade popular e acabaria com esta perniciosa prática de se “presentear” com um longo mandato de oito anos, um ilustre desconhecido. Sendo mais radical, defendemos até mesmo a extinção do senado federal tendo em vista que na prática, funciona como mero grupo de chancela dos atos dos deputados federais. Até a Itália estuda hoje extinguir o senado daquele país.

Eduardo Cunha defende a introdução de um sistema de votação para deputados, chamado “Distritão”. É, segundo especialistas políticos, um enorme retrocesso. Tão arcaico tão draconiano que só existe similar no Afeganistão e Jordânia! Pasmem! Defendo o voto distrital misto que obriga o parlamentar a ter raízes, compromissos com suas bases eleitorais, os distritos. Assim, contribui para acabar com essa praga conhecida como “candidato paraquedista”, que vem apenas nas épocas das eleições, arrebanhar votos e some. Evita também, que o povo vote em candidatos tipo “Tiririca”, geralmente artistas famosos usados por partidos para se elegerem e arrastarem consigo ilustres desconhecidos sem voto.

O financiamento das campanhas é outro ponto nevrálgico nesta discussão. Não há consenso. O apoio financeiro que grandes empresas e grupos empresariais dão aos partidos e aos políticos tem sido a razão básica, crucial da corrupção no país. Financiam campanhas, mas depois cobram através da propina. Como bem disse o delator do escândalo do “Petrolão”, Paulo Roberto Costa – “ não há almoço de graça”! Cria-se um relacionamento incestuoso entre partidos, candidatos e empresários e isso resulta no superfaturamento de obras, desvios de dinheiro público, etc. O país está cansado dessas denúncias diárias na imprensa.

Outra questão que a reforma em curso poderia implantar, seria por um fim nessa prática de eleições a cada dois anos. Entendemos que os prefeitos e vereadores a serem eleitos em 2020 tenham os seus mandatos estendidos, ampliados em dois anos para coincidir em 2022 com o mandato de governadores e do presidente da República, senadores, deputados federais e estaduais. Assim, a partir de 2022, ocorreria uma eleição geral, de vereador a presidente, escolhendo-se ainda os demais cargos. Com isso, o TSE economizaria milhões com um pleito a cada quatro anos e se acabaria com esse vício de um político se candidatar num pleito já de olho no seguinte e, na maioria dos casos, deixando de cumprir regularmente o mandato para o qual foi eleito, foco comum de corrupção na política.