sábado, 28 de fevereiro de 2015

Lula quer uma guerra civil:

Lula quer provocar uma guerra civil no Brasil!


O ex-presidente Lula ao discursar esta semana numa manifestação no Rio de Janeiro, segundo os organizadores, “em defesa da Petrobrás”, soltou como sempre suas verborragias, incitando os petistas a reagirem de forma física e violenta às provocações de manifestantes que pediam a saída da presidente Dilma. Lula lembrou que os petistas possuem um “exército” comandado pelo arruaceiro-mór João Pedro Stédile, líder dos “sem-terras”, que na verdade ninguém sabe ao certo sua profissão, do que vive, onde trabalha. Stédile não passa de um marginal, um desocupado arruaceiro pago com dinheiro sujo do  PT, muito desse dinheiro é público e entra nesses movimentos por meio de ONGs de fachada, criadas para acobertar as atividades subversiventas desses vagabundos invasores de terras alheias. Tudo sob o olhar criminoso e conivente do PT e do governo.

Ora, vivemos num país que se diz democrático, onde as manifestações político-partidárias são permitidas dentro daquilo que a própria lei estabelece. O artigo 17 da Constituição Federal em seu parágrafo 4º. diz que “ é vedada a utilização pelos partidos políticos de organização paramilitar”. Lula deve achar que está em Cuba, Venezuela, Coréia do Norte, Bolívia onde governantes ditatoriais usam costumeiramente de braços armados entre a população civil para coagir, intimidar, perseguir opositores políticos, imprensa, etc. O presidente regional do PT no Rio, também fez coro o discurso de ódio de Lula e incitou os militontos do partido a agredirem, darem porradas e socos nos manifestantes contrários.

É um absurdo os tempos em que estamos passando. Um governo eleito sob a dúvida de manipulação eleitoral, que usou de toda sorte de mentira e engodo, um verdadeiro estelionato eleitoral praticado de forma leviana e irresponsável pelo PT e sua candidata. Agora, a realidade nua e crua está aí batendo às portas do povo que se vê diante da elevação dos preços de combustíveis, energia elétrica, impostos, taxas e tributos para cobrir os erros, os desmandos de um governo ignóbil, um governo mentiroso que enganou a todos, um governo envolvido, atolado num mar de lama da corrupção, do assalto aos cofres da Petrobrás.

Para conter a insatisfação popular, a ira dos eleitores, o governo tenta comprar por meio da corrupção desenfreada os parlamentares para conseguir apoio e aprovação de suas medidas impopulares e desgastantes. Inúmeras marchas e bloqueios de caminhoneiros estão ocorrendo por todo o país anunciando para o dia 15 próximo, gigantesca mobilização popular nas grandes e pequenas cidades, quando a população sufocada pela elevação galopante dos preços e do custo de vida, vai protestar e pedir o “Impeachment” da presidente por absoluta incapacidade de gerir a administração pública. O governo petista de há muito se perdeu no comando da economia, ao distribuir de maneira farta e irresponsável dinheiro público para comprar votos e a consciência de eleitores. Agora a fonte secou e as medidas antipáticas que o ministro da Fazenda está tomando, provoca na população, uma enorme indignação e descontentamento geral. 

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2015

Dilma: Leviana e irresponsavel!

Dilma é leviana, irresponsável e mentirosa!


Após cerca de dois meses se escondendo do povo e da imprensa, por causa de suas burradas e mentiras logo no início deste segundo mandato, a presidentE Dilma Rousseff deu declarações aos jornalistas e, como sempre, metendo os pés pelas mãos, disse verborragias, falácias e estupidez, suas marcas registradas. Entre os absurdos, afirmou que “os escândalos na Petrobrás deveriam ter sido investigados lá por 1996,97... Evitaria que um funcionário ficasse aí uns 10 anos cometendo ilícitos...”. Os tucanos reagiram imediatamente. Fernando Henrique Cardoso afirmou que “Dilma age como alguém que bate a carteira e grita pega ladrão!”  A presidente não podia ter sido mais infeliz nessas declarações. Até mesmo setores petistas concluíram que ela se perdeu nas palavras. Ora, se de fato, os crimes dentro da Petrobrás começaram alhures, no governo tucano de FHC, onde estavam os zelosos deputados e senadores petistas que não fiscalizaram? Naquela época, um simples espirro do então presidente era motivo de um CPI.

Na verdade, orientada por Lula e pelos marqueteiros petistas, ela saiu da defesa para o ataque, mas começou mal. E mesmo que o fato não tenha sido investigado há tanto tempo, como, dois mandatos de Lula e mais um da própria Dilma, deixaram que a roubalheira corresse frouxa na estatal mais importante do governo? É inexplicável esta omissão, esta irresponsabilidade que Dilma agora tenta tirar das costas de seu governo e quem sabe jogar a responsabilidade lá para os governos gerais, no Século XVI. Quem sabe, Mem de Sá, Tomé de Souza ou Duarte Coelho sejam indiciados. Ter a humildade, reconhecer um erro e admitir a prevaricação, a conivência de Graça Foster, do PT, o seu partido, está fora de cogitação. É preciso um bode expiatório para levar a culpa que é apenas dos petistas e seus asseclas do PMDB e PP.

O governo mal começou o segundo mandato e já tem as mãos sujas de lama, metidas nessa roubalheira, nesse assalto aos cofres da Petrobrás, outrora o diamante principal da coroa brasileira, dilapidado, assaltado por esses ladrões protegidos e mancomunados com o mais alto escalão do PT. Não bastou o “ Mensalão” cortar a cabeça do ex-tesoureiro Delúbio Soares, para em seguida, seu sucessor, João Vacari Neto assumir e já envolver-se de corpo e alma no seio da quadrilha. Mas Vacari Neto tem “pedigree” e dos bons. Assaltou os cofres da falida cooperativa dos bancários do ABC, desviando dinheiro para campanhas petistas. Experiência no fino trato da ladroagem é que não lhe faltou. Esse PT não tem conserto, não tem remédio. Acostumaram aos desvios de conduta e mesmo após o “tsunami” que varreu muitos petistas com o “Mensalão”, essa máquina de roubar continuou intensamente funcionando mesmo durante todo o período do famoso julgamento.

Agora, vem a presidentE, com um cinismo crônico,  uma cara-de-pau deslavada, mentirosa contumaz, desavergonhada como que rindo da inteligência do povo, gozando de nossa paciência ilimitada e lança uma grave e irresponsável afirmação, de forma leviana contra o governo de FHC, um estadista que honra o Brasil, um homem com as mãos limpas, com a consciência de que realizou um governo limpo e honesto e vem essa descompromissada com a ética, com o respeito à “res pública”  , querem tentar se limpar sujando os outros. O governo de Dilma Rousseff chafurda na lama, não tem autoridade moral e histórica pelo elevado envolvimento de membros de seu gabinete, seu partido, nesta sujeira toda que envolve a Petrobrás. Agora inclusive mais comprometida por essa infeliz e inoportuna audiência em que seu ministro da Justiça recebeu os advogados dos acusados e envolvidos neste escândalo. Qual seria o teor, o a$$unto que o ministro teria a tratar com tais advogados, já que ele não é parte no processo? Isto a presidente, leviana como o é não responderá. 

sábado, 7 de fevereiro de 2015

Precisamos de novos partidos políticos?

Precisamos de mais partidos políticos?



Vários políticos de Araçatuba, estão se movimentando, colhendo assinaturas com vistas a dar condições para a criação de mais partidos políticos no Brasil. Edna Flor, Gilberto Batata, Rivael Papinha e o ex-vice-prefeito Antonio Barreto dos Santos, apesar de estarem filiados a partidos querem criar outros.  No país já existem registrados no TSE, 32 partidos e segundo se sabe, há movimentos tentando a fundação de pelo menos mais 41 novas siglas. O mais curioso disso tudo é que as pessoas que lideram tais movimentos, já são filiadas em partidos existentes, o que, em tese se poderia considerar como um gesto de infidelidade partidária, afinal, que interesse ou interesses existem para quem já estando regularmente filiado a um partido, deseje a criação de outros?

É uma vergonha, um acinte contra a cidadania tais movimentos, pois sabemos que a maioria dos políticos e filiados a partidos, com certeza sequer leram ou conhecem o estatuto partidário a que pertencem. Há um conflito ideológico imprevisível, misturando-se propostas e idéias totalmente contrárias, conflitantes. Como explicar que em diversos pontos do país, partidos diametralmente opostos, por meros interesses e caprichos locais se uniram como PT e PSDB, por exemplo, que, teoricamente, ideologicamente são opostos.  Mas nesse país desorganizado estruturalmente, politicamente, tudo é possível. Políticos pertencentes à siglas adversárias, de repente esquecem suas diferenças e se unem.

Nas fortes democracias européias e nos Estados Unidos, os partidos são organizações sólidas, firmes. Não se misturam não se juntam. Uma criança nos EUA quando nasce numa família tradicionalmente republicana ou democrata, segue essa tendência, como se torce por um time, são fiéis, leais indefinidamente e se identificam se confundem como é o caso da tradicional família Kennedy e outros ligados por laços indestrutíveis com o partido. Não se vê os políticos mudando de partidos todos os dias como acontece no Brasil. Tem político que a cada eleição aparece num partido diferente, o que contribui ainda mais para a total desagregação e desmoralização do sistema eleitoral brasileiro.

Hoje, o congresso brasileiro abarca 28 partidos. Claro, os mais expressivos, PT, PMDB, PSDB, PTB, PDT, PSB dominam, controlam a cena política. Os demais são meros coadjuvantes, são estepes, servem como suporte, como moeda de troca por cargos, por espaços no governo em todas as instâncias nacionais. Há casos de partidos que em nível federal apóiam o governo do PT, e nos estados e municípios, desobedecendo à hierarquia partidária, apóiam, se unem ao PSDB, etc. É uma total balbúrdia, uma desorganização político-ideológica que confunde o eleitor, misturam princípios, propósitos e idéias e destrói o principio da fidelidade partidária.

É necessária a criação de mais partidos no Brasil? Cremos que não! Esses movimentos que buscam estabelecer novas agremiações prestam um desserviço ao povo, à cidadania. No fundo, tais iniciativas são condenáveis, pois escondem a verdadeira intenção desses pseudo-donos de partidos. Ganhar espaços, barganhar cargos na administração, “vender” o tempo (segundos) no horário de rádio e TV, extorquirem dinheiro, benesses do poder, corromper, praticar o nefasto escambo numa relação incestuosa entre partidos e governantes. Enfim, o Brasil precisa de ação, de trabalho de empenho desses políticos na busca de soluções frente aos graves problemas nacionais. Criar novos partidos, aumentar o número de cadeiras para vereadores, é apenas uma cortina de fumaça a esconder os condenáveis e levianos propósitos de gente mal intencionada.

sexta-feira, 30 de janeiro de 2015

PT, um partido desmoralizado!

Escrevo desde a Pousada "Todas as Luas", na belíssima Praia de Itamambuca, em Ubatuba-SP.

PT, um partido desmoralizado, humilhado, desprezado!


Fundado em 1980, o PT – Partido dos Trabalhadores, pelo então líder sindical Luiz Ignácio Lula da Silva, o partido surgiu no cenário político nacional, empunhando as bandeiras da ética, da moralidade pública, no combate a corrupção e nos desmandos, no  fim do clientelismo político. Na transparência e na perfeita aplicação do dinheiro público. Com esse discurso moderno, moralizador, o PT ganhou as ruas, mas também sensibilizou grande parte dos intelectuais, artistas, escritores, filósofos que se juntaram à nova agremiação. De fato, os primeiros anos, as seguidas tentativas de Lula para chegar a presidência do país, mostravam um partido se fortalecendo à medida que colecionava derrotas, no entanto, ganhava mais e mais adeptos até mesmo entre a classe empresarial.

10 anos depois, o PT já mostrava músculos capazes de enfrentar a velha máquina governamental ao eleger senadores, deputados e governadores, tornando-se um forte concorrente cuja meta se concretizou com a eleição de Lula no começo dos anos 2000. Já no poder, o PT mostrava sua nova cara, aderindo às mesmas práticas que antes combatia, condenava. A sanha, a gana pelo poder fez com que o PT até expulsasse de seus quadros, deputados e senadores que não aderiam aos novos velhos “métodos” e nas práticas delitivas e criminosas. Aos poucos, aquele PT que antes reunia gente com elevadas virtudes peregrinas, chega em meio ao governo Lula a criar a maior organização criminosa destinada a solapar, a roubar o patrimônio do povo. Instalam-se em diversos órgãos da administração, verdadeiras gangues lideradas por José Dirceu, até então o “grão-vizir”, o homem mais poderoso do governo, que de uma sala ao lado do gabinete presidencial, controlava o “Mensalão”, uma farta distribuição de dinheiro público destinada a parlamentares para a compra de apoio ao governo. Nem mesmo todo o processo que resultou em diversas cassações, condenações, intimidou o PT e os petistas, continuaram nesta ação criminosa agora nos subterrâneos da Petrobrás e o “Petrolão”, este mais novo escândalo nacional com o desvio de bilhões e Reais, mancha ainda mais a imagem do partido que ganhou as eleições de 2014 através da mentira, da desconstrução de imagens dos adversários e do elevado abuso do poder econômico.

Dilma Rousseff, a então candidata à reeleição, quando indagada sobre a corrupção no PT, desviava o “rumo da prosa”, se fazia de inocente, ingênua e afirmava que “sobre corrupção em seu partido, ela não falava nada”. Era claro que naquele momento, o PT mais atrapalhava Dilma que ajudava. Seus marqueteiros a orientavam a mentir tergiversar. Dilma mentiu descarada e abertamente e logo em seu primeiro mês de governo, a realidade apareceu com as medidas econômicas tomadas pelo ministro Levy, medidas estas que a candidata dizia que era o PSDB que as tomaria. Ela mentiu tanto que teve que nomear um ministro formado na escola tucana, discípulo de Armínio Fraga, antes demonizado por Dilma. Hoje o PT é um partido que sangra um partido isolado, desprezado por seus parceiros e sofrendo críticas de outrora estrelas petistas como a senadora Marta Suplicy e o próprio Zé Dirceu. O partido carrega um estigma de ser corrupto, corromper, assaltar os cofres da União, tanto que Lula, preocupado, quer que as várias instâncias partidárias, até expulsem da agremiação, aqueles encontrados com as mãos sujas. Se isso for de fato verdade, não sobrará ninguém nem mesmo para apagar a luz!

Mergulhado em diversos escândalos de corrupção, roubalheira, desvio de verbas, improbidade administrativa, gestão fraudulenta, licitações criminosas, diversos grandes expoentes do PT foram condenados no processo do "Mensalão", entre outros e, quando este novo escândalo, o "Petrolão", atingir a classe política, não ficará pedra sobre pedra. Ser petista hoje é conviver com o sinônimo de ladrão, corrupto, antiético, bandido e sem vergonha. O PT para eleger seus candidatos, cometeu todo tipo de vigarice política, chegando ao cúmulo de Lula comparecer à casa de Paulo Maluf, um ladrão procurado pela Interpol, para pedir apoio ao então candidato Haddad. Além disso, ao longo dos governos de Lula e de Dilma, o PT juntou-se ao que de pior, de mais indigno, mais imoral, mais sórdido e sujo existe na política brasileira, ao apoiar e ser apoiado por políticos abertamente corruptos como Renan Calheiros, José Sarney, Jader Barbalho, Fernando Collor e outras tristes e desprezadas figuras do submundo da política nacional. Usando de meios e métodos nada republicanos, em sua sede pelo poder, o PT se rebaixou aos níveis mais odiosos e detestáveis da boa prática política, pisando na ética e na moralidade pública. Tornou-se o PT, o símbolo do mau caráter e do banditismo na atividade política.  

sexta-feira, 23 de janeiro de 2015

Eleições: Dilador foi traído!

Mais uma vez, Araçatuba sem representantes políticos!


Os prefeitos de Guararapes e Valparaíso, "tucanos" apunhalaram Dilador Borges pelas costas. 

Fevereiro marca o início dos trabalhos nas diversas casas legislativas do país – câmaras municipais, assembléias estaduais e no congresso nacional. Araçatuba, como que sendo uma triste sina, mais uma vez passará os próximos quatro anos sem ter representante quer em S. Paulo ou em Brasília. Novamente, os eleitores araçatubenses jogaram no lixo o importante instrumento de escolha, o voto, deixando de votar nos candidatos da terra, preferindo apoiar nomes de outras regiões em detrimento dos interesses da cidade. Desde há muito, os eleitores de Araçatuba apostam  milhares e milhares de votos em nomes de fora, em candidatos descompromissados com a cidade, ou mesmo candidatos que sequer vieram aqui pedir votos, como foi o caso do Tiririca que em 2010 obteve aqui mais de 6 mil votos e agora em 2014, uns 3 mil. Em 2008, Clodovil recebeu uns 2 mil votos sem sequer ter vindo à cidade. Isso sem contar o “caminhão” de candidatos da região e aqueles pseudos-candidatos da cidade que não reúnem nenhuma condição de se eleger, acabam atrapalhando aqueles com alguma potencialidade eleitoral. Neste diapasão, o empresário Dilador Borges (PSDB), acaba pela segunda vez pagando o pato ao não conseguir eleger-se à Assembléia Legislativa de S. Paulo, ficando como segundo suplente.

O grupo político que apóia Dilador Borges aguardava que o governador Alckmin chamasse alguns deputados estaduais eleitos para comporem o secretariado, contudo, isso acabou não ocorrendo, frustrando não só o próprio Dilador como também os mais chegados. Alguns mais radicais querem creditar ao governador paulista, uma falta de interesse na cidade, na região, em não ter prestigiado o candidato tucano. Mas, serenados os ânimos, é preciso avaliar se realmente o governador Geraldo Alckmin tem alguma responsabilidade neste caso ou se o eleitor araçatubense e regional não teria feito sua parte. Mais uma vez Dilador bate na trave e a bola não entrou. Com isso, quem foi grandemente prejudicada foi a própria cidade e região, pois vamos continua nessa situação humilhante de sempre correr atrás de deputados de outras comunas. Cidades com menor potencial eleitoral que Araçatuba, graças à união de sua gente, conseguem eleger deputados estaduais e federais.


Há que se destacar que o candidato Dilador Borges, até teve uma boa votação em Araçatuba onde já tem uma posição solidificada, mas eram necessários votos de outros municípios e o candidato tucano literalmente recebeu uma punhalada nas costas por parte dos prefeitos também tucanos, de Guararapes, o Dedê de Almeida e o Marcos Higuchi, de Valparaíso, de quem se esperavam um empenho maior. Em Guararapes, Dedê, chegado ao Dilador, estranhamente na última hora apoiou Marcos Zerbini (PSDB) que obteve 4.658 votos enquanto Dilador apenas 1.456. Alguém conhece ou ouviu falar desse Zerbini? Em Valparaíso, João Caramez, outro tucano, um paraquedista recebeu 3.223 votos e Dilador apenas 779. Em Penápolis, onde Dilador mantém uma empresa, gera empregos e paga impostos, recebeu míseros 900 votos. Tanto Dedê como Higuchi precisam explicar esses números e por que apoiaram outros candidatos, estranhos à região. 

sábado, 17 de janeiro de 2015

Fuzilamento do traficante merece aplausos!

Fuzilamento do traficante merece aplausos do Brasil !

Praticamente todos os dias são presas as tais “mulas”, pessoas que se sujeitam, por algum dinheiro a traficar drogas de todos os matizes principalmente proveniente da Bolívia e Paraguai. Quase que diariamente vemos mulheres e homens sendo presos nas rodovias de nossa região, muitos até com o entorpecente dentro do estômago. A polícia cumpre seu papel, mas isso não intimida nem diminui o tráfico pois essas pessoas e os traficantes sabem da certeza da quase impunidade, muitos usam menores o que dificulta a aplicação da lei, etc. Araçatuba, como a maioria das cidades brasileiras, está tomada, “ocupada” pelas drogas. Circulando por diversos bairros da cidade, à luz do meio-dia pessoas fumam livre e descansadamente maconha, crack etc. A polícia não dá conta. Prende menores, estes levados à delegacia, prestam depoimento e são liberados. Lares são destruídos, pessoas, carreiras massacradas. Famílias inteiras destroçadas pela ação nefasta da droga. Pais se desentendem, expulsam filhos que andam pela noite e dia tal quais zumbis insepultos. Vejam o drama da cracolândia em S. Paulo e a verdadeira carnificina nos morros cariocas em função da ação de traficantes e da venda de drogas. É um inferno sem sim!

O país acompanhou este episódio do fuzilamento do traficante brasileiro Marcio Archer, que foi preso ao tentar entrar na Indonésia com cerca de 13 kgs. de cocaína. País com uma das mais rígidas legislações sobre o tema e de orientação mulçumana, não concedeu clemência nem atendeu pedidos pela suspensão da pena feita por autoridades brasileiras. A presidentE se mostrou “indignada”, mas esta mesma presidente não se indigna com os milhares de fuzilamentos que ocorrem extra-oficialmente no Brasil por conta da “guerra” entre gangues de traficantes onde crianças, mães, estudantes, trabalhadores são mortos diariamente. Essa presidente não se indigna e não endurece as penas e as leis para coibir o tráfico e o consumo, mas usa de demagogia, de hipocrisia para aparecer nas mídias pedindo em favor de um criminoso, um bandido, alguém que ganhava dinheiro levando drogas e contribuindo para destruir lares pelo mundo. Mesmo ciente da grave e dura lei indonésia esse traficante desalmado não hesitou em entrar num país desrespeitando suas leis.

Pior são as pessoas tomadas por um espírito de compaixão, piedade, dó e amor ao próximo, defendem esse bandido condenando a penalidade imposta pelo governo de Jacarta. Bando de gente hipócrita, falsa, alienada e travestida de falsas virtudes peregrinas, sentimentos de religiosidade e pura cretinice em defender esta inversão de valores por simplesmente defender valores menores da sociedade brasileira que de há muito peca ao elevar a corrupção, a bandalheira, os desmandos, ao altar das virtudes éticas e morais. Gente desqualificada, gente baixa e imoral que prega um falso amor ao próximo ao criticar e defender um traficante como este, corretamente fuzilado e enviado para o inferno em boa hora! Esses pseudos-defensores dos tais famigerados direitos humanos, essa hipócrita e desmoralizada Anistia Internacional, colaboram de vez para rebaixar ainda mais o conceito do Brasil perante o mundo. Aqui é a terra do “jeitinho”, a terra onde não acontece nada com os bandidos e criminosos. Paraíso retratado nas telas do cinema mostrando vergonhosamente esse país do samba, do futebol, do carnaval, como paraíso acolhedor de bandidos e facínoras de todo mundo, onde um governo imoral, sujo acolhe um terrorista assassino, o Battisti, elevando-o a categoria de herói desse famigerado PT. Mas a Indonésia não é a “terra brasilis”. Lá a lei pesa e pesa muito. Não adianta esta cínica presidente telefonar pedindo clemência, que não será ouvida. O fuzilamento desse traficante merece reflexão, merece os aplausos do povo sério, honesto e trabalhador que não agüenta mais a violência, os desmandos e a corrupção neste país onde criminosos mensaleiros, ladrões do povo, são elevados ao altar de gloriosos heróis!  

domingo, 4 de janeiro de 2015

Uma Constituição imoral:

Uma Constituição legal, mas imoral!



Os defensores da ampliação do número de cadeiras nas câmaras municipais se valem daquilo que está estabelecido na Constituição Federal em seu art. 29, IV como se isso fosse algo sagrado, divino, oriundo de um colégio cardinalício composto de indivíduos inspirados pelo Espírito Santo cujas decisões devam ser cumpridas tal qual a lei mosaica. Como se tudo que está escrito no texto da Lei Maior fosse resultado da vontade de homens imbuídos de elevadas virtudes peregrinas. Mas sabemos que não é bem assim. O texto constitucional foi escrito por políticos eleitos pelo povo, muitos desses, com certeza a maioria buscando interesses meramente pessoais, setoriais e das camadas com maior força representativa. Nem sempre interessados na defesa do bem comum, ou daquilo que resulte em melhorias para o maior interessado no tema – o povo.

A Constituição em seu art. 5º, “caput” diz claramente que “Todos são iguais perante a lei”. Já começa por aqui o desvirtuar do texto. Sabemos que no Brasil existem castas sociais e alguns são “mais iguais” que outros. Há excessos de direitos e poderes para alguns privilegiados e outros, a maioria, carentes e desprovidos desta proteção legal. Abusos e exorbitâncias de poder são cometidos todos os dias, como ficou evidente no episódio dos juízes que mandaram prender agentes públicos, que, no exercício legal de suas funções encontraram estas autoridades praticando desvios de conduta. Até um simples Tenente da FAB, dias atrás “determinou” a prisão de um funcionário de uma empresa aérea por ter chegado atrasado para o vôo.

No art. 7º, a Lei Maior, no inciso IV diz que o “salário mínimo, fixado em lei, nacionalmente unificado, capaz de atender às suas necessidades vitais básicas e às de sua família com moradia, alimentação, educação, saúde, lazer, vestuário, higiene, transporte e previdência social...” Quer imoralidade maior que esta? Alguém em sã consciência pode reconhecer que um trabalhador brasileiro possa viver dignamente o salário mínimo?! É um ultraje, uma vergonha que até hoje, desde que foi criado por Vargas, o salário mínimo não tenha atingido um patamar compatível com estas tais reais necessidades vitais para uma vida digna do povo brasileiro.

Uma das maiores imoralidades insculpidas no texto da Carta Constitucional, é o art. 46º, § 3º que trata da eleição do senador com mais dois suplentes. É uma vergonha, uma aberração esta imoralidade cravada na Constituição Federal. Isto sim tem endereço certo e visa atender a interesses escusos, inconfessáveis. O eleitor vota num candidato a senador que arrasta mais dois suplentes totalmente desconhecidos. Vejam agora o caso do senador Eduardo Braga (PMDB), que será ministro das Minas e Energia e sua mulher o substituirá em, sua vaga no Senado Federal. Quantos votos ela teve? Nenhum!!! E a farra se espalha pelo Brasil. Em todos os estados, os senadores indicam em suas chapas, empresários desconhecidos que financiam a campanha, a mulher, filho, nora, sogra, gato, cachorro e papagaio. É a farra, a imoralidade desta vergonhosa Constituição.