segunda-feira, 29 de maio de 2017

A morte de Luis Fernando da Lomy

Grave acidente aéreo mata Luis Fernando da Lomy

Foto: Alisson Silva;Edição MS e arquivo Folha da Região

Este último domingo foi excepcionalmente triste, sombrio depois das 14 começaram a pipocar informações desencontradas, não confirmadas sobre a morte do empresário araçatubense Luis Fernando de Arruda Ramos, após a queda de um pequeno avião em que ele viajava junto com o piloto, partindo de sua fazenda no Mato Grosso no rumo de Araçatuba, onde esperava almoçar com sua família. Lamentavelmente no final da tarde, a trágica notícia se confirmou. O avião caiu numa fazenda próxima de Coxim (MS) pegando fogo e destruindo totalmente os corpos dos ocupantes. Araçatuba mergulhou numa imensa tristeza compartilhada por milhares de pessoas que tinham por Luis Fernando, enorme admiração e apreço. Ele, ao longo de alguns anos ergueu um verdadeiro império empresarial no ramo da construção civil gerando mais de mil empregos, construindo centenas de casas e apartamentos. Isto é a Lomy Engenharia. Alguns anos atrás, Luis Fernando decidiu ingressar na política tornando-se presidente local do PTB. Sonhava em ser prefeito, segundo ele, “para retribuir tudo aquilo de bom que a cidade lhe proporcionara”. Era um sonhador e queria o progresso de Araçatuba juntando um desenvolvimento integrando modernidade com geração de empregos e sustentabilidade.

Ano passado, aos 47 anos candidatou-se a prefeito recebendo cerca de 38 mil votos. Era novato, inexperiente nessa difícil arte da política partidária e acabou sucumbindo diante de um adversário experiente, cujo grupo partidário usou e todas as formas morais e imorais, levianas e nada republicanas para atacar e desconstruir a imagem que Luis Fernando tinha perante o eleitorado. Era uma pessoa do bem, se preocupava com os mais pobres e buscava dividir caridade com aqueles mais sofridos. Entre 2015 e 2016 desenvolveu um inédito programa na TV onde auxiliava famílias pobres a reformar parte de seus imóveis, trazendo alegria e felicidade para muitos. Colaborava com inúmeras entidades assistenciais e beneficentes. Tinha um enorme coração. Era parte de uma família maravilhosa e muito respeitada na cidade.

Meu primeiro contato com Luis Fernando, deu-se em 2015 quando desenvolvíamos uma campanha na cidade para reduzir o salário dos vereadores. Posteriormente por razões outras decidimos apoiá-lo em sua candidatura a prefeito e com ele andamos muito pelos bairros mais distantes, os mais pobres onde ele se compadecia e se lamentava em não poder atender às centenas de pedidos dos mais humildes, especialmente um emprego. Ele ficava triste em não ter condições de dar uma oportunidade para tantos. Em um certo bairro, um garotinho muito pobre, com uns 9 anos de idade, ao abraçar o então candidato Luis Fernando, chorava e implorava para que este o adotasse. Isso lhe trazia às lágrimas e a emoção era enorme. Seu sonho em ser prefeito, estava diretamente ligado ao fato de poder gerar novos empregos, novas oportunidades de desenvolvimento e meios para que os mais pobres pudessem ter um lar, um emprego.

Lamentavelmente nesta tarde tristonha de segunda-feira, centenas de araçatubenses acompanharam o enterro desta figura inigualável rumo ao cemitério. Para os amigos, para os políticos, para os anônimos ali presentes no último adeus, ficou a certeza de que uma lacuna, um enorme vazio no meio político se estabeleceu. Ultimamente, Luis Fernando da Lomy estava entusiasmado com a ideia de ser candidato a deputado federal no próximo ano. Não se pode negar que ele era dono de um valioso patrimônio político, mercê dos quase 38 mil eleitores que no ano passado escolheram seu nome para prefeito. Infelizmente, quis o destino que sua vida tão tenra fosse interrompida de forma tão trágica e lamentável, mas a história lhe fará justiça. Ele foi grande enquanto entre os homens praticou o bem, fez a caridade, semeou o amor, espalhou fraternidade ganhou o respeito, admiração de seus concidadãos. Seguiu rumo à eternidade e deixa uma enorme folha de serviços bem prestados à terra que ele tanto amava. 

domingo, 21 de maio de 2017

Lula e o "gópi" das Diretas Já!

Lula e o "gópi" das Diretas Já!


O Brasil está vivendo a pior crise político-institucional desde a promulgação da Constituição de 1988. As instituições nacionais estão desacreditadas, contaminadas pela corrupção, servilismo e indignidade que atinge desde o Supremo Tribunal Federal, os demais tribunais superiores, a Presidência da República e o Congresso Nacional. Inúmeras denúncias de pagamento de propina feitos à dezenas de parlamentares, deputados federais, senadores, atingindo ainda inúmeros governadores de estado, servidores dos altos escalões da República incluindo-se procuradores federais, manchando de lama todo o aparato estatal, deixando incrédulos os brasileiros patriotas, os cidadãos de bem. Neste Brasil democrático, a corrupção, a sujeira com o dinheiro púbico não separa ninguém. Atinge desde a câmaras municipais e prefeituras dos mais distantes grotões passando pelas cidades médias e grandes. Não há lugar neste país onde se possa afirmar que os gestores públicos não estejam com suas mãos sujas, enlameadas na corrupção. Até então, políticos tidos como honestos, sérios, honrados, foram pegos com a mão na cumbuca, recebendo, pagando propina, manchando de lama a atividade pública, pela qual foram eleitos e deviam honrar a função pública.

Agora, em meio a já exaustiva e cansativa operação “Lava-Jato” que há meses vem desnudando e mostrando ao povo o gravíssimo quadro onde a corrupção destrói planos e necessidades urgentes para o povo, como saúde, educação, segurança e transporte público, atônita a nação vê como o dinheiro sofrido dos impostos pagos é desviado para o esgoto da corrupção. É óbvio, é claro que o PT não inventou, não criou a corrupção, mas é inegável que foi no governo de Lula seguido por Dilma, que os mecanismos da corrupção foram aperfeiçoados, estatizados. Lula tornou-se PHD em matéria de corrupção, transformando seu governo num antro, num covil de ladrões experimentados, como ficou claro isso quando o país tomou conhecimento do “Mensalão”. Pena que o ministro Joaquim Barbosa tenha fechado o olhos e poupado Lula que, deveria ter sido melhor investigado e preso junto com Zé Dirceu, o grão-vizir do crime no governo de Lula.

Agora, mesmo depois das torrentes, das denúncias gravíssimas da roubalheira, da corrupção no escândalo do “Petrolão”, onde bilhões foram desviados da Petrobrás, BNDES, Correios, etc., tudo sob os olhares aprovadores de Dilma, e nesse momento de um verdadeiro caos instalado por culpa e responsabilidade do PT, de Lula, Dilma e seus asseclas, eis que aproveitando dessa situação de descontrole, de total desconfiança nos políticos e nas instituições, Lula aparece com a cara-de-pau de sempre, o cinismo oportunista para erguer a bandeira criminosa das “Diretas Já”. É obvio que interessa só PT e a seu bando de seguidores doentes, fanáticos, ensandecidos, aproveitarem essa confusão institucional e esse bandido-mor, chefe de quadrilha se apresenta como “salvador da pátria”, a solução dos problemas que ele e sua maldita sucessora criaram para eleger-se presidente da República.

Lula, um mentiroso contumaz, um enganador perfeito, um falso líder quer aproveitar da situação pois sabe que conta com o voto e o apoio desse imenso exército de esfomeados, essa gentalha pobre e ignorante que troca o voto por cesta básica, bolsa família, uma casinha pra morar. Lula conta com o voto daqueles eternos eleitores cabresteados dos currais eleitorais do interior nordestino, onde a fome, a ignorância dão força necessária ao esse maldito projeto de poder do PT. Lula conta com o voto e apoio dessa imensidão de vagabundos, desocupados desse MST, MTSS e seus movimentos agregados. Lula sabe que uma imensidão de gente ignorante, essa gente sem cérebro, que agem pelo estômago, essa gente atrasada, burra, senil que sabe que Lula é corrupto, protege os corruptos, mas por conveniência, por oportunismo, fecham os olhos e recusam-se a enxergar o óbvio. Esses petistas doentes, celerados, só acreditam nas delações contra os adversários do PT. Quando as delações citam Lula, Dilma e outros bandidos, ele acreditam que é mera “perseguição política”. É com essa gentalha, com esses traidores da Pátria, esses comunistas, esses esquerdistas que Lula conta.  

sábado, 13 de maio de 2017

Pode-se acreditar nas delações?

Pode-se acreditar nas delações premiadas?

Lula e Dilma são alvos de inúmeras denúncias criminosas por meio das delações premiadas.

Para Lula e Dilma, Alberto Youssef, Nestor Cerveró, Paulo R. Costa, Fernando Baiano, Léo Pinheiro, Renato Duque, Julio Camargo, Pedro Barusco, Emilio e Marcelo Odebrecht, o senador Delcidio Amaral e agora Mônica Moura e João Santana, mentiram para os investigadores, os procuradores federais sobre as acusações relativas à operação “Lava-Jato”. Para eles, essas pessoas mentiram, enganaram apenas para conseguir atenuar suas penas e que foram pressionadas, “torturadas” para confessarem muitas coisas que nem fizeram. Além dessas 13 pessoas acima citadas, inúmeros funcionários, diretores das grandes empresas envolvidas nesta operação, igualmente citaram o nome de Lula e agora surge o nome de Dilma, tendo até a prova de um E-Mail falso, criado para ocultar os contatos havidos entre Dilma e Mônica Moura. Interessante destacar que tanto Lula como Dilma, tentam desqualificar, diminuir essas pessoas que até ontem, ao que se sabe, muitos desses eram íntimos do ex-presidente e também da ex-presidente. Tinham acesso fácil e rápido, recebiam ligações telefônicas diretas ou via assessores próximos do poder e transitavam com desenvoltura nos gabinetes do Planalto e também pelas salas do Alvorada. O instituto da Delação Premiada, surgiu com a Lei nº. 8.072 em 1990 e foi melhor aperfeiçoado com a Lei nº. 12.850 de 2013 que trata dos crimes atribuídos a organizações criminosas. Tais modelos se basearam em leis norte-americanas usadas no combate do crime das máfias nos anos 60 assim como em modelos italianos também muito usados no combate às máfias até os anos 80. O sentido básico era oferecer algumas regalias para que presos, criminosos condenados pudessem colaborar indicando outros nomes de envolvidos, possíveis locais de esconderijos, fontes financiadoras dos crimes e mandantes. No Brasil, nunca esquecemos da delação mais célebre praticada pelo Coronel Joaquim Silvério dos Reis, que teria feito um acordo com o governo de Minas Gerais e entregue os nomes dos principais inconfidentes que pretendiam derrubar o poder colonial português e instituir uma república. Foi a traição à Joaquim José da Silva Xavier, o “Tiradentes”, que acabou se tornando o maior herói do povo brasileiro. Joaquim Silvério dos Reis era Coronel Comandante do Regimento de Cavalaria Auxiliar de Borda do Campo, contratador de Entradas, fazendeiro e proprietário de minas, mas, devido aos altos impostos cobrados por Portugal, estava falido. Foi por esse motivo que Francisco Antônio de Oliveira Lopes convidou-o a participar da Inconfidência Mineira - a mesma motivação da maioria dos envolvidos. Sua participação no movimento é recheada de controvérsias e mistérios. A princípio, Joaquim Silvério dos Reis aceitou mas, diante da possibilidade de ter suas dívidas perdoadas pela Coroa, resolveu delatar os inconfidentes. Permaneceu preso na Ilha das Cobras, e apenas após muita luta, obteve uma pensão de duzentos mil réis. Não há comprovação de que teria ganho recompensa em ouro; o cancelamento de seu débito; o cargo público de tesoureiro da bula de várias províncias; uma mansão como morada; pensão vitalícia; título de nobreza, da Corte; fardão de gala e hábito da famosa Ordem de Cristo; além de ter sido recebido pelo príncipe regente D. João em Lisboa.


Voltando ao nosso Brasil contemporâneo, a delação premiada oferece algumas vantagens tais como a redução da pena, mudança do regime da pena, extinção da pena e até o perdão judiciário, fato que nunca ocorreu no Brasil. É difícil imaginar que essas pessoas tenham mentido. Dizer a verdade, é condição sine qua non para se acertar a delação. Mas é preciso juntar documentos comprobatórios, testemunhas, etc. Ninguém será condenado com base apenas em delações premiadas, sem as respectivas provas materiais. Só a palavra não basta. É difícil aceitar que estas pessoas acima mencionadas, todas gozaram da intimidade, do convívio pessoal e profissional não só de Lula como de Dilma, agora estejam mentindo apenas para cada um salvar sua própria pele. Se amanhã se descobre que mentiram, a situação ficará muito pior.


O senador Delcídio do Amaral foi Líder do Governo no Senado. É óbvio que nem Lula e muito menos Dilma indicariam alguém para conduzir as votações no Senado, se não fosse da absoluta confiança de ambos. Seria muita estupidez achar em contrário. É lógico que Lula e Dilma vão morrer negando seus crimes, vão sempre desqualificar e diminuir essas pessoas que até ontem viviam com eles entre abraços e beijos. É uma situação semelhante a uma separação litigiosa de um casal. São críticas de um lado e de outro, mas as provas materiais, físicas precisam aparecer. Agora, anuncia-se que o ex-ministro Antonio Palocci também delatará seus crimes. Petistas do alto escalão estão apavorados, em choque e esperam um enorme tiroteio verbal de Palocci contra Lula e Dilma, especialmente porque ele sente-se desprezado, abandonado pelo PT e por Lula. O ódio é o principal componente de uma delação e não tenham dúvidas que não ficará pedra sobre pedra, daquilo que ainda resta nas estruturas do PT como partido político e também do enorme desgaste na imagem de Lula e Dilma. Tsunami seria o nome adequado para os próximos dias, as próximas semanas na já combalida situação do ex-presidente, que a cada dia afunda em seu próprio lamaçal, mercê dos variados crimes de corrupção e roubalheira nos quais é acusado.



domingo, 7 de maio de 2017

O encontro Moro x Lula

O encontro Moro x Lula

Na próxima 4ª. Feira, o país assistirá um evento jamais visto na história republicana. De um lado, Sérgio Fernando Moro, juiz federal concursado, titular da 13ª. Vara Federal sediada em Curitiba, representará a justiça, a honra nacional, a dignidade e o caráter dos cidadãos de bem, dos trabalhadores honestos, da cidadania, do nacionalismo e do patriotismo e a esperança de um país melhor. Do outro lado, Luiz Ignácio Lula da Silva, ex-presidente da República, sujeito arrogante, que representa o banditismo, líder de um partido transformado numa verdadeira quadrilha, um mentiroso, falso, prepotente, canastrão, falastrão, pai de toda corrupção, responsável pelo “mensalão”, “petrolão” e agora réu em diversos processos por corrupção e desvio de dinheiro público. Será a primeira vez em nossa história que um ex-presidente comparece perante um juiz para prestar depoimentos à cerca das inúmeras acusações que pesam contra o acusado. O evento por si, demonstra a solidez e a força de nossa democracia e de suas instituições. É o ápice de um encontro aguardado pelos cidadãos de bem que querem ver Lula julgado, condenado e preso pelos crimes de lesa Pátria a ele atribuídos.

O juiz Sérgio Moro tem tido um comportamento exemplar ao longo do desenrolar desse processo que envolve Lula, vários de seus ex-ministros, ex-colaboradores e membros de seu partido, o PT, que transformou-se numa verdadeira organização criminosa que assaltou os cofres da República, saqueando bilhões e bilhões de Reais desviados da Petrobrás, do BNDES, dos Correios, com a participação de inúmeras dentre as maiores empresas construtoras deste país, destacando-se a Odebrecht, Camargo Correia, OAS, Queiróz Galvão, etc. Lamentavelmente, Lula foi poupado pelo ex-ministro do STF, Joaquim Barbosa que deixou de investigar a fundo o envolvimento do ex-presidente naquele rumoroso escândalo. Era evidente que Lula tinha conhecimento daquilo que se passava na sala contígua à sua, onde José Dirceu, seu ex-todo poderoso ministro articulava e manobrava a roubalheira escancarada que se verificou no “Mensalão”.

Lula deixou o poder colocando em seu lugar sua “gerentona”, Dilma Rousseff que deu continuidade ao processo de dilapidação do patrimônio público conforme as denúncias surgidas no decorrer do desdobramento das investigações e prisões havidas agora neste outro escândalo, o “Petrolão”. O PT, mancomunado com PMDB tinha um projeto de perpetuação no poder de longa duração. Esse projeto criminoso contra os interesses nacionais só veio à tona e estourou nesse escândalo rumoroso e vergonhoso, graças à coragem, à persistência e destemor dos procuradores federais e a valorosa e patriótica coragem do juiz Sérgio Moro em mandar apurar e prender os “peixes graúdos” desta quadrilha que Lula comanda, segundo inúmeras denúncias feitas ao longo de depoimentos prestados à Polícia Federal. Lula é um sujeito pernicioso, um vendilhão dos interesses nacionais, um traidor da Pátria, asqueroso, um elemento altamente perigoso e nocivo à cidadania e representa o retrocesso e o aniquilamento das instituições nacionais.

Os petistas em geral, cegos por inebriante fanatismo apoiam Lula como se nada, absolutamente nada tivesse acontecido. Lula e Dilma governaram de forma perversa e provocaram enormes prejuízos ao país deixando um rombo de quase R$ 170 Bilhões, um total desordenamento institucional e um exército faminto de 14 milhões de desempregados. E esses petistas querem jogar a culpa dessa difícil situação no presidente Temer. Num cinismo exacerbado, numa irresponsabilidade criminosa, Lula alimenta a ideia senil de que ele representa a solução dos problemas que ele próprio criou! O juiz Moro pode, durante o depoimento de Lula, determinar sua prisão. É o que esperam milhões de brasileiros patriotas honrados, a brava gente decente que trabalha e produz a riqueza nacional. Se Moro tiver uma carta escondida na manga, mandará prender Lula e marcará para sempre seu nome entre os grandes patriotas deste país, por sua coragem em prender esse facínora, esse bandido desqualificado da pior espécie!





domingo, 30 de abril de 2017

Manifestações: Violência gera violência!

Manifestações: Violência gera violência!


As greves, as manifestações de insatisfações contra políticas adotadas pelo governo, de um modo geral são constitucionais, legais e merecem respeito todas aquelas pessoas que assumem a coragem, o destemor em liderar, em enfrentar essas graves situações. Tais manifestações deveriam serem pacíficas, ordeiras, respeitosas e acima de tudo serem marcadas por temas ligados aos fatos objetos dos tais protestos. Há que se recordar que as marchas, as manifestações ocorridas no país pedindo o “impeachment” da ex-presidente Dilma, no geral foram pacíficas, ordeiras, civilizadas e respeitosas. Isso demonstra o grau de educação, de respeito das pessoas envolvidas e de seus organizadores. Contudo, em geral as manifestações patrocinadas pelos partidos de esquerda – PT, PSOL, PCdoB, Rede e outros, sempre foram marcadas pela violência, mercê do apoio que recebem também de centrais sindicais, notadamente da CUT, FORÇA SINDICAL além de movimentos proscritos como MST e MTSS e correlatos. Dessa junção de forças, emerge um completo estado de caos, desordem, violência generalizada, desobediência civil, agressões físicas, interrupção das vias de tráfego, baderna, arruaças, destruição do patrimônio, somadas à atuação de grupos violentos que atuam de forma anônima.

O que se viu nestas últimas manifestações organizadas com a intenção de se protestar contra as propaladas reformas das leis trabalhistas e previdenciárias, beirou o anarquismo, a desordem sem fim com cenas que fariam corar Átila, o rei do hunos! Grupos orientados pelo PT, CUT, puseram-se a incendiar pneus para impedir o livre ir e vir dos cidadãos que queriam trabalhar. Queimaram dezenas de ônibus para coagir, amedrontar trabalhadores, impediram o circular de trens e metrôs estabelecendo uma total desordem em grandes cidades. Vagabundos, vândalos, arruaceiros e desordeiros profissionais são requisitados com o intuito de impor o medo, a desordem e impedir sob todas as formas que aqueles que quisessem ir ao trabalho, fossem demovidos, impedidos. Usaram do medo, da coação para impor suas vontades.


Em Goiânia, um desses vagabundos, um arruaceiro, um desordeiro que a mídia comunista e as pessoas mal intencionadas querem mostrar como se fosse um anjo, um santo, foi alvo de uma certeira coronhada desfechada por um valoroso e heróico policial que cumpria seu dever e agora é criminalizado por covardes, omissos e irresponsáveis. Esses vândalos atacam com paus, pedras, coquetel molotov, agências bancárias, destroem lojas, bancas de jornais, ateiam fogo em sacos de lixo e pneus com o único intuito de se estabelecer a baderna, a desordem. E vem esses covardes acusarem a polícia de agir com violência! Quem está por trás dessa violência é o PT e seus cumplíces como MST e MTSS especialistas em fechar ruas e avenidas, gerar o caos urbano e criar fatos para acusar a polícia de agir com violência. A polícia tem a responsabilidade constitucional de zelar, proteger vidas e o patrimônio. Não é aceitável que usem as manifestações para provocar o caos, estabelecer a violência e desrespeitar o patrimônio atacando lojas, bares, restaurantes, o comércio em si. Isso é um ato criminoso e como tal deve ser enfrentado.



domingo, 23 de abril de 2017

Pelo fim do Imposto Sindical!

Pelo fim do Imposto Sindical!


Entre as inovações e mudanças que devem surgir com a reforma das leis trabalhistas, está o necessário e imperioso fim do Imposto Sindical, essa excrescência que alimenta milhares de sindicatos-pelegos espalhados pelo Brasil, que, surgem do nada, assim como, na mesma velocidade que se criam partidos políticos e igrejas evangélicas, virou um câncer a ser extirpado da sociedade. Esses pseudos-sindicatos fazem de tudo, menos representar de fato os vivos interesses dos trabalhadores. Servem como trampolins para carreiras políticas e agasalham bandeiras e interesses de grupos que se perpetuam no poder por longo tempo.


Normalmente, um cidadão funda ou se elege presidente de um sindicato qualquer, organiza e preenche a diretoria com gente de sua absoluta confiança, quando não, de parentes e aderentes, aprova um estatuto com cláusulas e mecanismos para se perpetuar no poder, impedir o surgimento de novas lideranças além de embaraçar e dificultar a realização de assembléias para eleição e renovação das diretorias. Esta é a tônica do sindicalismo no Brasil. Basta dar uma olhada no quadro de Araçatuba. Há quanto tempo não se renovam as lideranças sindicais da cidade?


Quanto tempo José Geraldo Fogolin preside o Sindicato dos Bancários e a cooperativa? Quanto tempo José Carlos dos Santos está à frente do Sindicato dos Comerciários? Quanto tempo Sérgio Balsalobre conduz o Sindicato dos Motoristas? Gener Silva está há quanto tempo no Sindicato dos Comerciantes? Wilson Marinho preside a Associação Comercial desde quando? Rosaldo de Oliveira preside o Sindicato da Limpeza desde quando? E o Sisema? Sempre com eleições conturbadas e questionadas na justiça. A maioria dessas lideranças está há décadas presidindo esses sindicatos. Não há renovação, não há uma oxigenação no quadro diretivo. Ser presidente de sindicato tornou-se uma profissão recheada de privilégios e oportunidades.


Em geral, no Brasil a situação não é diferente. A grande maioria se envereda pelos caminhos da política como o Avelino Chinelo, juntando interesses pessoais e de grupos com os justos e legítimos interesses dos trabalhadores. Acabam se elegendo a cargos eletivos contaminando e deteriorando as bandeiras pelas quais deviam lutar. O fim do Imposto Sindical vai dar a oportunidade democrática e justa do próprio trabalhador optar se quer ou não ser filiado a um sindicato. Vai depurar e separar o joio do trigo pois a grande maioria dos sindicatos não prestam contas a ninguém, seus presidentes usam e aplicam os recursos da entidade da forma como bem entendem e muitos usam em benefício próprio em viagens para congressos, encontros, seminários inúteis e desnecessários. Em Rio Preto, o presidente do Sindicato dos Motoristas, que já foi vereador, Daniel Caldeira, foi afastado do cargo e o sindicato está sob intervenção com inúmeras denúncias de irregularidades. O culto à personalidade, é outro gravíssimo desvio de conduta de alguns líderes sindicais que usam o sindicato para sua exposição pública de forma exagerada, estampando enormes fotos nas sedes dos sindicatos e até espalhando out-doors pelas ruas da cidade.