sábado, 21 de maio de 2016

A era Michel Temer:

Os primeiros dias com Michel Temer


É cedo para se avaliar este início do governo Michel Temer, pós-tsunami petista que destruiu a economia nacional, cujo rombo deixado por Dilma Rousseff se aproxima dos R$ 200 Bilhões de Reais. O novo presidente buscou cerca-se de bons nomes principalmente na área econômica. Henrique Meirelles, assustou-se com o tamanho do buraco deixado pelo PT e anuncia medidas amargas e difíceis para tentar reorganizar as finanças públicas. Várias ações antipáticas, impopulares serão tomadas, até mesmo a volta da CPMF, alterações na previdência, mudanças na aposentadoria. Claro que as entidades sindicais se apressam a posicionar-se contrárias aos tais direitos adquiridos. A Petrobrás vai para boas mãos. Pedro Parente, que foi ministro de FHC é competente, sério, honrado e já anunciou que não aceitará indicações políticas nos cargos diretivos da empresa. A única área que gerou intensa discussão e muita polêmica, foi a iniciativa de extinguir o Ministério da Cultura, promovendo sua volta ao antigo MEC. Muitos artistas se posicionaram contra. Houve muito questionamento sobre a Lei Rouanet. Na verdade, o problema não está em extinguir ou não um ministério, mas na sua readequação e eficácia no cumprimento da referida lei.

Uma das áreas que chamou muita a atenção foi as Relações Exteriores, cujo titular agora é o senador José Serra. Desde a semana passada com a derrubada da petista Dilma Rousseff, vários países latino-americanos, orientados pelo movimento bolivarianista anunciaram não reconhecer o novo governo instalado em Brasília. Uruguai, Bolívia, Equador, Venezuela, Colombia, El Salvador Honduras e Cuba ameaçaram retaliações contra o Brasil e alguns inclusive chamaram seus embaixadores  para explicações. Declararam que Dilma Rousseff foi vítima de um golpe parlamentar, que Michel Temer não tem legitimidade, etc. Estes países na verdade foram os mais beneficiados nesses governos petistas com empréstimos, repasses de dinheiro brasileiro para investimentos em seus territórios. Aliás, tais empréstimos deverão ser objetos de profunda auditoria no BNDES pois até hoje pouco se sabe a forma de como tais empréstimos foram realizados. José Serra quer impor ao Itamaraty uma nova visão nas relações internacionais que de agora em diante serão marcadas por uma política e interesses de Estado, e não de ideologia como o PT tratou até agora.

É importante destacar que Michel Temer está recebendo uma verdadeira herança maldita desses 13 anos de governos petistas. Um rombo orçamentário que beira R$ 200 Bilhões, quase 12 milhões de pessoas desempregadas, a economia estagnada, o PIB em queda, os juros beirando a casa dos 15% e uma onda de pessimismo que contamina toda a sociedade brasileira, já desacreditada nas medidas que o governo possa tomar. Michel Temer terá que ajustar a economia, terá que cortar gastos, despesas e essas medidas amargas se espalharão aos estados da federação  terão que cortar gastos, congelar salários de servidores e proibir novos concursos públicos, ou seja, o cidadão que mais precisa dos serviços públicos é que irá pagar esta conta altíssima deixada pelo PT depois do verdadeiro tsunami de roubalheira e corrupção no governo e empresas públicas. Rio Grande do Sul e Rio de Janeiro já não estão conseguindo pagar seus servidores, cujos salários estão sendo parcelados, congelados, fato jamais visto neste país arrasado pela ação nefasta, destruidora do PT.  

domingo, 15 de maio de 2016

O fim do PT - desmoralização!




Desde seus primeiros tempos como um grupo combativo de marxistas que desafiavam os governantes militares do Brasil, o Partido dos Trabalhadores cresceu para se tornar um dos movimentos de esquerda mais duradouros do mundo --uma locomotiva eleitoral que dominou a política do país por mais de uma década.
Mas o Senado do Brasil lhe aplicou um golpe paralisante na quinta-feira (12), ao votar pela suspensão da presidente Dilma Rousseff e descartar a organização política que governou o maior país da América Latina durante 13 anos, o mais longo reinado de um partido eleito democraticamente na história do Brasil.
"O Partido dos Trabalhadores era um partido de esperança, mas seus líderes se intoxicaram com o poder e agora aquela esperança se rompeu", disse Hélio Bicudo, 93, um dos primeiros membros do partido e ex-deputado que desertou em 2005.
Após uma década de crescente popularidade, as fortunas do PT foram abaladas por uma devastadora crise econômica e um colossal escândalo de corrupção que derrubou alguns de seus principais líderes.
Enquanto milhões de brasileiros voltavam à pobreza, o partido que havia chegado ao poder prometendo representar as massas e acabar com a impunidade estava participando do mesmo tipo de corrupção que há muito caracterizava as classes dominantes do país.
Embora Rousseff não tenha sido acusada de suborno --seu julgamento de impeachment se baseia em um esquema orçamentário destinado a ampliar suas perspectivas de reeleição--, escândalos de corrupção mancharam a reputação de seu mentor, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o líder do Partido dos Trabalhadores, que a escolheu para sucedê-lo e pretendia se candidatar novamente em 2018.
Lula ainda não foi acusado de crime, mas promotores federais estão investigando seu papel em um esquema que envolveu a canalização de dinheiro da companhia nacional de petróleo para os cofres do PT.
Uma série de altos aliados de Lula, incluindo membros graduados do partido, foram presos ou estão sendo investigados por envolvimento no esquema, que distribuiu bilhões de dólares em propinas a figuras de todo o espectro político.
Mesmo em um país calejado pela corrupção política, a queda de um partido antes dedicado à transparência e ao governo limpo é um fim desanimador que aprofundou a falta de confiança do público na política brasileira.
Isto também ameaça reverter algumas das conquistas do partido, uma força política esmagadora que até seus críticos admitem que ajudou a diminuir a terrível pobreza e a disparidade econômica que há muito afligiam esse país de 200 milhões de habitantes.
"Que o Partido dos Trabalhadores tenha se sujado ao se envolver em toda essa corrupção é uma tragédia, talvez a principal tragédia no que está acontecendo hoje", disse o historiador José Murilo de Carvalho.
Marcada por cobiça, traição e a busca de um poder cada vez maior, a queda em desgraça do partido tem todos os elementos de uma tragédia shakespeariana.
Seu maior protagonista é Lula, 70, que trabalhou como engraxate quando menino, antes de conseguir emprego em uma fábrica de parafusos. De lá, chegou à Presidência e conduziu um boom econômico, deixando o cargo como um dos líderes mais populares do mundo.
A partir dos anos 1970, ele ajudou a transformar um grupo desordenado de sindicalistas, membros do clero católico liberal e estudantes idealistas em um formidável movimento político que se ergueu contra os líderes militares do país.
Formado em 1980, o Partido dos Trabalhadores dispensou o dogma marxista estrito e adotou um processo democrático para eleger seus líderes.
Lula disputou a Presidência com o slogan "Terra, trabalho e liberdade".
No final dos anos 1980, os candidatos do partido ganhavam eleições. Em 1986, Lula foi eleito ao Congresso e dois anos depois uma candidata do PT conquistou a Prefeitura de São Paulo, a maior cidade do país. Lula então fixou sua mira na Presidência.
Lula foi uma figura política improvável, cuja gramática imperfeita e retórica de esquerda assustavam a elite brasileira. Mas em 1988, depois de três candidaturas sem sucesso à Presidência, Lula mudou de estratégia. Trocou as camisetas por ternos sob medida e dispensou o discurso de mudança revolucionária, dizendo que honraria a dívida externa de US$ 250 milhões que na época emperrava a economia brasileira.
Seu novo slogan: "Lula, paz e amor".
Em 2002, ele aproveitou a ira popular sobre a desigualdade econômica e a corrupção rampante para vencer a Presidência com uma avalanche de votos. As medidas de austeridade que ele adotou e a demanda crescente por matérias-primas brasileiras ajudaram a endireitar a economia, mas ele rapidamente achou necessário fazer acordos com o Congresso brasileiro fragmentado para aprovar sua ambiciosa agenda legislativa.
Para antigos baluartes do partido como Idelber Avelar, o ponto de ruptura foi quando Lula começou a distribuir cargos e formar alianças com chefes de partidos de oposição que não compartilhavam os ideais do PT.
"Isso representava tudo contra o que o partido lutava", disse Avelar, um acadêmico que deixou o PT há mais de uma década e hoje vive nos EUA. "Havia várias opções, mas a escolha inicial foi a política de fazer acordos a portas fechadas."
O compromisso com aliados rentistas quase derrubou o governo de Lula em 2005, quando um esquema de compra de votos que pagava a deputados de oposição por sua lealdade foi denunciado pela mídia brasileira. Lula suportou o escândalo e foi reeleito em 2006, mas ficou substancialmente enfraquecido pela crise e foi obrigado a fazer ainda mais alianças para manter seu apoio no Congresso.
Aparentemente inabalada por sua proximidade com o escândalo, a direção do PT estava secretamente envolvida em um enorme esquema de propinas com executivos da Petrobras, a gigante de energia de propriedade estatal. O arranjo, que ficou conhecido como "Lava Jato", envolvia desviar bilhões de dólares da farta receita do petróleo para o Partido dos Trabalhadores e seus parceiros de coalizão no Congresso.
O escândalo, que continua se desenrolando, abalou o meio político do país, com dezenas de executivos empresariais e líderes partidários presos ou sob investigação.
Alguns dos mais próximos assessores de Lula estão entre os caídos, mas ele insistiu que não tinha conhecimento do arranjo. Seus índices de aprovação, antes invejáveis, sofreram um golpe substancial.
"Nossas maiores conquistas foram tirar 36 milhões de pessoas da pobreza e promover outros 40 milhões à classe média", disse Lula em um e-mail esta semana. "Continuamos sendo um partido que se importa com os pobres e a justiça social."
A menos que ele seja acusado de crime, muitos analistas políticos ainda esperam que Lula dispute a Presidência daqui a dois anos.
"Na política brasileira, você nunca pode jogar alguém embaixo do ônibus e pensar que não vai se recuperar", disse Alfred P. Montero, autor do livro "Brazil: Reversal of Fortune" e professor no Carleton College. "Eu observo esses sujeitos desde os anos 80, e eles sempre parecem voltar." (Texto de Andrew Jacobs, publicado no THE NEW YORK TIMES)
  

domingo, 8 de maio de 2016

Aspones: A farra continua em Araçatuba!

Aspones: A farra continua em Araçatuba!


A Constituição Federal estabelece em seu artigo 37, I, V as normas para se ocupar as funções no serviço público em geral. As regras ficaram duras depois da obrigatoriedade do concurso público como meio de acesso. Mas, como é próprio no Brasil, criou-se a famigerada e detestável figura do cargo de confiança, os tais comissionados, geralmente ganham muito mais que os concursados efetivos, muitos sequer cumprem horários ou comparecem no local de trabalho. Em Araçatuba, de triste memória, o antigo DAEA era um penduricalho de inúmeros funcionários-fantasmas, os tais  “aspones”, normalmente indicados, apadrinhados por vereadores em troca do apoio que estes davam ao prefeito de plantão. Esta relação incestuosa perdurou por muitos anos entre vereadores da tal base de sustentação do prefeito. Chegou-se épocas em que eram tantos que se houvesse a necessidade de que estes comparecessem à sede do DAEA, uma enorme fila se criaria e muitos nem teriam onde sentar, ou dispor de uma mesa. Quando a ex-prefeita Marilena Magri assumiu após a cassação do ex-prefeito Jorge Maluly Neto, em 2008, ela exonerou 33 diretores do DAEA! Agora, será que aquela agonizante autarquia precisava de 33 diretores?!

O tempo passou, Cido Sério (PT) assumiu em 2009 e mesmo assim manteve a política maléfica, nefasta do toma-lá-dá-cá, o troca-troca com os vereadores. Apenas de desfez dos “aspones” que herdou de Maluly e tratou logo de criar os seus próprios. Advertido pelo TCE, Cido Sério deu de ombros, ignorou as várias intervenções das autoridades, mudou a lei, alterando a nomenclatura contudo  mantendo, aumentando o número desses parasitas na administração municipal. Por incrível que possa parecer, a criatura acabou engolindo o criador. Cido Sério foi cassado, está afastado do cargo justamente por causa desses comissionados que ele tanto defendeu, protegeu. Ele que foi eleito com a maior votação da história de Araçatuba, perdeu o cargo, o gordo salário, enquanto seus servidores comissionados estão aí continuando mamando nas gordas têtas da municipalidade. Agora, um caso emblemático chama a atenção tendo em vista que a Constituição autoriza esses cargos de confiança, para ocupantes de Direção, Assessoramento. Um motorista, um fotógrafo pode ser considerado como cargo de confiança? Pois é.  Foi por essas  aberrações que Cido Sério dançou!

Como a lei eleitoral exige que ocupantes de cargos públicos devam desincompatibilizar-se para disputar a eleição, na prefeitura de Araçatuba, trataram logo de arrumar um jeitinho de “proteger” alguns comissionados, alguns apadrinhados. Destaque-se o caso do fotógrafo, jornalista Fábio Ishizawa que por incrível, está lotado no Gabinete municipal desde os tempos de Maluly Neto, ou seja, praticamente 10 anos, sem concurso público. Foi exonerado agora em abril e acreditem! Nomeou seu pai, Kenji Ishizawa, um venerando senhor, que não é jornalista, nem tem qualquer aptidão para o cargo de “Assessor de Imprensa e Cerimonial do Gabinete”. Tal “idéia genial”, nasceu com único intuito de se garantir que Fábio Ishizawa continuasse recebendo seu salário mensal. A situação é tão pródiga que após críticas, “esconderam” o Sr. Kenji Ishizawa na biblioteca municipal, numa demonstração inequívoca de que sua presença no gabinete é totalmente dispensável, ou seja, não se enquadra no tal “cargo de confiança”. Puro desvio de finalidade, uma violação à lei.

Além dessa bizarra situação, também fizeram o mesmo com a secretária municipal de Esportes, Cláudia Crepaldi, comunista que nomeou num cargo na mesma secretaria, sua irmã Cléia Crepaldi, claro, com o mesmo interesse de garantir que a ela continuasse recebendo os salários. O também apaniguado, Willian Sancler, hoje no Partido da Rede ( o PT 2), era chefe de Gabinete da Secretaria de Cultura. Saiu e fez nomear em seu lugar sua irmã Vanessa Chaves, que, após algumas críticas, foi exonerada  25 dias depois. Atos de desvio de finalidade, nepotismo indireto, um desrespeito ao povo, uma tentativa nefasta, vergonhosa e imoral  de se burlar a lei, nomeando parentes próximos em primeiro grau com a finalidade de se manter o “status quo”,  ganhando sem trabalhar, pondo uma pessoa no lugar, sem que se possa comprovar que esta pessoa tenha as qualificações necessárias e pertinentes ao cargo. Esperamos que o prefeito Carlos Hernandes assuma de fato as rédeas do executivo, demita  o Sr. Kenji Ishizawa e Cléia Crepaldi, em respeito ao pagador de impostos que já não suporta sustentar essa corja em geral, esse tipo de gente cujo único intuito é dilapidar o dinheiro público.


sábado, 30 de abril de 2016

O fim do governo Dilma!



O fim do governo Dilma! 


Esta semana e os próximos dias, quiçá horas, serão decisivos para o destino deste país de cerca de 200 milhões de pessoas, que, a seguir-se o roteiro estabelecido para o procedimento do impeachment da presidente Dilma Rousseff, se livrará de um governo que marcou época, nesses 13 anos de mandato sob a égide do PT, um partido que surgiu em 1980 defendendo a bandeira da ética e da moralidade pública e chega ao fim transformado numa verdadeira quadrilha criminosa que, nos últimos 10 anos, assaltou os cofres do povo, desviando bilhões e bilhões de Reais arrancados de empresas públicas e levados pelo ralo da corrupção para alimentar, sustentar partidos e campanhas políticas além de manter uma situação de compra de parlamentares para votarem sempre favoráveis ao governo. Esses escândalos tenebrosos de desvio de verbas públicas vieram à luz através das denúncias do “Mensalão” e agora “Petrolão”, atingindo as mais destacadas lideranças nacionais do PT, envolvendo até Lula e Dilma que saem desse triste episódio desmoralizados, arruinados politicamente. O PT em fase terminal, a cada dia perde mais e mais lideranças, quer em nível nacional, como também dezenas e dezenas de prefeitos e vereadores que pulam fora com medo das próximas eleições diante de um enorme desgaste público.

Caso não haja nenhuma interrupção nos prazos e no rito estabelecido, no próximo dia 11, o Senado da República afasta a Chefe do Governo pelo prazo de 180 dias, mas entre o próprio governo e lideranças petistas, dão como fato consumado e sua volta é praticamente impossível. O  vice-presidente Michel Temer, desde que a Câmara autorizou o impeachment, vem discretamente conversando, costurando com lideranças de vários partidos, um apoio eventual e  formação de um novo ministério. Devem participar desse governo de união nacional, o PMDB, PSDB, DEM, PPS, Solidariedade, PSB e parte de outros partidos. Nomes estão sendo sondados como Henrique Meirelles, para a Fazenda e José Serra para o Itamaraty. Anteriormente Aécio Neves estava contra o PSDB assumir cargos, mas foi convencido por FHC e Alckmin. É óbvio que não se espera de imediato mudanças profundas na economia ou medidas de impacto que resultem na melhoria da qualidade de vida do povo. Mas algo precisava ser feito. Dilma perdeu completamente as condições morais, éticas e políticas de continuar chefiando o governo.

O PT, Lula, e seus movimentos sociais como MST, MTST, acenam com um cenário de guerra nas ruas das cidades, no campo e nas rodovias. Lula prega um clima de “terra arrasada”. Anunciam que não darão um só dia de sossego para Temer, a quem chamam de golpista e um governo ilegítimo. Pura retórica de desesperados. O governo Temer é tão legítimo quanto foi o de Dilma. O eleitor ao apertar a tecla na urna eleitoral optou pelo 13, sufragou o nome de Dilma e Michel Temer como seu vice. Logo, os mais de 54 milhões de votos atribuídos à Dilma Rousseff igualmente foram destinados também ao seu companheiro de chapa. Não há o que se discutir. Pregar agora a realização de novas eleições presidenciais, isto sim, seria o golpe, a traição ao eleitorado, afinal, esta crise poderia beneficiar candidatos com discursos populistas, eleitoreiros como o próprio Lula e Marina Silva. Não há tempo hábil para se aprovar mudanças na Constituição e o próprio TSE  não teria condições técnicas para realizar uma eleição tão grande como esta.

A corrupção vai acabar com o fim do governo do PT? Não!  Isso é pura semântica. A corrupção é algo endêmico e está na cultura do povo brasileiro, não se restringe aos políticos em si. Mas diante da situação de desacerto na economia, da falta de credibilidade inclusive internacional do governo Dilma, alguma medida teria que ser tomada. O governo do PT perdeu a governabilidade, perdeu totalmente o apoio no Congresso Nacional não conseguindo fazer aprovar praticamente  quase nada de seus projetos e propostas enviadas à apreciação dos parlamentares. Dilma se deixou envolver pela pressão de grupos políticos sedentos em saquear os cofres e interessados em ocupar cargos na esplanada do ministérios. O governo nos últimos meses, passou a “vender o almoço para poder jantar”. Um troca-troca despudorado e vergonhoso nessa relação incestuosa entre um governo desmoralizado e uma frágil base de sustentação apenas interessada em extorquir mais e mas benesses do Planalto. Lula, envolvido e acuado pela “Operação Lava-Jato” perdeu totalmente a capacidade de liderar e tratar com os poucos partidos que ainda apoiavam este governo. Enfim, o Brasil se livrará de um verdadeiro câncer da política nacional.  

sexta-feira, 22 de abril de 2016

Dilma foi mesmo torturada?

Dilma foi mesmo torturada?

O Coronel Carlos Alberto Brilhante Ustra

Esquecido nos últimos anos, o Coronel Carlos Alberto Brilhante Ustra, morto no ano passado, virou centro das atenções na mídia, nas redes sociais, alvo de debates, discussões e muita polêmica por ter sido lembrado pelo deputado Jair Bolsonaro, ao proferir seu voto na sessão do impeachment, que prestou uma merecida e louvável homenagem a este militar injustamente perseguido pelo PT, que o acusa de, supostamente ter torturado a atual presidente da República, em uma das instalações dos órgãos de segurança durante o regime militar.

O PT criou falsamente uma tal “Comissão  da Verdade”, um autêntico tribunal da inquisição revanchista, revisionista com a única finalidade de se encontrar “bodes expiatórios” para mostrar ao seu público. Era um imperativo para os intelectuais da esquerda buscarem pessoas ainda vivas, ligadas aos governos militares para dar mostras de um cenário irreal, inverídico, mentiroso. Essa “Comissão da Verdade” só foi atrás de nomes ligados ao regime. Ninguém diz nada sobre os terroristas que atuaram no Brasil naquele período, claro, esses hoje são venerados como heróis, seus nomes são dados em escolas, ruas, etc. 

Vivíamos o auge dos governos militares e esses movimentos terroristas agiam na forma usual de sempre  ̶   atacavam delegacias de polícia, unidades militares e quartéis, dezenas de soldados das Forças Armadas foram covardemente assassinados, sofreram atentados terroristas, como o caso mais emblemático do soldado Mário Kozel Filho, morto por um grupo terrorista do qual Dilma Rousseff fazia parte, mas isso, óbviamente a tal “Comissão da Verdade” não aborda. José Dirceu, Genoíno, Lamarca, Mariguella e tantos outros outrora terroristas e hoje elevados à beatificação não são analisado nessa comissão.

Agora, a presidente Dilma e seus defensores deveriam explicar as razões de sua prisão, os motivos que  ela alega ter sido torturada, se é que foi mesmo torturada. Há relatos, depoimentos de companheiros de cela que  negam tais fatos. Com certeza, prefiro acreditar que todas essas infamantes declarações foram urdidas nos porões do PT para se criar um mito, uma lenda, jogar na opinião pública uma estória mentirosa. A verdade é que Dilma Rousseff participou de grupos terroristas, assaltou bancos para obter dinheiro para sustentar os ataques aos militares, envolveu-se no histórico roubo de um cofre da casa do ex-governador paulista Ademar de Barros, mas claro, isso a “Comissão da Verdade” não pesquisa, não divulga.

O regime militar tinha que agir para conter esses grupos terroristas que visavam implantar no Brasil uma ditadura comunista. Fernando Gabeira, então companheiro nos atos terroristas, participou até do seqüestro do embaixador americano, Ulbrik, posteriormente virou até deputado, diz até hoje, que o intuito era impor o comunismo. Eduardo Jorge, do PV, candidato a presidência, também dá esse mesmo depoimento. As esquerdas queriam impor um regime comunista. Claro, o PT hoje, cheio de virgens vestais, imaculados e com virtudes peregrinas, precisam de um Brilhante Ustra, morto, não pode falar, se defender. Bolsonaro foi  acima de tudo patriota, ao reverenciar sua memória. Entre Dilma e Ustra, fico com este ultimo. Honrou sua farda. 

sábado, 9 de abril de 2016

ARAÇATUBA: ENCONTRADO O CANDIDATO!

Cido Sério vai apoiar Luís Fernando Ramos! 

Só falta a "festa" para Cido Sério ungir Luis Fernando seu candidato

Apesar de o prefeito Cido Sério (PT) ter marcado o final desta semana para anunciar a escolha do candidato dentre os partidos de seu grupo que ele vai apoiar tudo leva a crer segundo aliados do petista, a escolha já está feita e recaiu sobre o nome do empresário Luís Fernando Arruda Ramos (PTB), proprietário da empresa de construção, Lomy Engenharia. Este inclusive já está sendo convidado para ir ao gabinete participar de eventos institucionais, como foi a posse do novo secretário de Esportes. Luis Fernando parece incomodado, deve estar se sentindo um corpo estranho em meio aos petistas. Na verdade, ele tem que ficar mesmo com “um pé atrás”, pois confiar no prefeito Cido Sério, ele errou duas vezes. Em 2012 deveria ter sido o candidato a vice-prefeito na chapa do petista. Na hora “H” foi apunhalado pelas costas com a manutenção de Carlos Hernandes. Em 2014, deveria ter recebido o apoio de Cido Sério para deputado estadual. Mais uma vez puxaram-lhe o tapete e o prefeito apoiou sua ex-esposa Cidinha Lacerda. Como gato escaldado tem medo d’água... Entretanto, este casamento é um tanto estranho, pois deveria ser entre o PT e o PTB, ocorre num verdadeiro clima de adultério, visto que agora o traído, o “corno” é o próprio PT, abandonado no altar por Cido Sério.

A política é sempre cheia de surpresas, de nuances desagradáveis. Em geral, acordos políticos foram feitos para serem quebrados. Esta anômala situação deste apoio incestuoso entre Cido Sério e Luís Fernando (PTB), decorre de uma situação sem saída. Em meio aos nomes postos em seu grupo, Cido Sério praticamente não enxergou viabilidade, densidade eleitoral em nenhum deles, capazes de enfrentar e derrotar a dupla Dilador Borges-Edna Flor. Por seu turno, Luís Fernando embarcou nessa viagem duvidosa por absoluta falta de alternativa. A candidatura do petebista vinha se exaurindo, perdendo fôlego, já estando a caminho da UTI, desde o lançamento do nome de Edna Flor na dobradinha com o tucano Dilador. Luís Fernando nesses três meses desde dezembro não conseguiu viabilizar, encontrar um candidato a vice em sua chapa para estar à altura do nome, do prestígio e do imenso poder eleitoral de Edna Flor e sua candidatura foi se esvaziando. Aceitar o apoio de Cido sério deve ter sido algo difícil de engolir, pois a impopularidade do prefeito de Araçatuba aliada à imensa insatisfação com o PT nacional e os petistas, não deve ter sido nada encorajador.

Sem respaldo de um bom nome para vice, sem apoio de partidos fortes para formar uma boa coligação e eventual base de sustentação no legislativo, Luís Fernando, sem muita experiência no trato com essas raposas velhas, esses líderes de partidos interessados em muitas negociatas nada republicanas, sem um bom assessoramento político, sem um discurso convincente, acabou se perdendo pelo caminho e não teve como fugir ao convite desse apoio indigesto de Cido Sério. Luís Fernando nunca disputou um cargo eletivo, tem boas idéias, boas intenções, mas a realidade é bem outra. Ele costuma escrever belos e longos artigos sobre a “cidade inteligente”, a “cidade ideal”, mas, pura utopia, algo inaplicável para alguém que luta para receber uma prefeitura falida, sem recursos para comprar simples medicamentos, inchada de funcionários indicados por vereadores nessa triste relação pecaminosa entre o executivo e o legislativo. Suas idéias e propostas caberiam bem talvez em Dubai, Emirados Árabes, quem sabe. Cido Sério por sua vez ficará pelo menos dois anos sem mandato eletivo e em 2018 poderá estar inelegível graças aos inúmeros processos que responde nas justiças Federal, Estadual e Eleitoral.

A situação de Cido Sério é no mínimo confusa estranha. Ou ele já está de malas prontas para outro partido ou será expulso do PT por infidelidade partidária. A relação entre o prefeito e seu partido azedou desde a reeleição de Fernando Zar a quem Cido Sério sequer recebe em gabinete e nem o cumprimenta em público. O PT por sua vez, se sente como a “noiva feia desprezada”, deverá lançar a candidatura-kamikaze do secretário de Cultura Hélio Consolaro que também fica numa “saia-justa”, pois terá que deixar o cargo. O PT nem comparecerá a tal reunião dia 16, quando na verdade, o nome de Luís Fernando Ramos será sacramentado, abençoado (ou amaldiçoado) por Cido Sério. E o tal candidato Edérson Silva que se anunciou como o “melhor candidato”, que contaria como apoio do prefeito Cido Sério, que em sua visão vêsga, realizou a melhor, a maior administração da história de Araçatuba, como é que fica nesta estória de autêntica “infidelidade conjugal”?   

sexta-feira, 1 de abril de 2016

PROCURA-SE UM CANDIDATO!

Araçatuba: Procura-se um candidato !


O prefeito Cido Sério (PT) se reuniu com lideranças políticas e presidentes de pelo menos 16 partidos (PT, PMDB, PMN, PTC, PRP, PHS, PTdoB, PSDC, PMB, PR, PTB, PDT, PTN, PSL, PROS  e PCdoB) para tentar achar um nome de consenso a ser lançado como candidato a prefeito de Araçatuba apoiado por ele e seu grupo político. Estranhamente não compareceram representantes do PV, PSD, DEM e da Rede da Marina, que eram aguardados. Estranho também que a reunião aconteceu num hotel no centro da cidade, cujo proprietário é o empresário Luis Fernando Arruda Ramos, pretenso candidato a prefeito pelo PTB e que também não estava presente. Cido Sério, segundo pessoas presentes sequer olhou na cara e nem cumprimentou o presidente local de seu partido, PT, Fernando Zar, que insiste nesse papel ridículo de bajular, lamber as botas do prefeito que lhe despreza. Nesse sentido inclusive, Hélio Consolaro, secretário municipal da Cultura perguntou esta semana – “Qual é o partido de Cido Sério?” posto que ele é filiado ao PT mas anuncia apoiar candidatos de outras siglas. Depois de muitas discussões nesse emaranhado, nessa sopa de letrinhas, o prefeito disse que vai aguardar até o dia 16 de abril para tomar uma posição.

Cido Sério já declarou apoio aos nomes de Carlos Hernandes (PMDB) e do empresário Luis Fernando (PTB). Também disputam o “apoio” do prefeito, Julio Castilho (PHS), Hélio Consolaro (PT) e do ex-secretário Edérson Silva (PDT). Entretanto, há no ar um jogo de interesses que inviabiliza uma série de situações. O PT, em tom desafiador a Cido Sério já anunciou Hélio Consolaro como candidato independentemente de qualquer decisão do prefeito. É uma candidatura “kamikaze”, diante da situação de total desmoralização que o partido vive, os inúmeros escândalos, a debandada geral com muita gente abandonando a canoa furada do PT. Esta candidatura é apenas para o partido marcar presença e eventualmente Consolaro atacar, bater em Dilador Borges (PSDB). Consolaro é realista e sabe que não se elegeria nem a vereador. Hoje, os “militontos” petistas juntos lotariam uma kombi. Julio de Castilho (PHS) é um ilustre desconhecido que também não se elege nem a vereador. Edérson Silva, que vergonhosamente abandonou o PT trocando por um desses partidos de aluguel, o PDT, encontra-se na mesma situação. Está sendo objeto de investigação no escandaloso desvio de R$ 15 Milhões do caso de corrupção do Estaleiro Rio Tietê.

Já Luis Fernando Ramos, do PTB, teve sua candidatura bombardeada dentro do próprio partido pelo vereador Jaime que sempre preferiu manter-se unido ao grupo de Cido Sério. Só mais recentemente com a intervenção do deputado Campos Machado, o vereador Jaime esboça uma pálida manifestação de apoio. O problema todo reside numa confusa interpretação dos anseios, desejos desse mundo de partidos entre os quais essa miríade de nanicos acostumados a mamarem nas têtas da prefeitura e tal quais leitões prontos para o abate, sempre foram bem sustentados pelo prefeito Cido Sério. Vários desses pseudos-líderes são ocupantes de cargos comissionados, muitos nem comparecem ao trabalho, mantendo essa relação incestuosa, pecaminosa com o prefeito. Vendem seus horários no rádio e TV e trocam apoio político por benesses oferecidas pelo executivo. De outro lado, quem deseja hoje nessa situação trágica do PT, ter o apoio de Cido Sério?

O prefeito Cido Sério (PT) se reuniu com lideranças políticas e presidentes de pelo menos 16 partidos (PT, PMDB, PMN, PTC, PRP, PHS, PTdoB, PSDC, PMB, PR, PTB, PDT, PTN, PSL, PROS  e PCdoB) para tentar achar um nome de consenso a ser lançado como candidato a prefeito de Araçatuba apoiado por ele e seu grupo político. Estranhamente não compareceram representantes do PV, DEM e da Rede da Marina, que eram aguardados. Estranho também que a reunião aconteceu num hotel no centro da cidade, cujo proprietário é o empresário Luis Fernando Arruda Ramos, pretenso candidato a prefeito pelo PTB e que também não estava presente. Cido Sério, segundo pessoas presentes sequer olhou na cara e nem cumprimentou o presidente local de seu partido, PT, Fernando Zar, que insiste nesse papel ridículo de bajular, lamber as botas do prefeito que lhe despreza. Nesse sentido inclusive, Hélio Consolaro, secretário municipal da Cultura perguntou esta semana – “Qual é o partido de Cido Sério?” posto que ele é filiado ao PT mas anuncia apoiar candidatos de outras siglas. Depois de muitas discussões nesse emaranhado, nessa sopa de letrinhas, o prefeito disse que vai aguardar até o dia 16 de abril para tomar uma posição.

Cido Sério já declarou apoio aos nomes de Carlos Hernandes (PMDB) e do empresário Luis Fernando (PTB). Também disputam o “apoio” do prefeito, Julio Castilho (PHS), Hélio Consolaro (PT) e do ex-secretário Edérson Silva (PDT). Entretanto, há no ar um jogo de interesses que inviabiliza uma série de situações. O PT, em tom desafiador a Cido Sério já anunciou Hélio Consolaro como candidato independentemente de qualquer decisão do prefeito. É uma candidatura “kamikaze”, diante da situação de total desmoralização que o partido vive, os inúmeros escândalos, a debandada geral com muita gente abandonando a canoa furada do PT. Esta candidatura é apenas para o partido marcar presença e eventualmente Consolaro atacar, bater em Dilador Borges (PSDB). Consolaro é realista e sabe que não se elegeria nem a vereador. Hoje, os “militontos” petistas juntos lotariam uma kombi. Julio de Castilho (PHS) é um ilustre desconhecido que também não se elege nem a vereador. Edérson Silva, que vergonhosamente abandonou o PT trocando por um desses partidos de aluguel, o PDT, encontra-se na mesma situação. Está sendo objeto de investigação no escandaloso desvio de R$ 15 Milhões do caso de corrupção do Estaleiro Rio Tietê.

Já Luis Fernando Ramos, do PTB, teve sua candidatura bombardeada dentro do próprio partido pelo vereador Jaime que sempre preferiu manter-se unido ao grupo de Cido Sério. Só mais recentemente com a intervenção do deputado Campos Machado, o vereador Jaime esboça uma pálida manifestação de apoio. O problema todo reside numa confusa interpretação dos anseios, desejos desse mundo de partidos entre os quais essa miríade de nanicos acostumados a mamarem nas têtas da prefeitura e tal quais leitões prontos para o abate, sempre foram bem sustentados pelo prefeito Cido Sério. Vários desses pseudos-líderes são ocupantes de cargos comissionados, muitos nem comparecem ao trabalho, mantendo essa relação incestuosa, pecaminosa com o prefeito. Vendem seus horários no rádio e TV e trocam apoio político por benesses oferecidas pelo executivo. De outro lado, quem deseja hoje nessa situação trágica do PT, ter o apoio de Cido Sério?

Qual candidato teria coragem de sair às ruas de braço dado com o prefeito Cido Sério em busca de votos? Quem carregaria a bandeira vermelha comunista do PT, enlameada na corrupção e na roubalheira? Enquanto do lado oposicionista a candidatura de Dilador Borges e Edna Flor, ambas pessoas públicas honradas, decentes com as mãos limpas, ganham adeptos todos os dias, a campanha está firme, robusta e no gosto popular, esse grupo liderado pelo prefeito Cido Sério, encontra-se desorientado, perdido. Não falam a mesma língua, o mesmo discurso, havendo um enorme temor de que quanto mais o prefeito demore em decidir, vai ficando difícil alcançar a candidatura tucana que já vem desde novembro passado sendo discutida nas ruas, nas esquinas da cidade. Pior ainda é que dependendo do nome que o atual chefe do executivo escolher, com toda certeza não terá a unanimidade esperada, decorrendo daí uma debandada maior rumo ao nº 45 da Rua Chiquita Fernandes, ironicamente, apenas um quarteirão da prefeitura de Araçatuba. Esta semana, até o antigo líder político Zé Américo Nascimento, um aliado histórico do petismo, anunciou que vai apoiar o tucano Dilador Borges. E agora?! Não falam a mesma língua, o mesmo discurso, havendo um enorme temor de que quanto mais o prefeito demore em decidir, vai ficando difícil alcançar a candidatura tucana que já vem desde novembro passado sendo discutida nas ruas, nas esquinas da cidade. Pior ainda é que dependendo do nome que o atual chefe do executivo escolher, com toda certeza não terá a unanimidade esperada, decorrendo daí uma debandada maior rumo ao nº 45 da Rua Chiquita Fernandes, ironicamente, apenas um quarteirão da prefeitura de Araçatuba. Esta semana, até o antigo líder político Zé Américo Nascimento, um aliado histórico do petismo, anunciou que vai apoiar o tucano Dilador Borges. E agora?!