domingo, 28 de setembro de 2014

Chegou a hora: Vamos votar!

Chegou a hora do voto: Vamos votar honradamente!

Dilador Borges, nome honrado e respeitado. É o candidato de Araçatuba.

Estamos a poucos dias da eleição nacional para a escolha do presidente, senadores, governadores, deputados federais estaduais. Como todos os cidadãos deste imenso país, sinto-me no dever cívico de participar, discutir, discordar, apoiar e votar naqueles candidatos cujo perfil esteja de acordo com os valores morais, sociais e éticos que sempre defendi. Diferentemente de petistas que apóiam e votam em candidatos com as mãos sujas de lama, candidatos envolvidos na corrupção, no assalto aos cofres públicos, em candidatos ladrões, omissos, irresponsáveis, em candidatos travestidos de palhaços, falsos cuja tônica é a hipocrisia, eu, por conta da minha formação familiar, ética e social, busco votar em candidatos cuja biografia seja marcada pela moralidade no trato da res pública, candidatos honrados, candidatos cujo passado seja inatacável e a honra respeitada. Voto em candidatos que possam representar-me dignamente, em candidatos dos quais sinto orgulho e a honra de conhecer. Jamais votei ou voto em candidatos cujo nome esteja na malfadada “ficha-suja”. Minha consciência obriga-me a votar em pessoas comprometidas com a moralidade pública, ética e respeito para com o interesse público.

Assim, para presidente da República votarei em Aécio Neves, de tradicional e respeitável família mineira. Senador, José Serra, dispensa maiores comentários. Alckmin tem as mãos limpas e o povo de São Paulo nele reconhece sua capacidade administrativa, sua vocação de homem público cuja atuação sempre foi marcada pela ética e honradez. Para deputada federal, votarei e indico aos meus amigos, conhecidos, o nome de MARA GABRILLI, que já é deputada federal pelo PSDB. É uma figura humana maravilhosa, tendo sua vida marcada pela luta em favor dos deficientes. É psicóloga, fundou em 97 o “Instituto Mara Gabrilli” que promove acessibilidade, pesquisas e projetos de inclusão. Foi secretária da Pessoa com Deficiência e vereadora em São Paulo. Tornou-se a primeira deputada federal tetraplégica do país e considerada pela revista VEJA como a 1º. Colocada no ranking das mulheres e parlamentares eleitos no Brasil. Mara Gabrilli dedica sua vida em favor da luta dos deficientes e merece continuar no congresso. É 4517 – PSDB.




Para deputado estadual, votarei e indico DILADOR BORGES – 45235 – PSDB, figura pública das mais respeitáveis em Araçatuba e região. Tem as mãos limpas. É um empresário dos bem mais sucedidos na cidade. Pessoa de origem humilde que subiu na vida a custa de seu suor e trabalho, constituindo uma família maravilhosa. Com forte vocação para servir, em apenas 15 meses ocupando a cadeira de deputado estadual na suplência, Dilador se empenhou ao máximo elegendo como bandeira principal, a luta em prol da saúde pública. Nesse sentido, conseguiu cerca de R$ 19 Milhões extras junto ao governo de Alckmin para a Santa Casa de Araçatuba, que, com forte vocação regional, recebe pacientes de muitas cidades. Verba para a Santa Casa de Andradina, verba para o Hospital do Rim de Araçatuba, ambulâncias para mais de 100 cidades da região Noroeste, instalação do AME, Poupatempo de Araçatuba e agora em Birigui, verba para o Hospital Regional de Ilha Solteira, santa Casa de Guararapes e Castilho. Entre outras coisas tudo isso em apenas 15 meses de atividades como deputado e isso precisa continuar. Por esta razão apoio e voto em Dilador, um homem sério, honrado que dignifica Araçatuba. Temos que destacar ainda, a intensa luta que Dilador Borges travou em prol da duplicação da rodovia Elyeser Montenegro Magalhães, enfrentando obstáculos intransponíveis diante da omissão irresponsável do prefeito de Araçatuba, que sempre se colocou contra esta  obra de relevante importância para toda esta região. Domingos vamos todos comparecer diante da urna e que todos possam votar com consciência e responsabilidade. O voto gera conseqüências e todos nós depois pagamos caro por votar errado, vender o voto e votar em ladrões e corruptos.   

sábado, 20 de setembro de 2014

SAMAR: As doações anti-éticas na política!

OAS (SAMAR): As doações anti-éticas na política!




A prestação de contas parcial da candidata petista Cidinha Lacerda, revelou um dado significativo, que desnuda as relações de interesses entre grandes grupos empresariais e setores da política nacional. O relatório informa que os gastos da campanha atingem cifras astronômicas, incompatíveis para uma pessoa de vida modesta como todos os araçatubenses conhecem. No item das doações, esses números passam de R$ 1.200.000,00 sendo que deste valor, R$ 900.000,00 foram doações feitas pela grandiosa empresa baiana OAS, que em 2012 ganhou a concessão para explorar o serviço de água e esgoto de Araçatuba, do extinto DAEA, sendo posteriormente substituída pela marca de fantasia SAMAR.

Soa estranha esta doação, pelo fato da própria legislação eleitoral proibir que empresas cessionárias, permissionárias possam fazer doações para campanha eleitoral. Pior ainda em se tratando de uma empresa que ganhou uma concessão pública na gestão do prefeito Cido Sério (PT), que à época, segundo consta ainda estava casado com Cidinha Lacerda. O mais grave é que a agora SAMAR maneja, manipula e se mantêm com dinheiro pago pelos seus clientes, no caso, os moradores, os cidadãos de Araçatuba! De uma forma indireta, a empresa desviou para o PT e este para a campanha de Cidinha Lacerda, uma elevada soma de dinheiro cuja origem foi do pagamento dos consumidores por algo que de fato lhes pertence, ou seja, a SAMAR “está” detentora por 30 anos de um bem público, de um patrimônio do povo. Ou seja, apesar da OAS/SAMAR ser uma empresa privada, ela está gerindo um patrimônio público! Entendemos por via de conseqüência que este dinheiro repassado veio do povo!

A campanha da candidata petista explicou que “o partido (PT|) reconhece a potencialidade da região e da candidatura da Cidinha”. Mas e a empresa corrobora com este pensamento? Por que a OAS (SAMAR) teria interesse na eleição de Cidinha Lacerda? A empresa também fez esta doação em igual valor aos demais candidatos da cidade (Principio de Isonomia)? Soa muito estranho tudo isso, se lembrarmos que na sessão da Câmara Municipal de Araçatuba, no dia 30 de maio de 2011, o então Líder do Prefeito, vereador Joaquim da Santa Casa afirmou em plenário que “vai vir sacos de dinheiro para os vereadores” aprovarem a concessão, até então desmentida categoricamente pelo prefeito Cido Sério, mas que depois os vereadores da situação aprovaram. É bom lembrar ainda que na campanha que elegeu Cido Sério, em 2008, o PT usando "mão-de-gato", "pau-mandado" espalhou folhetos imorais, mentirosos, como é próprio do PT, acusando o adversário tucano Dilador Borges, que caso eleito iria privatizar o DAEA. E o quê aconteceu depois?!
  
Pensamos então que, com base nos ensinamentos de Aristóteles, o agente público opera de acordo com a moral proba sempre que age em função do maior fim de sua função, que é o interesse público. Mas não basta que o agente saiba ser esta a finalidade de sua atuação se não pode divisá-la como um dever racional a ser espontaneamente cumprido. Devemos agir de maneira ética por ser correto assim proceder em virtude mesmo do que é racional para nós mesmos. Ousamos, desta forma, propor uma máxima que poderia ser ofertada ao agente como direcional de suas condutas e que poderia servir como paradigma para a construção de todo um sistema ético público: age em conformidade àquilo que esperarias de outro agente que se colocasse em idêntica posição a tua e persigas o fim de tua profissão como meio racional e livre de buscar o melhor para todos. Se o PT considerasse a ética nas relações públicas e privadas, se o PT levasse a sério a honra como pressuposto de condutas públicas,nunca deveria aceitar uma doação como esta. Mas, em se tratando de PT...

sábado, 13 de setembro de 2014

Corrupção: Quem não presta é o eleitor !

Corrupção: Quem não presta é o eleitor !


Quando lemos nos jornais ou vemos na TV que em alguns estados brasileiros, candidatos nascidos no seio da corrupção, herdeiros de políticos bandidos, cassados, presos e que estão à frente nas pesquisas eleitorais, ficamos com vergonha, triste e nos perguntando como é possível que Fernando Collor de Mello, vai batendo Heloisa Helena para manter-se no Senado, ao mesmo tempo em que um "ilustre" desconhecido filho de Renan Calheiros, deve eleger-se governador da Capitania Hereditária das Alagoas. Que Henrique Eduardo Alves (PMDB), deputado federal pelo Rio Grande do Norte, há 44 anos, conseguiu aliar-se aos seus mais tradicionais adversários e pode eleger-se também governador potiguar. Que o filho de Jáder Barbalho, está tecnicamente empatado com Jamil Jatene, na disputa pelo governo do Pará. E que, Arruda, mesmo cassado, preso por corrupção, está em primeiro lugar nas pesquisas rumo ao governo de Brasília. Este bandido acaba de renunciar à candidatura e colocou sua mulher como vice, claro, ganhando ele vai governar. Que em São Paulo, Eduardo Suplicy  (PT), que está no Senado há 24 anos, não fazendo nada, exceto palhaçada, está empatado com Serra (PSDB). Suplicy prega em sua campanha, honestidade, coisa que seu partido nem de longe cultua. Dilma, mesmo vaiada, criticada por onde passa, lidera a corrida presidencial! Esta semana elogiou Sarney, Collor, etc. Quando vemos os candidatos ao governo do Rio de Janeiro, Garotinho, Lindberg Farias, Pezão, todos com um caminhão de processos...

Será que Freud explicaria essa situação?! Nãao!! Enlouqueceria se quisesse entender o que se passa na cabeça do eleitor brasileiro. No ano passado, numa gravação sobre a denúncia da venda de emendas parlamentares, o deputado biriguiense Roquinho Barbieri (PTB), disse à um interlocutor que "tinha  ido ali em Coroados visitar uns sem-vergonhas...". Claro, é assim como esse político com "p" minúsculo se refere aos seus eleitores. Estamos aguardando o dia 6 de outubro para saber quantos votos Barbieri terá em Coroados. E não será nenhuma surpresa se forem milhares, afinal,  uma boa e convincente conversa em porta de buteco ajuda em muito conseguir eleitores estúpidos, idiotas, inocentes úteis que se colocam à disposição de votar assim.  O eleitor brasileiro em grande maioria é desprovido de senso crítico, de caráter, de dignidade. Troca o voto por cestas básicas, pelo "Bolsa Família", "Vale Gás", "Vale Leite", "Vale Cultura", "Vale Camisinha", etc. De um lado, políticos no afã de corromperem e o povo, o eleitor disposto a ser corrompido. Tem sido assim desde que Cabral aqui aportou. 

Defendemos a tese de que somos um povo sem berço, sem eira nem beira, sem cultura, sem pedigree. Somos o resultado de uma mistura que une mediocridade, safadeza e desonestidade. Temos o DNA da pilantragem, tão cantada em verso e prosa, materializada na figura do malandro carioca, tão ilustrada  na trágica figura da "Lei de Gerson" e no espírito do famoso "jeitinho brasileiro". É vergonhoso para quem ama a virtude, a ética, a honra e cultua o caráter, assistir que candidatos bandidos, pilantras procurados inclusive pela Interpol, como Maluf, desfila na TV seu discurso fácil e ainda arrebanha milhares e milhares de votos. É vergonhoso que uma mulher honrada, que fez da ética e da moralidade pública a sua bandeira de vida, possa ser derrotada por um canalha, por um biltre, um sacripanta como Collor de Mello. Somos uma triste mistura daquilo de que pior existia em Portugal ao tempo da colonização - bandidos, estupradores, assassinos, ladrões que, condenados eram enviados "aos quintos do inferno" o Brasil. A triste e deplorável mistura com os nativos e depois os africanos escravos, deu nisso que somos.

Sabemos que ao escrever assim, chocamos muita gente, mas é a realidade que fica patente quando vivemos os períodos eleitorais onde vemos a "fina flor" do crime, bandidos de gravatas, gente condenada, gente da ralé, gente habituada a viver nos esgotos, estamparem suas fuças pedindo votos e pior - se elegem! Antigamente cartazes eram pregados nos postes, nas árvores, com a tarja "procura-se", com a habitual oferta de prêmios pela captura. Hoje, nos cartazes, pedem votos, e são eleitos. Basta ver os nomes, as caras dos pseudos-candidatos É um triste desfile de um verdadeiro circo dos horrores. Infelizmente, não há perspectivas de mudanças. Serão necessários uns mil anos para nascer neste país, pessoas de bem, pessoas de boa índole desde o berço. Pessoas de caráter, gente que escolhem seus candidatos para representá-los baseados nas premissas da ética, da conduta e da honra. No Brasil não são os candidatos que não prestam, mas sim os eleitores, afinal, nenhum deles chega em Brasília pela porta dos fundos e sim pelo voto, um direito inalienável de cada cidadão que, infelimente faz mau uso desse importante mecanismo. Todo mundo reclama do governo, da educação, da saúde, da segurança, dos impostos, mas, no momento histórico de mudar esta situação, o eleitor leva na gozação, vota nessas tristes e repugnantes figuras como Maluf, Collor, Sarney, Tiririca, Marcos Feliciano, Barbieri, Barbalho, Arruda e outros. Ver gente do PT, condenados pelo Mensalão, posando de bons mocinhos à cata do voto. Na hora de votar de forma respeitosa e séria, o eleitor opta pela gozação, pela palhaçada. Afinal, quem não presta, quem não vale nada mesmo é o eleitor!

domingo, 7 de setembro de 2014

Nos cinemas, o MENSALÃO 2:

Mensalão 2: O PT não aprendeu a lição!


Mesmo depois de impor ao país todo aquele desgaste, aquele sofrimento, aquela imoralidade, aquela cena lamentável do funcionário dos Correios recebendo a "merreca" como propina, seguida da denúncia do ex-deputado Roberto Jeferson (PTB), depois de todo o longo processo no Supremo, o PT  parece não ter aprendido nenhuma lição e eis que a nação assiste atordoada a reprise de um filme de quinta categoria, quando um diretor da maior empresa pública brasileira, a Petrobrás, se vê às voltas com um escândalo de bilhões desviados desde 2004 para figurões do alto escalão governamental, peixes graúdos, tudo com a complacência, com a conivência de Dilma Rousseff e Lula que fizeram da vida pública, uma forma de assaltar os cofres do povo. Claro, todos se apressaram em desmentir, em desqualificar o denunciante, Paulo Roberto Costa, preso pela PF e que decidiu abrir o bico pois não quer pagar sózinho por este crime de lesa Pátria. E nem poderia. Ninguém em sã consciência vai acreditar que este ladrão contumaz agia isoladamente por tanto tempo sem que gente de alto coturno não fizesse vista grossa, não aprovasse essa roubalheira escancarada do dinheiro público.

O já conhecido meliante Renan Calheiros  (PMDB), senador que infelizmente para nossa vergonha preside o Senado Federal, figurinha conhecida do noticiário policial, um contumaz useiro e vezeiro de desviar as funções públicas, encabeça a lista dos prováveis beneficiários desta extensa lista de calhordas e bandidos de gravatas. A governadora da Capitania Hereditária do Maranhão, Ratazana Sarney, também do PMDB, este partido que um dia Ciro Gomes chamou de um "ajuntamento de bandidos", tinha que ter ainda Edison Lobão, que pelo nome já mostra suas "virtudes" nada republicanas. Henrique Eduardo Alves (PMDB), que preside a Câmara Federal e hoje é candidato o governo do Rio Grande do Norte.  O ex-governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral (PMDB), também tem seu nome envolvido. O tesoureiro do PT, João Vacari Neto, os deputados, Cândido Vacarezza (PT), João Pizolatti (PP), do partido do Maluf, que lhe serve de inspiração. O ex-ministro Negromonte (PP), os senadores Ciro Nogueira (PP) e Romero Jucá  (PMDB), fazem parte de uma lista de 62 nomes que não foram divulgados. Os denunciados pertencem ao PT, PMDB e PP, triste coincidência! Uma verdadeira e super organizada quadrilha que operava um esquema de desvio e lavagem de dinheiro entre empresas contratadas com a Petrobrás e alimentava um caixa 2 para esses políticos. O denunciante fala em cerca de R$ 10 bilhões entre 2004 até 2012. Isto significa que este monumental assalto os cofres da empresa ocorreram em pleno governo Lula, que óbvio "nunca sabia de nada".

Nem o mais novo "santo e imaculado" cheio de virtudes peregrinas, Eduardo Campos (PSB), que recentemente subiu ao andar de cima, escapa. Seu nome aparece nas declarações de Paulo Roberto Costa e  isso vem corroborar essa mal explicada operação da compra do avião que o vitimou e que ninguém até agora sabe quem é, ou são os verdadeiros donos. Marina Silva, outra "santinha do pau oco" se apressa em defender Campos para que a lama não respingue em sua candidatura, posto que ela tenta enganar, passar à opinião pública, a imagem de uma virgem vestal em meio a um puteiro que é a política brasileira. R$ 10 Bilhões de Reais é dinheiro que ninguém se atreve a imaginar e os petistas desavergonhados ficam cobrando de Aécio Neves a construção de uma pista de pouso nos cafundós das Minas Gerais. Perto desses  ratos profissionais,  o tucano é um anjo de candura. Michel Temer, com aquela usual cara de mordomo de filme de terror, apressou-se em dizer que as denuncias não atingem o PMDB. E Dilma disse que ninguém do governo foi oficialmente acusado. E precisa? O povo tem ditados clássicos. Aquele "onde há fumaça tem fogo", cabe certinho neste lamentável episódio. Com um passado sujo, com uma história que mais se assemelha a uma folha corrida, gente desses partidos envolvidos pode ser levada à sério? Os fatos estão aí para comprovarem que este meliante Paulo Roberto Costa não agiu livre e sózinho. Ele teve o concurso do doleiro Alberto Youseff  que também está preso, e ambos deviam agir sob as ordens claras de gente graúda do PT e do Planalto. Tudo é uma questão de tempo, de se  puxar o fio da meada para se chegar aos chefes de mais esta máfia. Como estamos em plena campanha eleitoral, vamos aguardar os desdobramentos de mais este escândalo que envolve o governo e ver até onde atinge os protagonistas. Dificilmente se conseguirá levar tais denúncias ao congresso pela exiguidade do tempo e por estar os parlamentares em campanha. Quem viver verá! Lula, tal qual um avestruz, como sempre, meteu a cabeça num buraco, esperando sua boa sorte agir e a poeira assentar-se.   

sábado, 30 de agosto de 2014

Todo cuidado com essa Marina é pouco!

Marina Sillva é o Collor de saias!

A nova sensação da campanha eleitoral, a ex-senadora do PT e ex-ministra do Meio Ambiente do governo Lula, reapareceu na cena política na crista da onda de um verdadeiro tsunami que botou a pique a candidatura de Aécio Neves e Dilma Rousseff. Marina Sillva quer mostrar uma nova cara, apresentando-se como terceira via no processo eleitoral, com um discurso do novo sobre um trapo velho. Publicamente faz elogios a Lula e a FHC desejando contar com ambos em seu eventual governo. Coisas da política surreal querer juntar tucanos e mensaleiros no mesmo palanque. 

No entanto, Marina ao mostrar-se como algo novo na política, busca angariar votos daqueles eleitores desiludidos, cansados desse velho eixo PT-PSDB mas, ela erra, ela peca ao tentar emplacar esta imagem de um político novo, ao cercar-se de gente perigosa e das antigas. Um de seus conselheiros da área econômica, André Lara Resende, foi um dos que criou o famigerado "Plano Collor" que confiscou a poupança em 1990. Gianetti é tucano de quatro costados. Ela tem como inseparável "anjo da guarda", Neca, filha do dono do Banco Itaú e seu vice, foi líder do PT na Câmara Federal. Seu discurso é uma confusa peça de idéias onde ela tenta agradar, ser simpática com todos. Até ontem ela era terminantemente contra o casamento gay e foi uma das únicas a apoiar o ridículo e energúmeno pseudo-pastor Marcos Feliciano quando este presidia a Comissão de Direitos Humanos. Pressionada por setores ultra-ortodoxos dessas igrejas evangélicas medievais ela voltou atrás em seu plano de governo sobre o assunto.

Na área do agro-negócio, ela é o próprio demônio na ótica dos fazendeiros por suas idéias extravagantes sobre o meio ambiente, a agricultura, ocupação da Amazônia, etc. Apesar de ter se afastado do PT, até ontem seu marido ocupava cargo de confiança no governo petista dos irmãos Viana, no Acre, com quem ela mantém excelentes relações. Aliás, diga-se passagem que, em sua terra, seu berço político, o Acre Marina ficou em terceiro lugar nas eleições presidenciais de 2010 e, apesar de suas antigas ligações com Chico Mendes, a familia deste afirma não votar nela. Soa estranho isso.

Os neo-marinistas, iludidos, empolgados com esse fervilhante momento, esquecem de um detalhe - Marina não conseguirá, se ganhar o pleito, eleger sequer 20% dos congressistas. Hoje ela prega aquele bom e velho discurso de ética de não trocar cargos por apoio, fazer concessões, barganhar espaços e ministérios. Todos candidatos dizem isso. Lula, antes endemonizava seus opositores, hoje se humilha, se rasteja aos pés de Maluf em troca de votos. Antes, Maluf era um ladrão, hoje...bem hoje, que diferença existe entre Maluf e petistas? Fernando Collor, o então "caçador de marajás", o paladino da ética, o novo, o bom, também elegeu-se pelo insignificante PRN e depois? Depois teve que aceitar o jogo dos caciques da época - Ulisses Guimarães, Paulo Maluf, Antonio Carlos Magalhães, José Sarney, os que de fato mandavam. E o quê aconteceu? Collor tornou-se refém do congresso acabando por ser posto prá fora do cargo. Porquê com Marina seria diferente? Se eleita, ela terá pela frente forte oposição do PMDB, PT e  PSDB. O PMDB adora cargos, seja quem for que estiver governando, logo, Marina, para ver seus projetos e reformas aprovados, terá sim que se dobrar à ânsia desmedida desses partidos no troca-troca por cargos e poder. Em quê ella é nova?!




domingo, 24 de agosto de 2014

Cido quer comissionados votando em Cidinha:

Cido Sério quer todos comissionados votando em Cidinha! 


O prefeito Cido Sério (PT), tomou uma decisão polêmica, forte que surpreendeu todo o mundo político de Araçatuba, ao exigir que todos os comissionados, funcionários nomeados sem concurso público, indicados, apadrinhados por vereadores votem na marra na candidata petista à Assembléia Legislativa, Cidinha Lacerda, sua ex-primeira dama de quem é divorciado, mas que assumiu o comando da campanha.  O inesperado gesto do prefeito, causou rebuliço dada à medida que noutras situações nunca antes ocorrera e acabou respingando na Câmara Municipal, pois de cara foram postos para fora da prefeitura, servidores indicados, apadrinhados pelo vereador Cido Saraiva (PMDB) que, por conta desse desencontro, acabou rompendo politicamente com o prefeito de Araçatuba, a quem há seis anos deu total sustentação no legislativo. Esta nova situação, acabou tendo outras repercussões pois agora o prefeito perdeu sua maioria e está empatada a situação entre as bancadas, sendo seis para cada lado. Estranhamente, Araçatuba deveria ter número de impar de vereadores. Futuramente, haverá desentendimentos nas votações pois o presidente só deve votar em casos de empate. A primeira crise a ameaçar Cido Sério, será a votação da Lei de Diretrizes Orçamentárias. Sem maioria, o prefeito ficará "engessado" com eventuais manobras da oposição, diminuição de valores de remanejamento, etc. Pior - caso surja uma nova denúncia grave ou um novo pedido de Comissão Processante, a cabeça do prefeito poderá rolar.

Os analistas políticos e os bastidores da cena política local não conseguem entender as razões que levaram o prefeito a tomar uma medida drástica que resultou no rompimento político com um dos seus maiores defensores. Cido Sério corre um risco muito grande ao perder sua naioria que já era frágil. Ficará refém dos demais vereadores da base de sustentação que poderá inviabilizar seu governo nesses últimos dois anos de mandato. A vitória de Alckmin é um fato consumado. A derrota de Dilma é possível. Assim, Cido Sério perderia total apoio de Brasília e de São Paulo, ele que sempre desprezou o governador Geraldo Alckmin ficará em maus lençóis principalmente diante de uma eventual vitória de Dilador Borges (PSDB) do mesmo partido do governador, vão deixar o alcaide à pão e água! Cido Sério poderá terminar seus dias à frente do Executivo da mesma forma que Jorge Maluly Neto, cassado e abandonado.

O interessante  disso tudo é que a outrora base de sustentação na Câmara  Municipal, antes com 8 vereadores, caiu para 7, com a saída de Nava e agora de Saraiva. O detalhe é que de todos os vereadores ligados ao prefeito, nenhum apoia Cidinha Lacerda. Todos os vereadores possuem compromissos outros, que desagradaram o petista. Segundo-se sabe, até o líder da bancada situacionista, Prof. Cláudio foi chamado ao gabinete e teria sido exigido que ele mandasse seus assessores e apadrinhados na prefeitura, a retirarem os banners e decalques de Roquinho Barbieri (PTB) apoiado por Cláudio. Ironia é que Roquinho conseguiu muitos recursos e ajudou Cido Sério desde a primeira hora de seu mandato. Com esta medida, tudo indica que uma crise ou um eventual rompimento entre Cido e Roquinho é algo a ocorrer.  A única vereadora petista Beatriz Nogueira, tem diferenças com Cidinha por causa que esta apoiou Fernando Zar na eleição do diretório, impondo humilhante derrota a Beatriz Nogueira. Esta por sua vez, agora apoia para deputado estadual, Tato. Batata (PR) apoia candidato do seu partido. Papinha é candidato a deputado federal e dobra com candidato do PSB. Jaime J. da Silva, apoia candidato do PTB, Cido Saraiva é candidato pelo PMDB e Cabo Claudino, não se manifestou. O mais estranho é como ficará a situação do vice-prefeito Carlos Hernandes que é do mesmo partido de Cido Saraiva. Tempestades à vista no horizonte! Quem viver, verá!!!  

domingo, 17 de agosto de 2014

Parcerias e candidaturas paraquedistas

Parcerias e candidaturas paraquedistas 

Estamos em pleno momento eleitoral, quando inúmeros candidatos se apresentam aos eleitores postulando votos com vistas a se elegerem como representantes da cidade e região em São Paulo ou Brasília. Desde há muito Araçatuba não elege diretamente um deputado federal, enquanto que Rio Preto costuma enviar para o Congresso, às vezes dois ou mais parlamentares, inclusive um senador e para a Assembléia em S. Paulo, uns cinco ou mais nomes. Temos já um indefectível complexo de “vira-latas” em relação à Rio Preto ao fazer a indesejável comparação. Lá tem tudo, aqui estamos sempre na contramão, perdendo tudo, claro, há um exagero nisso, mas não deixa de mostrar uma triste realidade. Araçatuba, pressionada entre Prudente e Rio Preto, perde feio, um 7 x 1 em termos de representatividade política.

Um dos graves problemas é a presença de candidatos de outras regiões que aparecem por aqui na época das eleições proporcionais e encontram receptividade, guarida entre as destacadas lideranças locais, especialmente vereadores. Agora por exemplo, praticamente a maioria dos edis apóiam candidatos “paraquedistas”. Um absurdo é o fato da bancada de sustentação ao governo municipal, em número de sete vereadores, nenhum apóia a candidata do PT Cidinha Lacerda, indicada pelo prefeito Cido Sério! Alguns possuem compromissos partidários em nível estadual ou federal para se posicionarem desta forma. Rivael Papinha, caminha isolado, já que postula uma vaga como deputado federal, não conta com nenhum apoio local. Isso é tremendamente lesivo, danoso aos interesses da cidade, mas, infelizmente, os agentes políticos pensam primeiro em seus interesses pessoais.

O fato de o eleitor votar de forma desordenada, votar em nomes e não em partidos, cria uma situação embaraçosa, inusitada para a administração dos problemas da cidade. Existem “problemas” municipais, estaduais ou federais. Esses às vezes se contextualizam, se moldam e precisam ser resolvidos de forma equânime, de forma conjunta. Lamentavelmente, se os representantes políticos eleitos são de partidos diferentes, de grupos partidários diversos, isso repercute nos temas de interesses da comunidade.  Vejamos o exemplo pertinho de nós. O prefeito Cido Sério, é do PT, o representante estadual é o suplente de deputado Dilador Borges, do PSDB. O governador Geraldo Alckmin é do PSDB e a presidente Dilma Rousseff  é do PT. O Senador pela região é Aloísio Nunes Filho, do PSDB e não temos um deputado federal da cidade. Toda essa sopa de letrinhas ideológicas e partidárias estabelece uma crise de identidade e gera intermináveis dificuldades para o próprio eleitor, para o povo.

Só para exemplificar, dois enormes problemas quase que insolúveis – a duplicação da Rodovia Elieser Montenegro Magalhães e uma escola no Bairro Etemp. De início, o prefeito assinou contrato para desapropriar áreas lindeiras da referida via. Não cumpriu. Abandonou o projeto e a rodovia está lá, largada, gerando enormes transtornos e causando acidentes. Tudo isso por mero capricho pessoal e rixa com o então deputado estadual Dilador Borges, a quem o prefeito de forma descortês até se recusou a receber ou sequer cumprimentar em seu gabinete. O governador veio à cidade inúmeras vezes e o prefeito o ignorou. Só agora, em final de mandato de Alckimin, Cido Sério acenou com a proposta de estabelecer parcerias. A construção de uma escola, indicação apontada por Dilador Borges, no Bairro Etemp, esbarrou no desinteresse do prefeito em ceder o terreno. Enfim, estes gestos, estas posturas onde se opõe interesses partidários e pessoais, são altamente danosos aos interesses maiores, do povo, por isso, o cuidado na hora de escolher seus candidatos.

No entanto, essa discussão sobre candidatos paraquedistas, nos leva a refletir sobre um insuperável dilema ˗ o nível dos candidatos lançados em Araçatuba. Os dois nomes que postulam uma vaga para deputado federal, o vereador Papinha (PSB) e o ex-vereador Luciano Gomes (do insignificante PTdoB), não reúnem mínimas condições de se elegerem. Papinha foi muito bem votado para a reeleição de vereador obtendo mais de quatro mil votos, mas uma eleição federal é outra situação. Já Luciano Gomes, que já foi vereador, em 2012, obteve a “estrondosa” votação de 754 votos para vereador em Araçatuba! Parece piada, mas não é. Agora quer ser deputado federal!!! Sem contar outros nomes medíocres, insignificantes que não se elegeriam como síndicos de condomínio! É brincar com o eleitor. Aí vem esse discurso de que é preciso votar nos candidatos da terra!!! Já para deputação estadual, apenas três nomes reúnem condições de pelo menos sonhar em eleger-se – Cidinha Lacerda (PT), Dilador Borges (PSDB) e Cido Saraiva (PMDB). Os demais só ficarão com eventuais dívidas de campanha.   

Sem opções, o eleitor de Araçatuba, por razões pessoais, ideologia política-partidária, dogmas, posicionamento político, decepção, acaba optando por nomes de fora. Ninguém quer perder, jogar o voto fora. Isso é uma tradição, um costume entre os brasileiros. No meu caso, escolhi para minha candidata a deputada federal, Mara Gabrilli, do PSDB por ser uma pessoa que conheço, é cadeirante, tetraplégica, uma lutadora incansável pelos deficientes brasileiros. É psicóloga, foi secretária municipal em São Paulo, na Secretaria Para Assuntos da Pessoa com Deficiência, eleita vereadora e depois deputada federal, luta para ser reeleita e merece estar no Congresso para continuar lutando em defesa dos menos favorecidos, notadamente os deficientes, que como ela própria, sentem na pele o descaso, o abandono das autoridades. O fato de não ser de Araçatuba, não a diminui pois a mesma representa os anseios de todo um segmento esquecido, desprezado pelas políticas públicas, os deficientes em geral. Ela representa os brasileiros que sofrem e têm muito mais dificuldades para conseguir que seus pleitos sejam atendidos, quando o são. Esta é a razão que votarei em Mara Gabrilli e estou pedindo aos meus amigos, eleitores paulistas que apertem lá na urna 4517. Esta eu indico e confio!