sábado, 6 de fevereiro de 2016

Lula afunda com o PT

Lula está afundando com o PT!

Fundado no inicio dos anos 80 por metalúrgicos, intelectuais de esquerda, professores, liderados pelo então sindicalista Luiz Ignácio Lula da Silva, o PT nasceu sob a égide da bandeira na luta pela democratização do país, pela ética e decência na atividade política, respeito aos direitos humanos, direitos e conquistas dos trabalhadores, etc. Desde o início Lula conseguiu arregimentar uma grande parcela de lideranças políticas, civis, líderes sindicais que fortaleceram o sindicalismo, unindo várias correntes sob a bandeira da CUT, braço ativo do PT no meio dos trabalhadores. Lula representava a esperança de mudanças, de dias melhores na vida dos trabalhadores que quase que idolatravam este novo ícone nacional. O PT despertava paixões, sentimento que ia do ódio o amor. O PT arrastava milhares de fanáticos seguidores por todo o Brasil, pessoas humildes que se dispunham a vender botons, camisetas, adesivos com apologia ao partido, pelas ruas, pelas esquinas do país. Assim o partido foi crescendo, conseguiu eleger governadores, senadores, deputados, prefeitos, tornando-se uma razoável e respeitável bancada no congresso nacional. Lula por sua vez, depois de seguidas derrotas, conseguiu finalmente seu sonho, chegando à presidência da República no começo dos anos 2000.

Lula só chegou ao poder depois de derrubar um dos mitos internos do PT, que era não conversar, não negociar com partidos de centro e alinhados à direita e ao regime militar. Passando sobre esses dogmas, Lula aliou-se ao que de mais perverso existia entre os políticos brasileiros, dando as mãos para figuras detestáveis, corruptas notórias como Antonio Carlos Magalhães, José Sarney, Jader Barbalho e até mesmo Fernando Collor seu antigo desafeto. Aquele PT cheio de virtudes peregrinas, imaculado acabara de descobrir as belezas e “virtudes” do submundo da política nacional. José Dirceu, homem da confiança de Lula, organizou e comandou uma verdadeira quadrilha para assaltar os cofres públicos, com a ajuda de políticos do PMDB, PTB, PP, PDT, PR, etc. Tempos depois estouraria o maior escândalo de corrupção e roubalheira do dinheiro público, o “Mensalão”. Lula, em que pese os nomes mais fortes e proeminentes do seu partido, terem sido denunciados, processados e condenados, conseguiu sair ileso, mas sua imagem sofreu arranhões depois desse episódio.

O país mal engoliu o “Mensalão”, estourou o “Petrolão”. Denuncias, investigações e processos aos poucos chegaram à porta de Lula e seus filhos, hoje todos pegos com as mãos sujas de lama da corrupção. A prisão de Lula é uma questão de tempo. As últimas denuncias envolvendo o ex-presidente e sua esposa, nesse mal explicado episódio sobre o sítio em Atibaia e o apartamento triplex no Guarujá, não deixam dúvidas de que Lula está atolado até o pescoço num tenebroso escândalo que o arrasta e seu partido para o fundo de um poço. O PT por seu turno, está minguando, perdendo inúmeros filiados importantes, senadores, deputados federais, estaduais, prefeitos, vereadores que estão apavorados com a crescente desmoralização da sigla e temem serem punidos na próxima eleição, não se conseguindo manterem em seus cargos. O partido está sujo, envolvido através de seus mais destacados líderes em inúmeros escândalos de desvios de verbas públicas para pagamento de propinas, envolvendo os mais importantes empresários da construção brasileira, muitos dos quais, presos na operação “Lava-Jato”.  

quinta-feira, 28 de janeiro de 2016

PARTIDOS NANICOS COMEÇAM PRESSIONAR:

Eleições: Partidos nanicos começam pressionar


O líder regional do PSB – Partido Socialista Brasileiro, José Avelino Pereira (Chinelo), promoveu uma reunião esta semana entre diversos partidos nanicos da cidade, segundo ele, para discutirem a participação no processo eleitoral, criarem uma terceira ou quarta via, etc. Estiveram presentes representantes do PHS, PSD, PRTB, PPL, PTN, PTdoB, PROS, PEN, PSC, PTL, REDE (comprovadamente nanicos) e ainda o PMDB e o próprio PSB. Na verdade, esse discurso de “participar do processo eleitoral”, “oferecer apoio a programas de governo”, “mostrar representatividade”, etc. não passa de uma cortina de fumaça que esconde as verdadeiras intenções desses abutres da política. Claro que tem exceções, alguns outros estão cheios de boas idéias, sonhos, mas no meio dessas ovelhas inocentes, estão perigosos lobos sedentos pelo poder, ambiciosos e decididos a todo tipo de negociação, muitas das quais nada republicanas. Falam que representam outra via, dizem representar uma parcela da sociedade, mas esses partidos  em sua maioria não representam nada. Representam sim, interesses pessoais, escusos. São partidos de uma só pessoa, partidos de uma família ou de um pequeno grupo de interessados em tirar proveito político e econômico de situações evidentes.

Esses tais partidos nanicos não conseguem eleger sequer um vereador, mas se arvoram em anunciar que entre seus filiados existem pessoas com bom rendimento eleitoral. Claro, algum ou outro nome, empurrado por coligações nefastas, consegue ser empurrado no bojo da contagem de votos, não significando, contudo ter representatividade popular. Não é à toa que a Câmara de Araçatuba como a maioria no país, ocorre essa pulverização de partidos e representantes, gerando uma constante instabilidade político-institucional para o eventual eleito no executivo que terá que fazer uma verdadeira engenharia político-administrativa para acomodar todos esses interessados em cargos no governo. O Brasil necessita desse mundo de partidos? Cremos que não! A maioria é criada para acomodar situações individuais, pessoais e se proliferam como ervas daninhas, como uma verdadeira praga destruidora da mesma forma que essas igrejas evangélicas de ponta de esquina que se encontram aos milhares. Agem como verdadeiros abutres, exigindo benesses do poder, cargos e outras “cositas más”.

O prefeito Cido Sério (PT) aglutinou em torno de sua candidatura cerca de dezessete desses partidos nanicos. Para montar seu gabinete, foi uma luta. Victor Botelho, preside o minúsculo PTdoB. Desde que Noé desembarcou da sua arca, este cidadão vive pendurado nalgum cargo da administração municipal. Sem concurso público, sempre ocupou funções de confiança em nível de diretoria. Neste ultimo mandato, o prefeito quis se livrar de Victor Botelho e não o chamou para as “conversas” sobre participação no governo. Ele ficou de pé, durante seis horas na porta do gabinete, esperneou, foi à imprensa e criticou o prefeito. Por fim, conseguiu seu intuito e ganhou um “importante” cargo no zoológico de Araçatuba, onde administra uma mesa. É uma vergonha! Essa relação incestuosa, pecaminosa que se estabelece entre os agentes políticos e esses partidos que não passam de siglas de aluguéis, dispostos em vender seu tempo no horário de rádio e TV em troca de favores pessoais, cargos e oportunidades variadas. É aqui que nasce que germina a corrupção. Se tiver quem vende, tem quem compra. É assim que acontece na política brasileira em todos os níveis.

A política brasileira é uma vergonha só! Corrupção, roubalheira, desvios de conduta, improbidade em geral, são as marcas dos gestores, dos parlamentares em geral. Não se salva nenhum partido. Um imenso universo desses famigerados partidos, criados na maioria das vezes com intuito de abrir espaços de acomodação de forças que se digladiam sob a mesma sigla. Por que Kassab criou esse PSD? Por que Marina Silva saiu do PT, foi para o PV e agora essa tal Rede?! E a Erundina que também quer ter seu próprio partido?! É nesse ponto que a corrupção se evidencia, ganha espaço, nessas conversas por apoio a este ou aquele candidato. Apoio este em troca de benefícios pessoais. A última coisa que esses partidos estão preocupados é com o interesse público, com a cidadania. Estão preocupados em defender seus interesses pessoais, cargos, apaniguados, compadres. Quantos desses presidentes de partidos nanicos estão pendurados em cargos na prefeitura? Eles farejam oportunidades, o mercado eleitoral está em ebulição, existem dois nomes fortes no páreo, com gordas contas bancárias e é hora das negociações políticas. É triste, mas é verdade. 

sexta-feira, 22 de janeiro de 2016

Tomamos a liberdade de reproduzir na íntegra o editorial do Estadão intitulado "O asceta de Garanhuns", sobre a fala indecorosa de Lula, ontem, para uma platéia formada na maioria por blogueiros pagos com dinheiro público -- a única "imprensa" que Lula admite, na sua visão autoritária, fisiológica e coronelista de poder:


O asceta* de Garanhuns
21/01/2016 | 02h55
“Se tem uma coisa que eu me orgulho, neste país, é que não tem uma viva alma mais honesta do que eu. Nem dentro da Polícia Federal, nem dentro do Ministério Público, nem dentro da Igreja Católica, nem dentro da Igreja Evangélica. Pode ter igual, mas mais do que eu, duvido.” Lula continua achando que o brasileiro é idiota. Reuniu ontem blogueiros amigos para um café da manhã em seu instituto e, a pretexto de anunciar que vai participar “ativamente” do próximo pleito municipal, aderiu pessoalmente – já o havia feito por intermédio de seu pau-mandado Rui Falcão – à campanha promovida por prósperos advogados e seus clientes, apavorados empresários e figurões da política, para desmoralizar a Operação Lava Jato, que procura acabar com a impunidade de poderosos corruptos.

Lula conseguiu escapar penalmente ileso do escândalo do mensalão e, por enquanto, não está oficialmente envolvido nas investigações sobre o assalto generalizado aos cofres públicos. Os dois casos juntam-se numa sequência das ações criminosas que levaram dinheiro sujo para os cofres do PT e aliados e “guerreiros” petistas como José Dirceu, José Genoino e Delúbio Soares para a cadeia.

O que é inacreditável é que, como presidente da República e dono do PT, Lula não tivesse conhecimento do mensalão e do petrolão que desfilavam sob seu nariz. Assim, é notável o atrevimento – talvez mais estimulado pelo desespero do que por sua índole de ilusionista – com que o personagem, que ficou rico na política, se apresenta como monopolista das mais prístinas virtudes.

Só mesmo alguém empolgado pelo som da própria voz e pelas reações da platéia amiga cairia no ridículo de se colocar como referência máxima e insuperável em matéria de honestidade. “Pode ter igual, mas mais do que eu, duvido.”

Apesar de inebriado com as próprias virtudes, Lula encontrou espaço para a modéstia – infelizmente de braços dados com a mendacidade, que alguns chamam de exagero retórico – ao se referir ao combate à corrupção. Fez questão de dar crédito a sua sucessora, deixando no ar a pergunta sobre a razão pela qual os petistas esperaram oito anos, até que o chefão deixasse a Presidência, para se preocuparem com os corruptos: “O governo criou mecanismos para que nada fosse jogado embaixo do tapete nesse país. A presidente Dilma ainda será enaltecida pelas condições criadas para punir quem não andar na linha nesse país”. E arrematou, falando sério: “A apuração da corrupção é um bem nesse país”.

Lula não se conforma, no entanto, com a mania que os policiais e procuradores têm de o perseguirem, obstinados pela absurda ideia fixa de que ele tem alguma coisa a ver com a corrupção que anda solta por aí: “Já ouvi que delação premiada tem que ter o nome do Lula, senão não adianta”. Ou seja, os homens da Lava Jato ou da Zelotes não vão sossegar enquanto não obrigarem alguém a apontar o dedo para o impoluto Lula. Mas, confiante, o chefão do PT garante que não tem o que temer: “Duvido que tenha um promotor, delegado, empresário que tenha coragem de afirmar que eu me envolvi em algo ilícito”.

Lula falou também sobre a fase mais financeiramente próspera de sua carreira política, quando, depois de ter deixado o governo, na condição de ex-presidente faturou alto com palestras aqui e no exterior patrocinadas por grandes empresas. Explicou que é comum ex-chefes de governo serem contratados para transmitir suas experiências ao mundo. Quanto a palestrar no exterior para levantar a bola de empreiteiras que para isso lhe pagam regiamente, Lula tem a explicação que só os mal-intencionados se recusam a aceitar: “As pessoas deveriam me agradecer. O papel de qualquer presidente é vender os serviços do seu país. Essa é a coisa mais normal em um país”.

De fato, é muito louvável que um ex-presidente da República se valha de seu prestígio para “vender” os serviços e produtos de grandes empresas brasileiras aptas a competir no mercado internacional. Resta definir quando essa benemerência se transforma em tráfico de influência.

“Nesse país”, porém, qualquer um que manifeste dúvidas em relação à absoluta integridade moral do asceta de Garanhuns é insano ou mal-intencionado.”


*Asceta – ermitão, líder religioso de fanáticos.

quinta-feira, 14 de janeiro de 2016

Prá onde vai a candidatura de Luiz Fernando Ramos?

E a candidatura Luiz Fernando Ramos?


O anúncio da disposição da vereadora Edna Flor (PPS) em aceitar ser candidata a vice-prefeita ao lado do empresário Dilador Borges (PSDB), gerou uma série de eventos já nestes primeiros quinze dias do ano, desarticulando alguns grupos de pretensos candidatos, atropelando e esvaziando outros. O ex-prefeito Domingos Andorfato (PSD), apesar da insistência do presidente do partido, Antonio Barreto, anunciou que não concorrerá ao pleito. O prefeito Cido Sério (PT) segundos os bastidores políticos, preocupado com a movimentação tucana, até o final do mês poderá anunciar os nomes de três eventuais candidatos do seu grupo político. Entende que a disposição de Edna Flor precipitou os possíveis entendimentos fazendo com que os candidatos se mobilizassem mais rápidos diante da reação altamente favorável que a sociedade araçatubense recebeu a notícia da candidatura de Dilador e Edna. O PT, extremamente desgastado, de um lado pela péssima administração de Cido Sério e de outro, os sucessivos escândalos que abalam o partido que vê grandes nomes pularem fora da agremiação pondo em risco a própria sobrevivência da sigla em nível nacional.

Agora, uma candidatura que até o final do ano passado estava em forte evidência, diante deste novo quadro, parece estar perdendo fôlego, se esvaziando, perdendo espaços. Trata-se do empresário Luiz Fernando Ramos, do Grupo Lomy Engenharia, presidente local do PTB, que na prática dá sustentação ao governo Cido Sério através do vereador Jaime José da Silva (PTB), que desde o início se mostrou contrário a candidatura própria, preferindo continuar neste grupo liderado pelo PT. Nas rodas de conversas pela cidade, nos bastidores políticos, a pergunta que se faz é “Como Luiz Fernando vai levar adiante sua pretensão em ser prefeito de Araçatuba”? Do lado do prefeito Cido Sério, há um forte grupo político composto de pelo menos uns 15 partidos. Já do lado de Dilador Borges, o grupo envolve uns seis partidos. Aí a questão é – Aonde Luiz Fernando vai buscar sustentação política? Os demais partidos são nanicos, inexpressivos, pobres em lideranças que pouco ou nada ajudariam. Há rumores não confirmados de que Luiz Fernando Ramos teria como vice, a vereadora Beatriz Nogueira, hoje no Rede, da Marina Silva.

A vereadora Beatriz Nogueira, abandonou a canoa furada do PT, temendo dificuldades numa campanha para reeleição carregando a bandeira de um partido atolado num mar de lama da corrupção e da roubalheira. “Bia” é talvez a grande decepção na câmara municipal, com uma atuação débil, medíocre, pífia. Entra muda e sai calada no plenário com pouquíssimas e desastradas intervenções nos debates, como quando afirmou que os postos de saúde da prefeitura “atendem melhor que Unimed”. Foi alvo de chacotas e gozações. É uma figura arrogante e pouco ou nada agregaria na chapa ao lado de Luiz Fernando. Se candidatar a reeleição, corre o risco de ficar pelo caminho. Logo, a confirmar essa disposição do partido de Luiz Fernando Ramos em juntarem-se ao partido da Rede, as chances de vitória são remotas. Beatriz nem de longe tem o carisma, o nome e prestígio de Edna Flor. Há outro forte componente no seio do PTB. Político das antigas, experiente e esperto, o vereador Jaime que já bombardeava a candidatura de Luiz Fernando, pode usar estas razões para sepultá-la definitivamente. Seria um vôo de galinha. Jaime com certeza tentaria emplacar sua tese de manter-se aliado ao grupo de Cido Sério.

Durante o ano passado, Luiz Fernando Ramos investiu pesado para “vender” sua imagem junto ao eleitorado, com ações na televisão, jornais, atividades de caráter social reformando casas de pessoas pobres, etc. Contratou até os serviços de uma empresa de comunicação social. Contudo, a nosso ver, descuidou do lado prático de uma eleição, o assessoramento político, os contatos, as boas conversas para fundamentar uma boa estrutura que pudesse dar sustentação às suas pretensões de chegar à chefia do Executivo. A aceitação de Edna Flor em ser vice de Dilador Borges, atropelou o processo político-eleitoral de Araçatuba, precipitou a tomada de novos rumos, novas decisões e estas, atingiram de morte a candidatura de Luiz Fernando que terá enormes dificuldades em buscar e encontrar apoio sólido e eficaz. Ser apenas candidato a prefeito não é suficiente. O eventual postulante precisa ter um espectro, um horizonte amplo de opções com nomes fortes para disputa das vagas de vereador, além de ter a premente necessidade de espaço no horário de rádio e TV para expor suas idéias e propostas.

sexta-feira, 8 de janeiro de 2016

A questão do lixo:

Porque não confiar em Cido Sério


Araçatuba até hoje aguarda que Vania Grossi se retrate dessa leviandade criminosa quando atacou Dilador Borges e mentiu ao povo.(panfleto espalhado na campanha de 2008).

Mentir é uma das marcas indissociáveis do PT e suas principais lideranças. Prática nefasta, condenável, antiética, usualmente feita por petistas notadamente durante os períodos eleitorais em que se valem do engodo, da mentira, da enganação para convencerem os eleitores a votarem em seus candidatos. Nas eleições presidenciais de 2014, a então candidata petista Dilma Rousseff abusou deliberadamente da mentira para ganhar, como ganhou o pleito. Agora, com o cinismo que lhe é peculiar vem dizer que “não tinha exata noção do tamanho da crise”. Em Araçatuba, não é diferente. O prefeito Cido Sério, tentou enfiar goela abaixo os vereadores da Câmara Municipal, um projeto visando estabelecer mecanismos para uma PPP – Parceria Público-Privada para tratar do problema do lixo da cidade. O prefeito, sorrateiramente convoca os vereadores num dia de semana, pela manhã, quando a população trabalhadora não pode comparecer ao legislativo. E por que essa pressa em votar o projeto? Não poderia esperar uma sessão ordinária?

Em 2008, durante sua primeira campanha ao Executivo, Cido Sério e seus postulantes à vereança mentiram, enganaram, ludibriaram a boa fé dos eleitores afirmando que não venderiam o DAEA. A então candidata a vereança pelo PT, Vania Grossi, hoje vice-presidente do falido partido, chegou a espalhar pela cidade, panfleto agressivo, atacando o então candidato do PSDB, Dilador Borges, afirmando entre outras coisas que este “venderia o DAEA...e que administraria a cidade como uma empresa privada”. Cido Sério elegeu-se prefeito e, em surdina começou as tratativas para a concessão da autarquia de água e esgoto. Para felicidade do povo, Vania Grossi teve míseros votinhos e não chegou ao legislativo. Até hoje, a população espera que esta senhora venha a público e se retrate de suas levianas acusações, mas ela se cala. Durante os anos de 2009 e 2010 muitos comentários pela cidade sobre a situação do DAEA e que o prefeito estava discutindo institucionalmente o processo para a concessão, mas, irresponsavelmente o prefeito negava, ocultava todas as informações.

Em maio de 2011, em plena sessão da Câmara Municipal, o assunto ganhou acalorado debate e em dado momento o então Líder do Executivo na Casa, o vereador Joaquim da Santa Casa afirmou a plenos pulmões que “viriam sacos de dinheiro para aprovar a concessão”. Foi um escândalo. A Mesa Diretora chegou abrir um procedimento para investigar esta denúncia, que como esperado, não deu em nada. O projeto veio à apreciação dos vereadores e aprovado pela maioria situacionista. Pelo menos, a ex-esposa do prefeito Cido Sério, Cidinha Lacerda, candidata a deputada estadual recebeu um saco de dinheiro com R$ 900.000,00, pois a empresa concessionária OAS/SAMAR entendia em 2014 que ela tinha “forte perfil eleitoral”. Quebraram a cara e jogaram o suado dinheirinho da empresa no lixo. O tempo, senhor da razão serviu para mostrar onde Cido Sério se meteu e arrastou uma importante empresa do povo de Araçatuba. Hoje aí está o resultado dessa irresponsabilidade – o presidente da SAMAR/OAS preso no escândalo Lava-Jato, a empresa falida, desmoralizada e agora repassada a uma empresa coreana que ninguém conhece. Criaram-se uma agência reguladora apenas para agasalhar os apaniguados, os protegidos do PT e PMDB que nada fazem.

Hoje esta é a situação – Como confiar neste prefeito Cido Sério? Como confiar neste PT chafurdando no lamaçal da corrupção, da bandalheira, da roubalheira. Os principais líderes do partido que mais se assemelha a uma organização criminosa, foram condenados, presos e expostos a execração pública. Ainda bem que hoje a oposição no legislativo está em maioria e impediu que o prefeito num ano eleitoral cometesse este erro de entregar a coleta, tratamento e depósito de lixo em mãos irresponsáveis. O prefeito Cido que de sério só tem o nome, e seu famigerado partido não tem a mínima credibilidade, não tem capacidade moral para aprovar um projeto dessa amplitude e jogar a cidade numa situação de instabilidade política e social. As mentiras do PT para ludibriar o povo, ganhar as eleições no grito, merecem a repulsa de toda a sociedade que hoje condena este partido à extinção. O PT cometeu inúmeros erros e crimes e hoje paga pela ganância e a violência com que assaltou os cofres da República. Sucedem-se escândalos e mais escândalos que respingam sobre Araçatuba graças a esta maléfica administração que envergonha a cidade. 

quinta-feira, 31 de dezembro de 2015

2016: Dilador e Edna saem na frente!

Eleições: Dilador Borges e Edna Flor saem na frente!


A vereadora Edna Flor (PPS) declarou à imprensa esta semana que “autorizou” próceres políticos ligados aos tucanos de Araçatuba, a estudarem a viabilidade de seu nome ser parceiro de chapa junto ao empresário Dilador Borges (PSDB) com vistas a disputar a prefeitura em outubro próximo. Edna, que em 2012 desistiu de ser a vice-prefeita, agora diz que o legislativo “é muito limitado” às suas ações e intervenções em favor do povo, notadamente ao povo da periferia, aos mais humildes que tradicionalmente votam na vereadora por causa de suas bandeiras voltadas para o atendimento às necessidades, às políticas públicas que contemplem os mais pobres. Edna Flor tem forte atuação nos bairros de Araçatuba, há anos milita junto a movimentos sociais de defesa dos direitos humanos, tem destacada atuação junto aos coletores de materiais recicláveis. É vereadora reeleita há anos e na câmara exerce uma ferrenha oposição ao PT e ao prefeito Cido Sério. A maioria das proposituras, projetos e iniciativas de Edna Flor vão para o lixo, pois os vereadores da base governista votam sempre contrários à aprovação dessas iniciativas, mas a vereadora sempre que necessário recorre ao Ministério Público, para ver atendido simples requerimentos de informações.

Por seu lado, o empresário Dilador Borges, deseja e demonstra uma enorme força de vontade para que este entendimento se concretize. Em 2012 Dilador frustrou-se com a desistência de Edna Flor e na última hora teve que engolir a candidatura-suicida da ex-vereadora e ex-primeira-dama Clarice Andorfato, como sua vice, que não era bem aceita por grande parte do grupo que apoiava Dilador Borges além do enorme desgaste que o nome Andorfato possui na cidade. Como era previsto, a candidatura de Dilador-Clarice afundou com uma enorme diferença de votos em relação ao petista Cido Sério. Mesmo assim, Dilador e seus principais assessores e pessoas próximas nunca desistiram do apoio e da presença de Edna Flor numa nova tentativa de se chegar ao executivo araçatubense. Agora, com certa antecedência, as discussões sobre a eleição municipal de 2016 começam e sem dúvida Dilador toma certa dianteira em relação aos demais candidatos usualmente discutidos pela população. Ao dar o sinal verde para que seu nome seja apreciado Edna Flor se antecipa aos fatos.

Ao reunir nomes como Dilador Borges e Edna Flor, os partidos PSDB e PPS, provavelmente com o respaldo, o apoio do PROS, PV, Solidariedade, DEM e até o PSB do Chinelo, abre uma ligeira vantagem em relação aos demais partidos, especialmente no quesito honra, caráter, dignidade, decência, credibilidade pública. Ao passo que partidos como o PT, PMDB, PTB, PDT, PP e outros ligados ao governo lulo-petista, atolados num mar de lama, em infindáveis escândalos por roubalheira, corrupção e outros mal feitos, tanto Edna Flor como Dilador Borges apresentam ao eleitor, uma ficha absolutamente limpa, irretocável de duas personalidades políticas de Araçatuba com as mãos limpas, um passado honrado, família estruturadas, respeitadas que jamais se envolveram em falcatruas, corrupção ou qualquer tipo de desvio ético ou assemelhado. Edna Flor é uma advogada humilde, simples e seu único tesouro acumulado ao longo de toda uma vida pública, é ter um nome limpo, admirado, respeitado por todos. Mesmos os adversários enxergam nestes dois nomes, virtudes e qualidades de poucos.

Assim, a disputa eleitoral de 2016, se descortina para um horizonte extremamente favorável para o grupo político dos tucanos de Araçatuba que certamente, graças à incompetência, incapacidade administrativa, inúmeras denúncias de improbidade administrativa, vários processos que o prefeito Cido Sério responde perante a justiça comum, justiça eleitoral, justiça federal, certamente vão contribuir para que o eleitor já ressabiado com este desastre representado pelo PT e pelos petistas há de avaliar com cuidado as propostas e nomes colocados à avaliação pública. Em matéria de dignidade, honra e credibilidade, os nomes de Dilador Borges e Edna Flor, recebe do povo, do eleitor araçatubense, o máximo respeito. A decisão tomada por Edna Flor tranqüiliza o ninho tucano e certamente tira o sono dos eventuais adversários que vão ter uma enorme dificuldade em encontrar um nome à altura do caráter, da dignidade pessoal desta grande vereadora de Araçatuba cujo nome as pessoas logo associam a alguém com dignidade e respeito entre seus pares, jamais tendo suas mãos sujas ou seu nome envolvido no costumeiro lamaçal da corrupção, tão característico doa políticos de uma maneira geral. 

sábado, 26 de dezembro de 2015

Chico Buarque sente a intolerância do PT

Chico Buarque sente a intolerância criada pelo PT


O compositor e cantor Chico Buarque foi alvo de severas reprimendas por parte de militantes anti-petistas quando deixava um barzinho no Ipanema. Ele foi confrontado, cobrado, agredido, xingado pelos presentes por sua atuação e posição político-partidária, ao defender o governo petista, fazer apologias e até debochar daqueles contrários ao governo que aí está. Este comportamento é reprovável, condenável, até porque todos os cidadãos, celebridades ou não, têm o direito de se manifestar a favor deste ou daquele partido, desta ou daquela ideologia, doutrina. Com Chico não seria diferente. A Constituição garante a todos a livre manifestação do pensamento e, ter um posicionamento político é acima de tudo exercer cidadania, é agir democraticamente, pois vivemos num país tido como democrático. Mas, Chico Buarque está apenas colhendo aquilo que os petistas, que o próprio PT, através de suas mais expressivas lideranças nacionais, criou – a intolerância! Foi nada mais, nada menos que o próprio Lula que, amedrontado com as novas e crescentes manifestações populares até então inexistentes, fez ameaças contra àqueles que se opõe ao governo que aí está, dizendo entre outras coisas, que “poria o exército de Stédile nas ruas!”.

João Pedro Stédile é uma figura conhecidíssima nos meios da agitação subversiva do MST, apresentando-se como líder, como coordenador deste movimento ilegítimo, mas que o governo petista reconhece, concede verbas, apóia e dá sustentação às marchas, às invasões de terras por parte desses desocupados, essa gente usada e manipulada pelo PT via MST, afinal de contas, o MST não sendo uma entidade registrada, dona de um CNPJ recebe verbas federais via essas ONGs que disfarçadamente atuam no campo promovendo a baderna, a agitação. E esse Stédile é respeitado pelos petistas, recebido em palácio como autoridade constituída ao ponto de Lula citá-lo como “chefe de um exército” capaz de enfrentar as pacíficas manifestações do povo contra o governo. O próprio Stédile publicamente já fez inúmeras e reiteradas ameaças de “banho de sangue” e bizarrices do tipo, para amedrontar, assustar os manifestantes que protestam contra a presidente Dilma. E simplesmente, absolutamente esse comunistóide tupiniquim jamais foi intimado pela Polícia Federal por incitar a violência, pregar a desordem.

Foram os petistas que provocaram todo tipo de violência para impedir que a jovem blogueira cubana Yanes, em visita ao Brasil pudesse falar. Usando de jagunços, agitadores a soldo do PT, fizeram de tudo para impedir a jovem oposicionista ao regime comunista dos irmãos Castro’s na ilha cubana, falasse ao povo brasileiro, numa exemplar manifestação “democrática” de se dar oportunidades a todos para exporem seus pensamentos. Foi a cadavérica, a zumbi insepulta filósofa-mor do petismo, Marilena Chauí que fez discurso irracional pregando contra a classe média, contra a direita. E pensar que a “aprendiz de feiticeira” de filme de terror Marilena Chauí renega a classe média e recebe um “pequeno” salário de mais de R$ 30 mil para ensinar as bobagens, as irracionalidades do pensamento dessa esquerda anarquista, dessa esquerda arruacenta, calunienta, demagogista e difamatória contra os opositores ao governo de corruptos e ladrões liderados pelo PT. Ainda recentemente o pau-mandado da CUT ameaçou dar porradas nos manifestantes que pedem o impeachment da presidente Dilma.

Também, nunca é demais lembrar o recente acampamento de jovens diante do congresso que pediam pacificamente o impeachment da presidente, foi “dissolvido” de forma muito “gentil” por hordas violentas lideradas pelo PT depois de um discurso do deputado Sibabaca Machado, ameaçando retirar esses manifestantes na porrada. Então, não se explica o chororô, a solidariedade da presidente Dilma e do próprio Lula ao Chico Buarque depois deste ter sido violentado em seus direitos de cidadão – de se expressar e ir e vir. Foi o próprio PT que criou essa “guerra” de classes no Brasil jogando negros contra brancos, pobres contra ricos, gays contra héteros, cotistas contra não-cotistas. A intolerância, um veneno, um câncer deveria ser combatida pelo governo, mas o próprio partido do governo, o PT não reconhece os direitos daqueles que pensam diferentes deles e agem com violência, com intimidações, com intolerância exacerbada, numa demonstração clara que a democracia só pode ser exercida se for como o PT quer na marra, segundo a ótica vermelha